Nao Acabou pra Mim
Seja grato pelo que você tem; você vai acabar tendo mais. Se você se concentrar no que não tem, você nunca, nunca terá o suficiente.
Nossas experiências dolorosas não são para nos destruir, mas para queimar as nossas impurezas, a fim de que a nossa volta ao Lar seja apressada. Ninguém está mais esperançoso pela nossa libertação do que Deus.
Praticar o bem não é só Natal e na Semana Santa. É sempre.
Se faço o bem ao próximo 365 dias do ano, pra Deus não importa se como ou não carne justo na Semana Santa.
"Não é o que entra pela boca o que torna uma pessoa impura, mas o que sai da boca, isto sim, corrompe a pessoa”.
(Mateus 15:11)
O ser "Ateu" não deveria ter nenhum tipo de preconceito.
Até porque o ateísmo implica diretamente no ato da capacidade de compreensão da multiplicidade deste universo.
Não te revoltes com as pessoas que um dia te fizeram mal, mostre-lhes sempre a felicidade no rosto para que não percebam se o veneno delas funciona ou não.
Não se abale pelo fato de um dia ter demonstrado seus sentimentos para quem não soube valorizá-los, essa pessoa um dia vai ver o que perdeu;
Não adie, não odeie, não reprima. Beije, abrace, enlace. Queira, seja, fique. Ame, ame-se, ame-me. Faça como quiser, só faça se quiser, chega de amar por conveniência.
Saudações´.´
Não é pecado querer ter mais do que já
se tem. Porém é bom ressaltar que se
desprezamos o pouco que temos,
dificilmente teremos o muito que desejamos.
Sacerdote Jushon´.´
Quase sempre a forma que nos vêem não corresponde ao que somos de fato, logo, a tua opinião não me interessa.
Podemos plantar uma casa. Podemos construir uma árvore. Eu não ligo mesmo. Podíamos fazer todos os três.
Não há dúvida de que é inútil e prejudicial lamentarmo-nos perante o mundo. Resta saber se não é igualmente inútil e prejudicial lamentarmo-nos perante nós próprios. Evidentemente. De fato, ninguém se lamentará perante si próprio, a fim de se incitar à piedade, o que nada significaria, dado que a piedade é, por definição, o voluptuoso encontro de dois espíritos. Para quê, então? Não para obter favores, porque o único favor que um espírito pode fazer a si próprio é conceder-se indulgência, e toda a gente percebe quanto é prejudicial que a vontade seja indulgente para com a sua própria e lamentável fraqueza.
Resta a hipótese de o fazermos para extrair verdades do nosso coração amolecido pela ternura. Mas a experiência ensina que as verdades surgem apenas em virtude de uma pacata e severa busca, que surpreende a consciência numa atitude inesperada e a vê, como de um filme que parasse de repente, estupefata, mas não emocionada.
Cesare Pavese, in O ofício de viver
