Nao Acabou pra Mim
A IA a inteligência artificial não nos mete medo por sua infalível capacidade de acertos. No entanto, se futuramente por um novo programa, tiver a possível capacidade de erro, por uma EA emoção artificial, neste momento será um grande risco para toda ingênua humanidade.
Hoje a Igreja Católica Apostólica, já ultrapassa mais de 2000 anos de historia e ainda não aprendeu perdoar, acolher, diminuir as diferenças, cantar, distribuir alegrias sobre a vida e compartilhar abundantemente as refeições. Sendo assim, ano a ano perde mais fieis felizes e livres só angariando poucos personagens, tristes, amargurados e ofendidos. Ainda não entenderam que Deus é vida para viver e conviver em liberdade. Admiro a alegria das Casas de Santo, e das boas vindas dos orixás. Se houvesse um orixá na Igreja Católica, de certo seria Nossa Senhora que acolhe os aflitos, sem nada julgar e confortar com o que mais se necessita por maternidade infinita.
Não existe uma psicanalise completa de uma pessoa, distante da compreensão e analise das quatro personalidades. envolvidas no processo analítico.
👏👏👏 Não nos pertencemos a esse mundo, somos espírito de luz com um universo de possibilidades nos esperando, só que vivemos numa matrix de ilusão onde achamos que estamos aqui para sugar a mãe terra, explorar os nossos irmãos e nos satisfazer sem limites. Devemos acodar e desligar essa banda larga que nos desorienta e rasgar esse véu: enxergar os planetas e estrelas que nos esperam para nos abrigar, acolher e nos dar uma nova roupagem e uma nova vestimenta, para que o nosso Espírito se realize, progrida e redescubra o segredo real da vida, que é a paz, o amor, a felicidade e a União.
Fiquem na paz
Se você não guardar as suas células, em vão vigia seus leucócitos...
Sentimentos infelizes, pensamentos negativos, tristezas, amarguras, raivas, ódios, rancores, invejas, cobiças, leviandades e desesperanças deixam seu corpo vulnerável para os vírus fazerem a festa no seu corpo, te deixando fraco, doente e as vezes: sem vida.
Tenha paz no coração, fé no criador e ame a vida para que seu corpo e sua mente fiquem repletos de saúde, beleza e amor.
Para que tomar remédio, se vc tem a natureza para te curar😘
Muito mais saudável, natural e não tem contra indicação: se não utilizar em excesso...
Aproveite o poder da natureza que Deus deixou para todos
Quem viver, verão
E quem não verão?
Os que se esquentam
_ E acham que é normal...
Em seus próprios invernos
Infernos infinitos
Que verão pela vida...
Liga não, viu!
Estava escrevendo esse pensamento quando Vi vo6c chegando e senti a sua liberdade
As vezes me escondo e me abrigo em minhas estações...
E no meu coração tenho um sol
Por isso que amo viver o presente.
Esse é o meu presente
Para todos vocês.
Raios de luz!...
Paz no coração
Antonio Corrêa
Transforme se
Tudo se transforma
Mas só não se TrAnSfoRmA,
Quem não quer...
Antônio Peregrino Corrêa Portugal
O campo não te dá o que você implora:
Lhe dá o que você se torna
O universo sente o que vai no seu coração e não nas suas palavras e desejos:Ele espelha o que você sente de verdade.
No estado de insegurança. O seucorpo não estar em equilíbrio para receber o que você está pedindo
O sinal fica confuso e nada do que você quer acontece na sua vida.
A solução não é mais esforço. Pedir muito e mentalizar insistentemente:
É ter umssegurança mais profunda: É sintonia fina e alinhamento do que você quer com o que vai em seu íntimo: com a harmonia do seu corpo e do teu ser.
O coração batente na mesma frequência da sua mente e penetrando nas camadas mais profundas da consciência universal
Não adianta implorar e pedir todos os dias:
Por isso faça menos
Porque quando o nosso sistema está regulado e em equilíbrio
Não precisamospedir muito,implorar, insistir, e desejar insistentemente
Porque o nosso sistema magnetiza e atrai tudo quando estamos em harmonia com a nossa mente e a mente universal.
Equilíbrio mente, corpo, coração, sentimentos e emoção.
O campo escuta a nossa coerência e não a nossa performance
Não se impressiona com a correria:Mas, Com a harmonia e com o sistema nervoso vibrando em espectativa
É quando o quântico escuta e quando se alinha com a nossa vibração
Existe um alinhamento, uma coerência, umaIntenção e corpo se alinha com tudo
E com o todo:
É a realidade final de toda a manifestação
Paz no 💓
Para o que é belo, lindo, fantástico, sublime, maravilhoso, infinito e espetacular; as palavras não tem significados... Assim como o amor, as emoções, sentimentos, consciência e Deus...
Parte 1
O tudo está no nada, e o que não tem como explicar, explode, incendeia e faz bater forte, com alegria, os nossos corações.
Gratidão
Paz no 💓
Viva em paz.
Busque a sua liberdade
Saia da sua prisão
Dos pensamentos
Que não te largam
Que te aflige...
Pare, respire fundo
Sinta a beleza do seu lindo 💓
Feche os olhos
Conquiste a sua felicidade
Você nasceu para ser feliz
Acredite no seu potencial
E viva em paz
Paz no ❤️
*EU ME QUERO DE VOLTA*
Saí de casa sem saber para onde ia. Não era exatamente uma viagem. Viagem pressupõe algum compromisso com a chegada. Eu só queria andar.
Peguei a moto cedo, antes que a cidade começasse a cobrar de mim as coisas que eu já não sabia se queria pagar. Uma mochila pequena, pouca roupa, documentos, algum dinheiro e aquela sensação conhecida de que talvez, se eu ficasse longe o bastante, certas coisas dentro da cabeça perdessem o endereço.
A estrada de serra estava quase vazia.
Subi sem pressa. Curva depois de curva. Pinheiros, barrancos, casas isoladas, pequenas vendas onde ainda se podia tomar café sem alguém perguntar se você queria açúcar. Em alguns lugares, o mundo parecia ter esquecido de atualizar a paisagem.
Eu gostava disso.
Talvez porque passei boa parte da vida fazendo exatamente o contrário.
Atualizando.
Mudando de emprego. De cidade. De mulher. De opinião. De planos. Trocando certezas velhas por certezas novas, como quem troca uma camisa suja e acredita que ficou limpo.
Quando somos jovens, ninguém nos explica direito o tamanho da brincadeira.
Dizem para estudar.
Trabalhar.
Construir.
Casar, talvez.
Ter filhos.
Comprar uma casa.
Ser alguém.
A gente acredita.
Depois descobre que existe uma diferença enorme entre cumprir o figurino e caber dentro dele.
Eu cumpri algumas partes.
Outras fiz pela metade.
E algumas fiz tão bem que quase consegui destruir a pessoa que deveria ter sido.
Foi só muito depois que percebi isso.
Na juventude, eu achava que as decepções eram acidentes de percurso. Uma mulher que não ficou. Um amigo que virou estranho. Um projeto que morreu antes de nascer. Uma porta que não abriu. Um sonho que parecia grande demais para o quarto onde eu dormia.
A gente sofre.
Depois chama aquilo de experiência.
É uma maneira elegante de não admitir que não entendeu nada.
Continuei subindo.
Em determinado ponto, parei a moto num acostamento. Havia uma venda pequena, dessas que parecem ter sobrevivido por teimosia. Pedi café. O homem atrás do balcão devia ter mais ou menos a minha idade. Talvez um pouco mais.
Ele não tinha pressa.
Fiquei olhando enquanto ele limpava o balcão com um pano que provavelmente já tinha visto dias melhores.
Pensei em quantas pessoas eu havia observado durante a vida.
Homens cansados.
Mulheres que desistiram de certas coisas sem anunciar.
Gente que bebia todos os dias.
Gente que trabalhava todos os dias.
Gente que dizia estar feliz com a convicção de quem precisava convencer a si mesmo.
Eu costumava olhar para essas pessoas de fora.
Agora começo a reconhecê-las por dentro.
Essa talvez seja uma das partes menos agradáveis de envelhecer.
Você começa a encontrar nos outros os mesmos defeitos que passou anos condenando.
O homem que você julgava acomodado.
Você.
A mulher que você achava que tinha desistido.
Você.
O sujeito que dizia não esperar mais nada da vida.
Você.
É uma espécie de justiça tardia.
A vida não manda boleto.
Manda espelho.
Voltei para a estrada.
Desci a serra em direção ao litoral. O ar mudou primeiro. Depois a paisagem. A estrada se abriu e o mar apareceu entre uma curva e outra.
Parei.
Fiquei olhando.
Não senti nenhuma revelação.
Ainda bem.
Tenho desconfiança de revelações.
Quase sempre elas duram até o próximo problema.
O que senti foi uma coisa mais simples.
Cansaço.
Um cansaço antigo.
Não do corpo. O corpo estava funcionando.
Era outro.
O cansaço de carregar perguntas que aprenderam a se reproduzir.
Quando somos jovens, procuramos respostas.
Depois de algum tempo, percebemos que algumas respostas apenas criam perguntas melhores.
E algumas perguntas não querem resposta.
Querem companhia.
Segui pela estrada litorânea.
Pequenos lugarejos apareciam e desapareciam. Uma igreja. Uma praça. Dois cachorros dormindo na sombra. Um bar aberto numa quarta-feira à tarde. Um velho sentado numa cadeira de plástico olhando para lugar nenhum.
Talvez ele soubesse alguma coisa.
Talvez não.
Essa é outra mentira da idade.
A gente imagina que quem chegou mais longe sabe mais.
Nem sempre.
Às vezes só chegou mais longe.
Foi então que lembrei de algumas coisas que eu tinha deixado para trás.
Não pessoas exatamente.
Momentos.
A adolescência.
Aquele período estranho em que a vida ainda não tinha apresentado a conta.
Eu sinto falta de coisas que, na época, pareciam insignificantes.
Uma rua.
Um quarto.
Uma conversa idiota.
Uma música tocando num rádio ruim.
Uma tarde sem obrigação.
A sensação de que ainda havia muito tempo.
É curioso.
Quando temos tempo, queremos futuro.
Quando o futuro já está parcialmente ocupado pelo passado, começamos a querer de volta algumas tardes.
Não quero voltar a ser adolescente.
Isso seria uma estupidez.
Quero apenas recuperar alguma coisa daquele sujeito que acreditava que a vida podia ser diferente.
Não necessariamente melhor.
Diferente.
Talvez seja isso que eu tenha perdido.
Não a juventude.
A capacidade de acreditar antes de exigir garantias.
Passei anos tentando viver de acordo com aquilo que parecia correto.
E algumas coisas corretas fizeram estragos.
Essa talvez seja uma das coisas que ainda não compreendi.
Como alguém pode fazer tudo conforme o figurino e, mesmo assim, terminar diante de uma vida que não reconhece?
Você trabalha.
Paga contas.
Cumpre compromissos.
Evita escândalos.
Engole algumas vontades.
Adia outras.
Diz “depois”.
Diz “agora não”.
Diz “é o melhor”.
E, quando percebe, existe uma distância entre aquilo que você construiu e aquilo que você era.
Não houve uma explosão.
Não houve música triste.
Ninguém percebeu.
Foi acontecendo.
Depois que sangra, seca.
O problema é que a pele fica diferente.
Talvez algumas coisas tenham morrido em mim em dias que eu achei que tinha apenas perdido.
Uma relação.
Uma amizade.
Uma possibilidade.
Uma versão de mim.
Aquilo não me matou.
Mas algo naquele dia morreu em mim.
Demorei para entender.
Ou talvez ainda não tenha entendido.
A diferença entre amadurecer e se acostumar é uma das perguntas que continuam me perseguindo.
Porque existe gente madura.
E existe gente apenas cansada.
Existe gente tranquila.
E existe gente que desistiu de discutir com a própria vida.
Existe gente que aprendeu a viver.
E existe gente que aprendeu a não reclamar.
Às vezes eu não sei em qual grupo estou.
Talvez nos dois.
Continuei rodando.
O vento batia no capacete e levava embora qualquer possibilidade de pensamento organizado.
Foi bom.
Minha cabeça sempre foi um lugar pouco recomendável.
Sou de carne, osso e uma confusão de pensamentos.
Nunca fui exatamente uma pessoa simples.
Durante muito tempo achei que isso fosse um defeito.
Hoje já não sei.
Talvez a simplicidade seja apenas uma forma eficiente de esconder aquilo que não conseguimos compreender.
Eu sempre vou ser uma confusão.
Não digo isso com orgulho.
Também não digo com vergonha.
É apenas um diagnóstico sem médico.
No fim da tarde, parei perto de uma praia pequena.
Não havia quase ninguém.
Tirei o capacete e sentei num banco.
O mar fazia aquele trabalho antigo de ir e voltar sem precisar justificar nada.
Pensei que talvez eu tivesse passado tempo demais tentando resolver a minha vida.
Talvez a amnésia resolvesse o problema.
Esquecer algumas coisas.
Esquecer algumas pessoas.
Esquecer certas versões de mim.
Mas logo percebi que seria inútil.
Porque não é o passado que continua nos perseguindo.
Somos nós que continuamos voltando até ele.
Voltei para a moto.
Ainda não sabia para onde iria dormir.
Também não sabia o que faria no dia seguinte.
Pela primeira vez em muito tempo, isso não pareceu uma ameaça.
Talvez porque eu tenha finalmente entendido que planejar tudo não me protegeu de nada.
Tudo correu como eu não planejei.
E, apesar disso, cheguei até aqui.
Não é uma vitória.
Também não é uma derrota.
É apenas o lugar onde estou.
A estrada continuava pela costa.
Eu podia seguir.
Podia parar.
Podia voltar.
Não havia placa dizendo qual das três opções seria a mais correta.
Ainda bem.
Passei anos demais obedecendo placas.
Naquela noite, enquanto o céu escurecia sobre o mar, pensei numa frase que não parecia minha, embora viesse de dentro:
eu me quero de volta.
Não o homem que fui.
Isso seria impossível.
Quero de volta alguma coisa que existia antes de eu começar a negociar comigo mesmo.
Antes de transformar desejo em obrigação.
Antes de confundir responsabilidade com abandono.
Antes de aprender a dizer “é assim mesmo”.
Talvez viver seja justamente isso.
Perder algumas versões de si.
Encontrar outras.
E, de vez em quando, reconhecer uma antiga no acostamento.
Parar.
Olhar.
Não tentar trazê-la de volta.
Apenas agradecer.
Depois subir na moto e continuar.
Porque existir é pouco.
É preciso viver.
Mesmo sem saber exatamente como.
Mesmo carregando perguntas.
Mesmo fazendo errado.
Mesmo descobrindo tarde demais que algumas respostas não estavam na estrada, na cidade, nas pessoas ou nos lugares para onde fugimos.
Estavam naquilo que a gente evitou olhar enquanto ainda tinha tempo.
O motor pegou na primeira tentativa.
Pus o capacete.
Acelerei.
Vamos, vida.
Me surpreenda.
Dessa vez eu não vou exigir que você faça sentido.
SOBRE O AMOR...
O amor não é um sintoma
emocional. Amar é
escolher cuidar, quando não
detém nada em troca.
O amor é ofertar, sem
esperar reciprocidade.
Amar não é uma conjuçao
verbal, o amor é acolhimento
de forma natural.
Viana Filho
A experiência não impede os erros; ela nos dá consciência suficiente para reconhecer os mesmos erros quando eles tentam voltar.
