Nao Amplie a Voz dos Imbecis
A falta do entendimento histórico e da leitura com reflexão crítica está evidente na simplicidade da argumentação repetitiva e empobrecida daqueles que são facilmente convencidos pelos exploradores de mentes fracas e de mão de obra barata. Acredito que a leitura constante, qualitativa e crítica seria a salvação desses personagens.
Inexato
Cenas avulsas ao contexto, provocam alucinações; capazes de confundir a mente humana, promovendo: a traição da lógica.
Cansei; cansei de tanta dor.
Dor do descaso, dor do acaso que serei.
Cansei! Cansei de disfarçar que tudo está bem.
Fiz até cantar... Agora! Confesso, nem isso me convém.
Sei que o certo é se calar.
Tampouco se queixar.
Mas, agora!
Me dói: a dor do acaso, que serei.
APAE
Acredito no talento, na competência e no
Poder de transformação dos professores e especialistas que preparam
Alunos com necessidades especiais, para o
Enfrentamento, com autonomia, nas relações humano-mundo e humano-humano.
Nesta data especial!
Acreditamos na renovação do que há de mais humano:
Ternura, afeto, proteção, respeito, generosidade, companheirismo;
Amor, fé, partilha, alegria, fidelidade, compaixão, esperança, paixão. E um
Lar para amarmos e sermos amados.
Ensinar quem deseja aprender é um prazer que transcende qualquer métrica capitalista; é realização em sua forma mais pura.
O educador transcende a condição do cargo; é um agente transformador, criador de caminhos, de pessoas e de possibilidades.
Quando o educador abdica de seus princípios para manter o status, deixa de formar consciências e passa a executar políticas que silenciam o saber e desmantelam a educação.
A tecnologia, quando mal direcionada, afeta o cognitivo dos jovens, conduzindo-os ao erro e à jogatina, impondo perdas irreparáveis e, pior, seduzindo-os ao ponto de trocarem a escola por estímulos imediatos e vazios que anulam o pensamento crítico.
Atenção, crianças! Atenção, juventude! Ouçam com calma, com olhos e ouvidos: cuidado com a tal inteligência artificial! Ela chega bonita, veloz... e seduz.
Ela fala bem, responde ligeiro, mas guarda um perigo que poucos percebem: te leva ao erro, ao atalho mais fácil, e apaga, aos poucos, o que em ti desperta.
Te afasta da dúvida, da busca, do livro; te prende na tela, no clique, no mito. Te faz consumir o que não precisas, enquanto os de cima te vendem o mundo.
Não negues a máquina, mas pensa com calma. Pergunta, investiga, não percas tua alma. Pois mais que o saber que se encontra num toque, vale o saber que cresce na luta... e no estudo.
Um simples conselho às crianças e aos jovens;
Cuidado! a inteligência artificial (IA) é uma trolagem!
Ela te seduz ao erro clássico:
O da falta de criticidade e de conhecimento dos fatos!
Te reduz ao consumismo básico que é lucrativo
Aos que estão no topo do sistema de comando.
O estudante que se diverte na escola, mesmo sem perceber o que aprende, adquire o saber desejado na disciplina e na vida. O prazer do momento o conecta, de forma sutil e profunda, ao conhecimento.
Uma poesia tardia: peRdA
A dor se aprofunda em nosso ser e confunde a nossa existência. Ela se alimenta de nossa perda inestimável e fere, sem cessar, a nossa alma. Não há palavra que traga consolo. Só te peço: deixe-me sofrer em paz.
“No teatro neoliberal da educação, o professor é personagem explorado e o mercado é quem dirige a cena. Não há instituição educacional que compreenda melhor o educando do que o CEEBJA. Foi nesse espaço que pude vivenciar situações singulares, que me proporcionaram uma compreensão profunda sobre o verdadeiro significado de ser educador e gestor. Ser diretor de uma instituição como essa é conviver diariamente com múltiplos educandos, vindos de realidades, histórias e universos sociais diversos, o que exige sensibilidade, empatia, compromisso e constante capacidade de mediação entre sonhos, desafios e possibilidades.
Me extirparam o filósofo romântico de mim
Ainda ontem, menino, eu era porreta.
Questionava tudo!
Arremessava pedra contra o infinito, certo de que acertaria o impossível.
Apaixonava-me por qualquer menina que cruzasse meu olhar.
Tocava a campainha e voava, sem jamais olhar para trás.
Rasgava o dedão ao chutar bola descalço,
chorava o desprezo do dia,
perdia o sono por causa do “não” da menina que eu gostava.
Hoje, me cobro por não ser (e por não poder mais ser) aquele menino que outrora fui.
Como se tivessem extraído de mim
o filósofo romântico que acreditava no eterno,
na poesia ingênua das pequenas coisas
e na possibilidade de mudar o mundo com um gesto.
