Nao Amplie a Voz dos Imbecis
Disseram que eu não poderia fazer algo, e fiz!Não passei a acreditar em mim mas passei a desacreditar nos outros!
A méritocracia diz que você cresce por mérito e quem não o faz é por preguiça ou descuido mas a verdade é que ninguem tem as mesmas circunstâncias durante o trajeto.
Na tabuada da vida a multiplicação só é feita quando não nos deixamos levar por não conseguir um amor, e decidimos amar outra vez.
Um dia a gente acorda achando que o mundo é nosso.
Um dia a gente acorda achando que a gente não é nada.
Um dia é do caçador, outro da caça.
Você atribui a culpa à sorte de certas pessoas, mas eles tentaram. Se você não tenta não existe sorte.
Pode, como, aliás, o faz, aspirar o homem a um bem limitado concreto, cuja aspiração não será vã, porque é alcançável, desde que o bem exista. Mas o homem aspira a mais, mais elevado, ao bem supremo, e seria vão esse aspirar se Deus não existisse.
Podem desesperar-se os filósofos a construir filosofias de desespero, mas tal não impedirá que ela prossiga em sua marcha, confiante no inesperado, no imprevisto, que poderá modificar toda a feição dos fatos. Nisso consiste, nessa luta sem desfalecimentos, toda a dignidade do filósofo.
Não consegue o materialismo fugir ao religioso. É uma religião da matéria, a qual passa a ter todos os atributos divinos, menos o de ter consciência de si mesma, o que só vai verificar nos seres superiores, e a consciência de sua consciência, no homem.
O gênio não vence por si, mas apenas sobra ou sobrevive da derrota total. Esse é o aspecto trágico da genialidade. Por isso, não se podem acusar as multidões de não compreenderem os gênios. Eles têm que ser incompreendidos (...) Só uma humanidade de gênios poderia entender os seus gênios.
Em todas as doutrinas, mesmo quando erradas, há algo de verdadeiro, não, porém, suficiente para refutá-las in totum, embora in partem.
Se o que vem a ser não é, o vir-a-ser prometeico viria do nada, e, nesse caso, o nada teria aptidão de ser, o que já lhe daria uma eficacidade e deixaria de ser nada para ser Ser. (...) Neste caso, tudo quanto se dá no Devir já é, e o Devir é o apontar do que é; é o apontar do Ser, símbolo do Ser.
