Nao Acabou pra Mim
O egoísmo não consiste em viver como cada um de nós acredita que tem de viver, mas exigir aos outros que vivam como nós próprios.
O que os outros pensam de nós teria pouca importância se não influenciasse tão profundamente o que pensamos de nós mesmos.
Com tudo mudando tão depressa, não se tem a chance de encontrar a imagem de sua fantasia quando você está pronto para ela.
Mas; também, cair não prejudica demais – a gente levanta, a gente sobe, a gente volta! (...) O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.
Triste quando uma pessoa não sabe o que fazer com o frio na barriga e decide esfriar também o coração.
A crença em uma origem sobrenatural da maldade não é necessária. Homens sozinhos são capazes de qualquer maldade.
The belief in a supernatural source of evil is not necessary. Men alone are quite capable of every wickedness.
Eu tecerei uns sonhos irreais... Como essa mãe que viu o filho partir; como esse filho que não voltou mais!
- Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
- As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
Nota: Trecho de um texto muitas vezes atribuído a Luís Fernando Veríssimo, mas que é da autoria de Dave Barry.
...MaisSeria até um pecado não dar valor a vida, não é mesmo? Com tanta gente pior por aí, não é mesmo? Seria um pecado não ser absolutamente feliz. E sorrir o tempo todo. E seguir a vida em pé
Não importa quantas vezes eu diga que estou morrendo de raiva de você, eu sei que vou sentir sua falta amanhã de novo.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Nota: Trecho do poema "Tabacaria" de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa.
