Nao Acabou pra Mim
Que lindo esse
Girassol, não?!
Mas ele vai ficar aí
até secar,
Todavia, as suas
sementes irão cair
E vários girassóis
irão brotar
Para começar
tudo de novo
Só, com uma
grande diferença,
Com muito
mais força
de união,
Porque não será
um único e sim
um coletivo!
Se não fosse
o primeiro e solitário,
O que seria do resto?!
Como sofreu
esse girassol!
Calado e quietinho,
Vendo tudo à sua volta,
Mas numa radiante esperança,
Seguir o Sol a vida toda...
A culpa não é das estrelas, e sim nossa. por atropelar nossa vontade e desprezar aquele simples arrepio que parecia só uma ventania à passar, pois é, só parecia...
Essa casa é assombrada
Esse guarda-roupa guarda
muito do que não deveria mais existir
Eu da pior forma me protejo,
Finjo que esqueço e me escondo,
Ando sem querer olhar para trás e fujo
Mas às vezes não
Às vezes sinto que superei
Às vezes acho que aprendi a lidar
Abro duas portas do guarda-roupa
Sento-me da beirada da cama
Olho para ela e vejo um horizonte
Resolvi destrancar a terceira gaveta
No fundo um envelope cheio
Sabia que devia viver longe
Um envelope cheio de sentimentos demais
Demais, demais para mim
Sem abrir minha cabeça já transborda lembranças
Vi a antiga foto no quadro decorado azul
Senti um vazio avassalador
Meu peito oco ecoou seu nome e doeu
A caixinha de alianças
Irônico abri-la e ver apenas uma
Deveria simbolizar união e não solidão
Aliança de prata e ouro que não brilha
Na parte de dentro tem gravado você
Igual a mim, igualzinho em mim
Em meio a tantos papéis escritos
Cartas e desenhos bonitos
Declarações e planos esquecidos
Um frasco com sobejos do perfume
Senti o aroma que me arrepia os pelos,
corta alma e me fura os olhos
Minha testa encosta lentamente na divisória das portas
Agora dói muito mais forte o peito
Minhas mãos se fecham e a visão vai ficando turva
Essa é a gaveta que eu por anos ignorei
Esses são os vestígios que eu tanto hesitei
Essas são as lágrimas que eu tanto guardei
Não, eu não sou materialista
Tanto que todas as outras gavetas estão vazias,
só a terceira mesmo que permanece intacta
Jogo tantas coisas fora,
e cada vez mais me impressiono
como as suas vão ficando
Enxugo os olhos e encho o peito de ar
Vou deixar assim cheio para esquecer o vazio
Guardo tudo de volta exatamente como estava
Eu não consigo sempre evitar
São raras às vezes que paro para pensar
Mas quando paro, sinto saudade...
Eu entendi que nunca irá mudar
Não me permita respirar
Não deixe meu peito esvaziar...
De que adianta colocarmos nossa felicidade em um bem material? A verdadeira felicidade não pode ser amassada, roubada por ladrões ou queimada pelo fogo. Só é autêntica a felicidade que não é feita de bens materiais.
Homosexualismo não é opção. Pessoas nascem com síndromes Down, autismo, homosexualismo etc. É tão simples assim! Alguns também nascem orelhudos, alguns cegos, outros surdos. Isso não é doença, são formas diferentes de seres humanos.
Gostaria de desabafar, não tem com quem fazer, nem tenho como realizar. Drogas são rotina, a obliteração de meu novo eu em projeto. Busco saídas, não vejo mais alternativas.
Eu te magoei, pisei na bola. Não mereço que me escute. E sei que não mereço seu perdão, mas seria capaz de qualquer coisa pra você me perdoar. Porque eu não sei o que vou fazer da minha vida sem você do meu lado.
Uso a infantilidade para fugir da tristeza mundial, mas ela não me consome... Tenho maturidade suficiente para controlá-la. Se isso é ser palhaço, sou um palhaço individual.
Indepedência é muito mais do que comprar um carro e sair de casa. É não depender das opiniões das pessoas, não viver por ninguém, se desligar das tendências, mas principalmente crescer.
- Você não o precisa de nada para ser você mesmo!
