Nao Alimentar Esperancas
"Você não é superior por ignorar alguém; você só é pequeno demais para suportar a existência de quem não te serve."
“A parte mais importante de qualquer realização não está no feito em si, mas no significado que damos a ela.”
O silêncio nos angustia, porque guarda sentimentos que o coração ainda não conseguiu transformar em palavras.
Tem sentimentos que a gente não consegue guardar.
Eles não fazem barulho,
mas também não passam despercebidos.
Ficam ali, apertando devagar,
pedindo espaço, pedindo saída.
Às vezes, não é sobre o que aconteceu,
mas sobre o que aquilo significava pra gente.
Sobre expectativas silenciosas,
momentos que a gente imaginou viver de um jeito…
e vieram de outro.
E quando isso acontece,
a gente entende que não dá pra fingir que não sentiu.
Porque colocar pra fora não é fraqueza —
é respeito com o que existe dentro.
E no meio disso tudo, a vida ensina:
seguir, mesmo frustrado,
sem perder a capacidade de sentir,
de valorizar,
e principalmente… de continuar com gratidão e amor.
Às vezes, a gente só precisa colocar pra fora — não pelo que aconteceu, mas pelo significado que aquilo tinha dentro da gente.
Dentre tantas incertezas e desconfianças me acomodei nesse espaço.
Um espaço que não me parecia pertencer.
Eu queria pular e largar tudo, não por alguém, mas por mim.
Fui covarde, me poupei de pular no escuro, e tenho muito medo do escuro.
Esse espaço escuro e sem perspectiva, onde eu não existia.
Eu tinha que ter sido fiel aos meus pensamentos porém achei que estavam falando demais.
Silenciei-Me de mim, do que me proporciona-se uma certa liberdade e caminhar com meu jeito de ser.
Porém, creio que esse seja meu jeito, viver onde não pertenço.
Anseio todos os dias por pertencimento.
A gente não se perde por acaso… se perde quando começa a viver tudo para fora e deixa de ouvir o que ainda sussurra por dentro.
Crescer não deveria custar a nossa essência; amadurecer de verdade é aprender a ir sem se abandonar.
E se não entender, há outro caminho além da igreja para regressão, o Mundo Pagão da boemia e deixe a vida te levar sem você criar seu destino como fosse uma criança.
Eu te amo, Izabelly
Eu quero te amar, mesmo que me custe o meu tudo
Bem, eu não tenho nada, mas me custaria esse nada
Talvez minha vontade de amar, meu amor por você
Mas acho impossível eu perder essa vontade de te amar, sabe?
Então eu não perderia nada, mas ficaria faltando algo
O seu amor, eu não posso perdê-lo
Talvez eu nem o tenha, bem...
Se for assim, eu sou um poeta morto
Um assasinado pelos próprios poemas
Corroído pelo próprio remédio
Um vázio onde reside o seu nome
O que é irônico, já que com seu amor, eu me sinto vivo
Amor que apenas existe em mim mesmo
Mas que mal tem? Eu vivo em amores platônicos
Eu me iludo fácil. Sou uma pessoa emocionada? É claro e com certeza!
Quebrarei muito a minha cara com o amor
Mas eu não me importo, se ele vier de você
Se for você, que seu amor me despedace, me quebre em mil pedaços
Com o coração quebrado, eu ainda te amarei
Eu falo tudo isso, mas no primeiro "não" que você me der
Eu não tentaria novamente, então
Não diga não para mim, dê desculpas
Minta para mim, diga que eu sou uma pessoa incrível, que o problema não sou eu, é você
E eu diria: "impossível, é impossível o problema ser você, meu amor"
Então deixarei de te amar, pelo seu bem
E pelo meu bem, eu morreria todo dia
Para que morto, eu não precise amar àquela a quem me faz viver
Prefiro acreditar que Deus não existe do que crer em Sua existência e ter um milhão de motivos para odiá-lo.
“O velho Carvalho” não era só uma árvore, era quase um abrigo emocional improvisado, um tipo de terapia gratuita feita de histórias, risos e aquela sensação rara de pertencimento. Porque quando o lar vira campo de batalha, qualquer pedaço de sombra vira lar.
Sobre ela me chamar de “pseudoblogueira” não foi uma crítica. Foi uma tentativa mal disfarçada de diminuir algo que já estava grande demais pra caber na visão limitada dela.
Não diz nada sobre mim. Diz sobre o incômodo dela ao ver alguém que ela achava inferior ocupando um espaço que ela talvez nunca teve coragem de tentar.
"Você não está só; você está apenas em um tempo de reencontro consigo mesma. O seu silêncio é o lugar onde Deus te abraça primeiro. A solidão assusta, mas a 'solitude' cura. Aprenda a ser sua melhor companhia e você nunca mais se sentirá abandonada. Existem conexões que o olho não vê, mas a alma sente. Se você me lê agora, saiba: que existem almas que se abraçam através das palavras. Ninguém caminha só quando encontra eco de seus próprios sentimentos na voz de outra pessoa. A verdadeira empatia é quando o meu silêncio reconhece a dor ou a alegria que habita no seu."
SerLucia Reflexoes
