Nao Acabou pra Mim

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Em Cena, não corram por correr, nem sofram por sofrer.Não atuem de modo vago, pela ação simplesmente, atuem sempre com um objetivo.

"A excessão de nossos pensamentos não há de tão absoluto em nosso poder"

"Saúde, Felicidade e Paz de Espírito são determinados em grande parte pela conciência do poder do pensamento

Se o céu se abrisse de repente, não haveria lei. Não haveria regras. Haveria apenas você e suas memórias... as escolhas que fez, e as pessoas que tocou. Se o mundo fosse acabar, haveria apenas você e ele... e ninguém mais

Amantes de animais são loucos. E talvez eu seja uma dessas pessoas. Não sei.

Os lobos que foram excluídos da alcateia são os mais perigosos. Eles não sentem nenhuma responsabilidade, só ódio e amargura.

O impossível não existe para uma mulher, ele só precisa de tempo para fazê-lo.

Não se pode definir como virtude a matança dos próprios concidadãos, a traição aos amigos e a demonstração de falta de lealdade, de piedade, de consciência e de ideal moral: essas práticas podem conquistar poder ao príncipe, nunca a glória.

Não me considero melhor do que ninguem, meu diferencial consiste em não aceitar as migalhas que o destino insiste em jogar no meu caminho.

"O essencial não é orar muito, mas orar bem. Certas pessoas julgam que todo mérito está na extensão da prece, enquanto fecham os olhos aos seus próprios defeitos. Para elas a prece é uma ocupação, um meio de empregarem o tempo, mas não um estudo de si mesmas."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

O perdão é um dom para ser usado com aqueles que o pedem buscando não cometer mais o mesmo erro.

O verdadeiro sábio nunca vai ajudar ou amar pessoas que não merecem por não terem respeito e caráter
Pois esse tipo de pessoa apenas te suga e te enfraquece

Eu sou incapaz do esquecimento. Lembro de tudo. Isso não é exagero, na verdade, eu sou incapaz de exagerar.

Não sou perfeita
e nem faço questão de ser.
Não tenho os devidos
padrões que a sociedade impõe.
Sou como um Beija-flor!
Nasci com as asas viradas pra trás
Mas nem por isso ...
Deixo de voar!
Anseio incessantemente me encantar
toda vez que alço voos .
Viajo em infinitos horizontes dentro de mim mesma
Não me sinto confortável presa e nem sou feliz
sem alimentar minha alma com o néctar
das flores e dos poemas.

Indiferença não é sentimento, é atitude....por isto a coloco em ação sempre que necessário..... porque ela além de me privar de certas situações , me ensina a viver sem ter que descer do salto, sem ter que revidar, sem ter que deixar escapar de mim meus valores, meus princípios, minha sensatez. A indiferença tem o poder de ser mais ágil que uma indireta, mais forte do que uma ofensa e mais sábia do qualquer tolice humana......em certos momentos a indiferença faz muita diferença porque ela se alimenta de silêncios.

"'Você é químico?' Não, sou Fluminense, respondi de pronto ao ser abordado por um vizinho que me viu brincando com alguns líquidos de diversas cores. Eu tinha apenas três anos de idade, mas com uma convicção clubística anterior ao meu nascimento, e, quem sabe, anterior ao útero materno".

Embora nós não entendamos. Nada acontece por acaso, no fundo as coisas têm seus plano secretos.

Borbulhante

Guardei meu poema dentro de uma bolha de sabão.
Como não ficar seduzida
Pela circunferência lisa e transparente,
Onde o arco-íris passeia docemente,
E morre de amores pela espuma colorida?

Acomodada na nova moradia,
O poema suspirou e adormeceu.
Quando acordou já não mais me pertencia.

A bolha de sabão se deslocara
E o poema apaixonado que eu criara
Descobriu de repente que era teu.

...não gostei daquela tristeza. É mal sinal.
É a tristeza que eles têm antes de desertar ou trair.
É a tristeza que aparece antes de se venderem.
(Robert Jordan - For Whom The Bells Tolls)

Tal como um médico incapaz, que não sabe tratar de um mal senão por um mal maior, o soberano que só sabe governar seus súditos privando-os de todas as comodidades da existência, reconhece abertamente que é incapaz de comandar homens livres.
(Utopia)

Mentes lúcidas, o que se chama mentes lúcidas, não houve provavelmente em todo o mundo antigo mais que duas: Temístocles e César; dois políticos. A coisa é surpreendente porque, em geral, o político, incluso o famoso, é político precisamente porque é torpe. Houve, sem dúvida, na Grécia e em Roma outros homens que pensaram idéias claras sobre muitas coisas - filósofos, matemáticos, naturalistas -. Mas sua claridade foi de ordem científica; isto é, uma claridade sobre coisas abstratas. Todas as coisas de que fala a ciência, seja ela qual for, são abstratas, e as coisas abstratas são sempre claras. De sorte que a claridade da ciência não está tanto na cabeça dos que a fazem como nas coisas de que falam. O essencialmente confuso, intricado, é a realidade vital concreta, que é sempre única. Quem seja capaz de orientar-se com precisão nela; aquele que vislumbre sob o caos que apresenta toda situação vital a anatomia secreta do instante; em suma, quem não se perca na vida, esse é de verdade uma mente lúcida. Observai os que vos rodeiam e vereis como avançam perdidos em sua vida; vão como sonâmbulos, dentro de sua boa ou má sorte, sem ter a mais leve suspeita do que lhes acontece. Ouvi-los-eis falar em fórmulas taxativas sobre si mesmos e sobre seu contorno, o que indicaria que possuem idéias sobre tudo isso. Porém, se analisais superficialmente essas idéias, notareis que não refletem muito nem pouco a realidade a que parecem referir-se, e se aprofundais na análise achareis que nem sequer pretendem ajustar-se a tal realidade. Pelo contrário: o indivíduo trata com elas de interceptar sua própria visão do real, de sua vida mesma. Porque a vida é inteiramente um caos onde a criatura está perdida. O homem o suspeita; mas aterra-o encontrar-se cara a cara com essa terrível realidade, e procura ocultá-la com um véu fantasmagórico onde tudo está muito claro. Não lhe interessa que suas "idéias" não sejam verdadeiras; emprega-as como trincheiras para defender-se de sua vida, como espantalhos para afugentar a realidade.

Homem de mente lúcida é aquele que se liberta dessas "idéias" fantasmagóricas e olha de frente a vida, e se convence de que tudo nela é problemático, e se sente perdido. Como isso é a pura verdade - a saber, que viver é sentir-se perdido -, quem o aceita já começou a encontrar-se, já começou a descobrir sua autêntica realidade, já está no firme. Instintivamente, como o náufrago, buscará algo para se agarrar, e esse olhar trágico, peremptório, absolutamente veraz porque se trata de salvar-se, lhe facultará pôr ordem no caos de sua vida. Estas são as únicas idéias verdadeiras; as idéias dos náufragos. O resto é retórica, postura, íntima farsa. Quem não se sente de verdade perdido perde-se inexoravelmente; é dizer, não se encontra jamais, não topa nunca com a própria realidade.

Isto é certo em todas as ordens, ainda na ciência, não obstante ser a ciência, de seu, uma fuga da vida (a maior parte dos homens de ciência dedicaram-se a ela por terror a defrontar sua própria vida. Não são mentes claras; daí sua notória falta de jeito ante qualquer situação concreta). Nossas idéias científicas valem na medida em que nos tenhamos sentido perdidos ante uma questão, em que tenhamos visto bem seu caráter problemático e compreendamos que não podemos apoiar-nos em idéias recebidas, em receitas, em lemas nem vocábulos. Quem descobre uma nova verdade científica teve antes que triturar quase tudo que havia aprendido e chega a essa nova verdade com as mãos sangrentas por haver jugulado inumeráveis lugares comuns.

A política é muito mais real que a ciência, porque se compõe de situações únicas em que o homem se encontra de repente submerso, queira ou não queira. Por isso é o tema que nos permite distinguir melhor quais as mentes lúcidas e quais as mentes rotineiras.