Nao Chega aos meus Pes
Antes de qualquer coisa ame-se . Sem essa dádiva de se amar , você não terá a capacidade de amar ninguém .
Quando reparo no tamanho do nosso amor .. A distância . Quem ? Não me lembro de algo com esse nome . O que seria ? Com certeza , não é algo maior do que o que há entre nós .
É duro quando alguém te acusa de coisas que você não fez .. Ou por coisas que você tentou fazer para protegê-las . E mesmo sendo acusado , não falamos nada .. Pois as amamos e não queremos que o pouco de sentimento que ainda resta se acabe .
Não preciso da opinião de ninguém . Pessoas não querem ver outras pessoas mais felizes do que elas . Elas não aceitam . Portanto , prefiro ignorar . Pois para mim , a minha felicidade não importa para mais ninguém além de mim e VOCÊ .
E quando vejo que você está realmente frio .. Até testo , e comprovo que não está mais como antes . Que já não está mais ligado em mim . Estou te pedindo , nem que seja as últimas coisas que você venha a me falar , mas me diz o que eu faço , por favor .
Narinas tapadas não sentiremos os perfumes das rosas.Ouvidos tapados não conseguiremos ouvir a bela música.Olhos cerrados não poderemos ver a maravilhosa paisagem.Mente adormecida, não somos capazes de ver o majestoso e belo mundo de Deus.
Cala-te vício!
Oh vício!
Não gostava de guardar nada que lhe trouxesse miseráveis lembranças. Ela odiava abrir caixas do passado e encontrar rosas perfumadas e vagabundas por sinal. Além de espirrar feito doida, sentia náuseas. Só não sabia se era advindo da poeira ou da própria nostalgia abatedora. Costumava por fogo, literalmente em tudo. Até em sua pele. Mas isso não dependia dela... E sim de quem “acendia”. Entre um pesar e outro, lamentava-se sempre da vida, mas não angariava motivos. Então concluía que reclamava por não ter mesmo o que fazer. Costume. Metade mulher. Outra metade: também.
Oh vício! Não tomava café. Mas fumava. Fazia amor pela manhã. Vivia do mesmo se pudesse. Encontrava todos os dias “o homem de sua vida” e morria por cada um ao entardecer. Não sabia o que era alternatividade. Não gostava de pessoas estranhas, descompassadas, complicadas, amedrontadas, apáticas e pseudo-recalcadas. Não! Preferia morte a ter que suportar tais tipos. Mas sempre atraía aos montes as mais diferentes e variadas formas humanas. Todas com fardos bem maiores que o seu. Ajudava, pois, sempre a carregar.
Oh vício! Amava a luxúria. A cultivava nos jardins de sua casa. E não tinha vergonha nenhuma. Pelo contrário, orgulhava-se. As unhas vermelhas feito sangue, prolixa por natureza e com os passos largos. Tinha afobação, a vida não esperava ninguém. Entre os gostos e disparos, via a sua facilidade em ser "várias mulheres", cada uma com algo em destaque. Não se fazia única nunca. A não ser para quem realmente merecesse. Mas logo amanhecia e seus vícios... Bem, seus vícios assim repousavam e cresciam. Eles não tinham nenhuma pressa ao contrário dela, mesmo porque amanhã era outro dia. Dia de começar tudo outra vez.
Oh vício!
Se eu escolher um caminho errante não se preocupem, terei a
liberdade de pegar um atalho e encontrar o certo.
Você é o doce que não me enjoa, a pimenta ardilosa que me queima, o cheiro impregnado na minha mente, a garota autêntica e irreverente.
