Nao Ame Sozinho
Você por ser você, e não outra pessoa que não seja você, me faz sentir a eu que tem em mim... confuso? Então pera vou explicar... assim: você pode não estar em corpo presente, sua mente me faz sentir prazer em estar com você, só por me fazer pensar em você, me sinto viva, realizada... Simplificou? sinto seus lábios, em pensamentos rápidos pois acordo, só de te ver que perco os sentidos pois você é meu inicio... o fim a gente inventa, sem mais delongas, me leve pra sua cama, faça-me mulher, faça com o que os meus sonhos não sejam mentiras, mostre que seus lábios são mesmo de mel... beije-me como houvesse outros beijos, como se fosse o último... sussurre no meu ouvido, dizendo que me deseja, olhe em meus olhos e leve ao mais perfeito paraíso 😍 só isso... o resto acontece por si próprio no mais impróprio... um fogo ardente, fogo esse que não queima a gente, corpo em febre... e sem alterações climáticas fazemos a noite se prolongar...
Talvez ser livre não seja viver sem crenças, mas impedir que nossas crenças escolham por nós sem que percebamos.
O regenerado pode tropeçar diante do pecado em momentos de fraqueza, mas já não vive sob o domínio dele; a graça o capacita a uma luta diária e incessante pela santidade.
A regeneração não elimina imediatamente a presença do pecado, mas quebra o seu domínio e destrói qualquer trégua com ele.
A marca do regenerado não é a impecabilidade terrena, mas a militância resoluta contra o pecado e o cultivo contínuo da santidade interior.
Israel está destruindo o Líbano! Não bastou acabar com a Faixa de Gaza! Um dia Netanyahu será coberto de faixas e gazes!
Esquizoide, débilóide, infantilóide e mesmo humanóide, mas não abandonem o racional, não me acusem de bozolóide!
Quando o Coração Aprende a Escrever
Escrevemos porque, às vezes, o coração já não consegue guardar tudo aquilo que sentimos. Escrevemos e entregamos ao papel nossas imaginações, nossos sonhos, nossas lembranças e até aqueles sentimentos que nunca tivemos coragem de dizer em voz alta. Transformamos tudo em palavras, e as palavras, silenciosamente, começam a contar aquilo que durante tanto tempo viveu escondido dentro de nós. Talvez esta seja uma das obras mais bonitas que podemos criar: olhar para um pedaço de papel e descobrir que ali existe um pouco da nossa própria vida. Uma folha que antes estava vazia passa a carregar amores, saudades, encontros, despedidas, desejos e sonhos. E aquilo que estava preso dentro do peito ganha liberdade. Há algo profundamente romântico nisso. Quando escrevemos sobre o que sentimos, não estamos simplesmente contando uma história. Estamos permitindo que um instante sobreviva ao tempo. Um beijo que terminou continua existindo nas palavras. Um abraço que ficou no passado pode novamente aquecer o coração. Um olhar que durou apenas alguns segundos pode permanecer por anos entre duas linhas. E até uma saudade, quando escrita, encontra uma maneira delicada de continuar amando. Talvez por isso eu goste tanto de reencontrar meus sentimentos no papel. É como encontrar uma parte de mim que pensei ter ficado para trás. Leio aquilo que escrevi e, de repente, escuto novamente minha própria voz, reconheço minhas emoções e percebo que tudo aquilo que um dia esteve dentro do meu peito continua vivo. Algumas palavras me fazem sorrir. Outras me levam de volta a lugares onde somente a memória consegue chegar. E existem aquelas que fazem os olhos demorarem um pouco mais sobre a página, porque sabemos que não estamos apenas lendo: estamos sentindo outra vez. Mas existe algo ainda mais bonito. Quando aquilo que nasceu dentro de nós consegue tocar outra pessoa, nossos sentimentos deixam de pertencer somente à nossa história. Alguém lê nossas palavras e encontra nelas uma lembrança sua, um amor seu, uma saudade sua. É nesse momento que descobrimos que os sentimentos humanos, apesar de tão particulares, possuem caminhos secretos que ligam um coração ao outro. Talvez escrever seja exatamente isso: retirar delicadamente do peito aquilo que não queremos perder e confiar ao papel a missão de guardá-lo. Porque a memória pode esquecer detalhes, o tempo pode mudar paisagens e a vida pode nos levar para muito longe, mas aquilo que foi escrito permanece esperando por nós. E quando voltamos para lê-lo, encontramos novamente quem fomos, quem amamos, aquilo que sonhamos e tudo o que tivemos coragem de sentir. Então compreendo que nunca escrevemos apenas com as mãos. Escrevemos com aquilo que vivemos. Escrevemos com nossas lágrimas, nossos sorrisos, nossas ausências, nossos encontros e nossos amores. A caneta apenas acompanha. Quem realmente escreve é o coração. E talvez seja essa a maior beleza de transformar sentimentos em palavras: um dia, depois que o momento tiver passado, podemos abrir uma página e descobrir que aquilo que estava dentro do nosso peito ainda respira. Ainda emociona. Ainda encontra outros corações. Ainda está vivo.
Flávio Bolsonaro pede para o Senado não baixar a guarda!
FIM DOS TEMPOS! O cão conduz o tutor pela coleira!
Mundo Invertido!
Moraes se afasta de Lula! Mas o mundo da política é esférico e gira. Não é
plano e nem segue uma linha reta! As curvas são perigosas!
Não dá para confiar em carecas!
São todos falsos e criminosos: o careca do INSS, o véio da Havan e agora Moraes! E também o "Sr. White"!
Lula é recebido com tapete vermelho na Casa Branca! Rachadinha e bananinha não entram nem na casinha do cachorro!
Não seja como a lua que brilha a custo da luz do outro, seja como o sol que brilha, e empresta sua luz para iluminar o outro.
Aquilo que eu consigo fazer, considere feito. Já aquilo que não consigo fazer, conte com toda força da minha alma para realizá-la.
Às pessoas não sofrem pelo sofrimento em si, mas pela desilusão de viver uma vida sem dores, boa e feliz.
Os meus olhos condenam apenas uma pessoa, eu mesmo. As outras pessoas têm os olhos delas, não precisam dos meus.
O problema não está naquilo que é impossível, mas em aceitar que seu possível é irrelevante para alcança-lo.
A maturidade cristã não se resume a acumular versículos, mas consiste em viver a Palavra; porquanto ler o cardápio nunca saciou a fome de ninguém.
