Nao Chega aos meus Pes
Chuva de Amor
Quando você chega,
o céu aprende a chover carinho.
Cada gota que toca minha pele
é como se dissesse baixinho:
“Você não está sozinho.”
Chove manso no meu peito,
lavando medos,
fazendo nascer flores
onde antes só havia silêncio.
Teu amor cai como chuva de verão —
quente, inesperada,
dessas que fazem a gente
rir à toa
e querer dançar na rua.
E eu fico assim,
de braços abertos,
deixando teu afeto me molhar inteiro,
porque se for pra me perder,
que seja nessa chuva de amor. ☔❤️
Dias de dezembro...
Chega dezembro
Com sua crueldade invade os corações
Traz a saudade daqueles que queríamos perto
Relembra o pesar das vivências mal decididas
Evoca a angústia de vermos um ano se acabar sem as realizações tão sonhadas, brotadas à mesma época do ano que passou...
Sei que este é ideal inverso, que a magia envolve esses dias de amor...
disso não duvido
Apenas não ignore minha lamúria, pois ela também é real.
Vivê-la é o que tenho de concreto aqui, agora
Transformá-la em perspectivas otimistas é meu plano para os próximos instantes
E que ninguém julgue tal surto contraditório
Pois o consolo muito breve virá:
A esperança cuidará de convencer-me que a vida é esplendorosa
Que ela recomeça a cada dia, mesmo que seja um dia de dezembro.
Todo ano a gente promete mudanças: ‘vou fazer isso, vou fazer aquilo’. Mas, quando chega o momento, muitos acabam repetindo as mesmas escolhas que enterram as promessas. Pense nisso: o ano não muda ninguém, é a gente que precisa mudar.
Esperar algo das pessoas hoje em dia é assumir um risco inútil. Esperar? Jamais. Chega. Ninguém mais se importa com ninguém.
“Que o desejo de insistir seja maior do que a vontade de desistir, ninguém chega sem esforço. Que a determinação para vencer e ter paz sejam sua fonte inesgotável de energia. Desistir é para os fracos.”
#bysissym
"Chega uma hora que você deixa
as expectativas de futuro para os
mais apressados e
prefere descansar nos braços do agora.
Despede-se de todos os ontens.
Pois sabe que sua história mais interessante;
Será escrita a partir de hoje.
Para compensar;
Não me acorde desse sonho.
Deixe o
"Mas..."
"Então... e"
"Porque..."
Para "Depois..."
Se os meus desejos
coincidirem com a tua vontade;
Vamos viver intensamente o "Agora."
"E para falar a verdade,
tudo que eu escrevo nem chega
perto de tudo que sinto.
Palavras raramente conseguem expressar meus sentimentos."
♡
Quando a inspiração chega,
vem de sobriedade e ignorância,
um turbilhão na cabeça,
dedos que obedecem sem perguntar.
Escrevo o que só quem viu entende,
fragmentos de Guarulhos
cravados na memória,
pensamentos vivos, permanentes,
como ruas que nunca se apagam.
A vida passa, a mente pira,
mas a escrita fica —
eco de tempos que só eu carrego.
O AMOR, QUANDO ELE CHEGA
I
O amor, quando ele chega,
altera o tempo e o clima,
transforma a rota do vento,
desloca o eixo da Terra
e o hemisfério se inclina.
II
O amor, quando ele chega,
organiza o caos infindo,
desmantela o imponderável,
rasga as vestes da razão,
e o que antes era utópico,
nas cordas do coração,
desamarra o improvável.
III
O amor, quando ele chega,
desperta o desconhecido,
faz oscilar estações
pra confundir os sentidos.
IV
E, nessa linha de sombra,
respira uma verdade fatal:
o amor, quando ele chega,
nos expõe à vil tragédia
que não raro é seu final.
Chega um momento que é preciso parar...Ter novas atitudes,tomar algumas decisões e trilhar novos caminhos.
Ficar sempre na mesmice não nos leva a nenhum lugar.
Novos sonhos,novas metas e novas trilhas movem nossa alma para coisas bem melhores.
Porque a vida é um ciclo e precisa estar em movimento sempre.
Equilíbrio só em movimento.Façamos da vida uma ciranda,dê a mão e venha comigo.
Já imaginou se o carrossel parasse no meio da brincadeira?
Toda criançada ia chorar...E assim é quando a gente cresce.
A vida não para,o mundo gira e nessa eterna ciranda,nós vamos sempre estar!
Acorda a criança aí dentro.Sei que ela sabe brincar.Não leve tudo tão a sério...Sorria iluminando o seu dia e a todos ao seu redor nessa ciranda de emoções que é a vida!
"Simbora" brincar?
Quando um povo chega no nível máximo do empobrecimento cultural, da degradação moral, da falência educacional enxergar o óbvio se torna tão difícil, que o ladrão lhe rouba o pão,e ele ainda oferece a dignidade.
Saudade.
Chega e entra sem pedir licença.
És a dona da chamada ausência.
Chega e aperta a ferida.
Nem se importa se estou na lida.
Contigo tenho que aprender a andar.
Me ajustar ao teu caminhar.
Dependendo do momento, sei a sua idade.
E seu nome? Chama-se saudade.
A verdadeira felicidade chega com a maturidade.
A partir de certa idade chega a maturidade e, começamos a entender que não é mais a euforia da felicidade que se busca, mas a paz.
E talvez essa seja, na verdade, a forma mais profunda e duradoura de ser feliz.
Já não se quer mais amores intensos que machucam, amizades que cobram demais, nem conquistas que custam a alma.
A prioridade muda.
Queremos silêncio que acolhe, presença que acalma, rotinas que confortam.
A paz vira o bem mais precioso, e tudo o que ameaça isso simplesmente deixa de valer a pena.
Não é desistência da felicidade, é maturidade.
É perceber que o brilho do momento não compensa o peso que deixa depois.
Quando a paz chega, ela cura, organiza e dá sentido.
E é aí que você entende que a verdadeira felicidade não está no que brilha lá fora, mas no que permanece tranquilo aqui dentro.
Ela sempre foi abrigo.
O tipo de pessoa que chega antes da dor do outro e fica depois que todo mundo vai embora. Sempre inteira para os outros… e em pedaços dentro de si.
Carregava um sorriso que não denunciava o peso que sustentava. Chorava escondido, porque aprendeu cedo que quem cuida não pode fraquejar. Até que um dia veio o diagnóstico — desses que silenciam o mundo por dentro. E, ainda assim, ela seguiu como se nada tivesse acontecido. Porque, para ela, a dor dos outros sempre falou mais alto que a própria.
Mas a vida, às vezes, não grita — ela revela.
E foi em um detalhe pequeno, um esquecimento qualquer, que tudo desmoronou. Aqueles por quem ela sempre se doou foram os mesmos que não souberam compreendê-la. E naquele instante, ela percebeu algo doloroso: quem sempre é forte, muitas vezes não tem permissão para falhar.
Naquela noite, ela chorou tudo o que nunca teve tempo de sentir.
Não só pela doença… mas por si mesma.
E então tomou uma decisão que mudou tudo: viver.
Não para os outros. Não para corresponder expectativas. Mas para, finalmente, se encontrar.
Saiu pelo mundo não como quem foge, mas como quem se busca.
E, em cada lugar, em cada silêncio, em cada amanhecer, foi aprendendo o que nunca tinha aprendido: a se acolher, a se escutar, a se escolher.
Ela entendeu que amor não é só aquilo que damos — é também aquilo que precisamos ter coragem de receber de nós mesmos.
E talvez a maior descoberta não tenha sido sobre o tempo que restava…
mas sobre a vida que, pela primeira vez, ela começou a viver de verdade. ✨
"A vida recomeça toda vez que você diz "chega" para o que te fere.
Você é a única pessoa que estará com você até o fim cuide-se."
A noite chega
A noite chega,
com ela vem a tristeza,
um sentimento tão grande que desejo deixar
me levar pelas correnteza
da água clara do rio profundo.
Até pq quando fiquei sozinha
não foi o fim do mundo.
São tantos sentimentos envolvente
que logo fico de mente quente.
Infelizmente deixei de ser sorridente,
me traumazei com pessoas que mentem.
E na minha mente logo vem:
desista, continue, corra, pare,
não vale a pena.
Mas como q não vale?
Olha como funciona o mundo
nesse sistema.
Sistema de lixo,
mundo cheio de espíritos,
espíritos que atribulam minha mente,
não deixam eu respirar.
Então levante,
sinta-se,
saia do lugar,
vá respirar.
Essa depressão estar me matando,
a ansiedade em mim estar se acalentando.
Será que ainda estou respirando?
Suspiro,
paro e grito:
não aguento mais.
Tempestade infinita,
minha mente por calma briga.
Então tudo vai ficando lento,
então novamente vejo
meus pulsos sangrento.
Então quebrei aquele juramento.
Meus olhos inchados de chorar
aos poucos estão a fechar.
E mais uma noite vou dormir
pra no dia seguinte,
sorrir.
Por: Maria Beatriz
Existem histórias
Ela chega como luz de fim de tarde,
dessas que atravessam a janela
sem pedir licença
e mudam o clima do dia inteiro.
Nos olhos, mora um silêncio bonito,
daqueles que não afastam,
aproximam.
Um mistério calmo,
que dá vontade de ficar.
O sorriso não grita,
ele sussurra.
E nesse sussurro
existe aconchego,
existem histórias que ainda não foram contadas.
Ela é dessas presenças raras:
não precisa chamar atenção —
ela simplesmente acontece.
E quem vê, sente.
