Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda

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Eu não quero lembrar que eu vou acordar
Sabendo que meus olhos não vão te encontrar
Eu não quero lembrar que tudo acabou pra mim

Saia por ai! Grite pelas ruas como se não pudessem te ouvir para reprimir!
Sorria com os seus e vibre por fora um momento qualquer!
Deixe que uma bebida te faça feliz, ou só te faça sorrir!
Deixe que alguém infeliz no amor te ensine como amar!
Faça o que achar certo, e o que achar errado também!
Só não faça o que te envergonhe contar depois!
Faça o que a vontade e o desejo pedir!
Mais faça com cautela, de forma comedida, pois nem sempre a vontade é duradoura e nem sempre o que é desejado será motivo de se orgulhar amanhã!
Veja o dia nascer, logo após a luzes de spots e strobos se apagarem!
Faça o que tem que ser feito!
Só não faça o que possa mudar o rumo da historia, nem o que venha a causar o que não pode suportar!
Pois tudo tem um porque de ser como é, de estar como está, e o que será a partir de então, simplesmente será!

Não sei ver o mundo atrás das cortinas, dessa falsa proteção.
Eu preciso do perigo, da incerteza, da alma em festa,
preciso da vida bagunçando meus cabelos
como se eu fosse feita de vento.

Ei! Não olhe pra mim como se meus olhos carregassem a sua felicidade, aquela que sempre procurou e eu sempre duvidei que existisse. Não me abrace como se meus braços fizessem você se esquecer dos problemas que a vida nos oferece. Não encoste seus lábios nos meus como se o encaixe fosse perfeito, já que a reciprocidade não é instantânea. Ei! Não fale comigo nesse tom, não me mime, nem me dê apelidos românticos. Não me ligue de madrugada querendo ouvir minha voz, nunca diga que está com saudades, nem peça pra eu retornar quando for pra falar como foi meu dia. Não me dê bronca quando eu esquecer algo importante, nem cuide de mim como se eu fosse de porcelana. Não me dê flores numa terça-feira qualquer, e quando o dia for nosso nem faça questão de lembrar. Não ouça músicas pensando em mim, achando que eu possa fazer o mesmo. Não conte os dias da semana, ansioso, querendo me ver. Não me ame de um jeito que eu não faça por merecer. Não imagine um futuro ao meu lado como se eu tivesse a mesma capacidade de planejar algo com você. Ei! Não faça de conta que não compreende o que eu falo. Compreenda de fato. Preste atenção! Apenas tire das frases todos os advérbios de negação.

A ILUSÃO não está nos OlhOs daquele que não enxerga mas no Poder que cada um tem em ACREDITAR naquilo que NÃO EXISTE!

É difícil, não dá para planejar, você precisa observar as pessoas, ficar de olho nelas e protegê-las. Nem sempre a gente sabe o que precisa. É a grande chance de consertar uma coisa que não seja a sua bicicleta. Dá para consertar uma pessoa.

Só cabe aos que me reprovam refletir um pouco e depois pedir desculpas a si mesmo. Não preciso de uma palavra para a minha defesa. Amém.

Quem crê nas próprias forças não fica na dependência do conforto alheio.

Dizem que acordar é difícil... ... Especialmente se não estiver sozinho!

Tentei dormir
Mas, o sono não vem...
Tento encontrar uma desculpa
que me tire essa vergonha
Sues olhos se encontram com os meus
Voce segura minhas mãos
Tua boca encosta na minha
E agora não existe eu e você
Lágrimas beijam minha face, você as enxuga, me abraça e tudo passa
Minhas pernas ficam bambas
eu quase desmaio,
você me segura e me leva embora...
Suas asas são negras, teus olhos doces, teu sorriso meigo, tua voz me acalma...
Você é o Anjo da Noite

MINHA DEMÊNCIA

Não é fácil definir minha personalidade. Não a tenho. Um dia sou uma coisa (coisa literalmente); no outro dia sou outra. Vivo em constante metamorfose reversível, não como o personagem kafkiano que foi se transformando de gente em barata e nunca mais voltou a ser gente. Meu caso é diferente. Um dia me sinto muito gente, grande até. No outro me percebo como uma bosta fedorenta e desprezível. Tudo depende de como consigo aceitar ou não a loucura de um mundo formado por hipócritas, cretinos, violentos e, o que é pior, imbecis, já que, isso tudo somado, dá no que deu essa humanidade que integro, mas que abomino, desde que raríssimos são os que conseguem enxergar o óbvio. Quase todos são como vacas: seguem uns atrás dos outros, sem o cuidado de verem se quem lidera o rebanho tem capacidade para tanto. Mas o pior de tudo é que o mundo se divide em muitas boiadas, quase sempre comandadas por “touros” que se fazem senhores de todos, havendo mesmo aqueles que interferem nos destinos de quase todos os outros rebanhos. E os idiotas que vão atrás, por safadeza (os touros menores); preguiça mental, ou idiotia progressiva (os touros sem berros), sabem que não está bom, mas não se unem para tomar o comando para formar um sistema social onde todos comandem e ninguém mande, ou seja, onde cada um seja dono de si, respeitadas as individualidades para o bem-estar próprio de cada um ou do coletivo.
Isto posto, e como muitos males já me vêm de longa data, desde quando eu mal sabia como escrever uma carta anônima, mas identificável, para a desejável mulher do vizinho, comecei agora, já não muito longe dos finalmente da meia-idade, a perceber que uma certa demência pode aniquilar-me, se eu continuar dando apalpadelas nas bundas flácidas, fedorentas e horríveis dos meios políticos e sociais do mundo e do meu próprio país.
Informar-me já não me atrai com nenhum prazer; me deplora, deprime, convulsiona. A mesmice é um óbice repelente às forças progressistas, e o conservadorismo travestido de liberalismo falseia desavergonhadamente as idéias de um futuro solidário, de uma justiça independente, nunca refém da libertinagem ideológica da ditadura capitalista, do elitismo oligárquico ou individualista que estraçalha os seres de menor força e destrói o planeta a uma velocidade vertiginosa.
Ler as desgraças do mundo é algo que vem de encontrar-me apático, abatido, sem mais vontade de lutar, desde que o mal do ter sempre venceu a dignidade do ser e, à medida que o homem evolui em ciências exatas, ou mais se enfronha nos terrenos das humanidades, mais carrasco ele se torna, porque, paradoxalmente, a sabedoria o torna mais senhor de si e de outrem, prevalecendo mais e mais a falta de escrúpulos, de sentimentos de justiça e de “vergonha na cara”.
Ver e ouvir um político de cargo de comando ou de Leis, ou qualquer outro cargo de alto, médio ou baixo escalão, ocupar postos ilegitimamente (pelo voto da ignorância, por enxertos de recursos corporativistas, pelo dom maldito da palavra, rica de retórica e paupérrima em sentimentos), tanto em meu país quanto em qualquer parte do mundo, chega a causar-me uma sensação de ódio mortal e a tirar-me muitos momentos de sono e de serenidade.
Passo horas a fio analisando injustiças, indiferenças com o terrível sofrimento de bilhões de pessoas subjugadas pelo neoliberalismo nefasto e dadivoso com a cruel macro-economia que destrói o bom senso, que afasta homens sem caráter e nenhum escrúpulo dos problemas que impingem dores inenarráveis aos pouco bafejados pela sorte, ou que não tiveram como alcançar o reino do roubo, da corrupção e da insensibilidade.
Passei muitos anos da minha vida sonhando que um dia eu não veria mais famintos, nem seres como eu vivendo pelas ruas, sem-educação, sem-teto, sem-terras, sem-respeito, sendo violentados em seus legítimos direitos, desde que nascidos seres vivos pensantes.
As classes mas abastadas dão as costas a esses humanos que povoam o mundo em condições piores do que vermes, pois vermes estão sempre em seus devidos lugares. Não lhes interessa, ou por imbecilidade ou por medo de que desiguais se tornem mais iguais, repartir conhecimentos, bens morais e materiais. Então se arvoram de donos do mundo e, embora vão servir de comida para os mesmos vermes que devorarão os miseráveis, ou virarem cinzas num forno crematório, sempre julgam que isso é algo que o dinheiro pode até minorar.
Tudo isto (poderia escrever mil páginas) embalado e, caprichosamente instalado em minha mente, me assusta e me dá sinais inequívocos de que não posso mais pensar. Minha impotência e minha insignificância ante os direitistas mal informados, sempre deu em nada, e agora, embora ainda precocemente, sinto que posso caminhar para uma demência incurável e ficar louco de vez.
Não posso mais tolerar o que vejo nem assimilar o que leio e ouço, sem que estremecimentos me abalem de maneira assustadora. Tenho medo de perder de vez a razão e sucumbir definitivamente.
Assim, é uma questão de lucidez para a sobrevivência o meu afastamento total e irrestrito dos problemas que minha incompetência não me permitem nem permitirão jamais resolver. As forças do mal já contaminaram, combaliram e aparvalharam os cérebros formados sob a égide da moderna barbárie do neoliberalismo.
Está aqui decretado o fim de um contestador, Nada impedindo que novos fatos positivos venham alterar esta minha decisão.

Todo homem que se achega a Cristo, verá que Ele é capaz de salvá-lo - não apenas capaz de salvá-lo um pouco, libertá-lo de um pequeno pecado, livrá-lo de uma pequena tribulação, carregá-lo um pouco e depois deixá-lo cair - e sim, capaz de salvá-lo até a máxima extensão do seu pecado, e de suas tribulações, até ao mais profundo das suas tristezas e ao extremo da sua existência. Cristo diz a todo o que vem a Ele: "Venha pobre pecador, não precisa perguntar se tenho poder para salvar. Eu não perguntarei quão longe foi em seu pecado; Eu posso salvá-lo completa e perfeitamente."

Sabedoria não é saber pra onde ir e sim saber pra onde não se deve voltar.

Caio Augusto Leite

Nota: Autoria não confirmada.

A doença quando não tem cura, deve ser olhada com cautela. A melhor cura é saber como lidar com ela.

A verdade é tudo aquilo que o homem precisa para viver, não pode ganhar nem comprar dos outros.

Quando no namoro não houver correspondência entre os dois seres, é normal a separação, extinguir o namoro e converter este em amizade como se não tivesse existido antes.

A família não é voce, está junto de voce, compõe o seu mundo, mas não é sua própria identidade.

Se fosse fácil, todo mundo saberia explicar como fazer. Viver não é assim tão simples, mas que a gente complica, não há dúvidas.

Quem acredita que a morte é o fim, provavelmente não deve crer que após o sábado vem o domingo: o descanso! E, após o domingo, a segunda: o recomeço!
É a eterna roda-viva da vida!

Eu me vi em uma guerra, mesmo não querendo entrar em batalha. Não sabia o que fazer, então criei minhas próprias armas. A sobrevivência não tinha nada a ver com a sorte, e minha munição era invisível. Só me sentia protegido quando conseguia esconder algumas verdades, e descobri que meu colete não era a prova de fatos. Resolvi ficar atrás de uma barreira, me escondendo da vida e do tempo, pois eu sabia que ocultava provas que só eles poderiam revelar. Fui fuzilado e fiquei em pedaços, arrancaram meus segredos, e o pior de tudo, eles não avisaram que estavam chegando. Eu tinha uma estratégia, mas fui tão egoísta que não compartilhei com os meus aliados. E talvez essa fosse a única forma de ganhar a luta, dando tiros de sinceridade