Nao Alimentar Esperancas
Não se engane com a beleza exterior, pois a verdadeira beleza está imensurável mente em seu interior;
Não quero um amor faz de contas, não irei me conformar com um relacionamento passivo... Quero um amor selvagem daqueles que se faz quase impossível;
O sentimento que há em mim não é fácil de entender... Não é amor ultrapassado, não tem nome ainda, mas sei que vai ter;
Todos os meus erros foram necessariamente adequados ao meu caminho, pois se não houvesse errado... Não teria aprendido;
A minha paz de espírito não é conflito por entre as diversidades da minha vida;
Mas sim, a pureza de ter a minha consciência tranquila comigo mesmo;
Não quero escolher pelos convênios que fazem o meu sangue ferver, mas a descrença que aposta à vida nunca poderá ser uma escola segura;
Que nossas asas ganhem sentido na urgência dos céus e não no medo dos abismos.
E no mesmo abismo que a noite cai, me perco na urgência de não ter sentido com medo dessas asas que forjam um céu duvidoso mencionado por ti;
Não sou insensível, mas sim me faço forte
Minhas lágrimas escorrem por dentro
Com isso as paredes do meu coração
Ficaram oxidáveis de fora para dentro;
