Nao Acabou pra Mim

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E é por isso que eu gosto lá de fora,
Porque acredito que a falsidade não vigora.
Lá, onde a natureza fala sem mentir,
onde o vento sopra livre e me ensina a existir.
Longe das máscaras, das palavras sem valor,
encontro na simplicidade a verdade do amor.
— Aldemi Escobar de Matos

“Quem aprende a amar o céu não deixa de olhar para ele porque uma pipa caiu.”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

“A pipa só pode ser considerada pronta depois de ser testada no céu, [...] logo ela não espera estar pronta para tentar voar.”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

“Segure firme o seu carretel. Observe o vento. Prepare sua pipa.
Não tenha medo de sonhar alto.
O céu nunca pertenceu àqueles que apenas o admiravam de longe.”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

“O limite do céu talvez não esteja nas nuvens. Talvez esteja apenas até onde a sua coragem de acreditar consegue alcançar.”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

“E, quando chegar o momento de soltar a linha e ver sua pipa encontrar o vento, não se preocupe apenas com a altura que ela alcançou. Nem com as outras pipas que cruzam e disputam o mesmo céu. Cada uma possui sua própria estrutura, sua própria linha, seus próprios ventos, seus próprios desafios e seu próprio condutor.”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

Relacionamentos não precisam de pessoas perfeitas, mas de duas pessoas dispostas a reconhecer, perdoar e fazer diferente.

... que aquilo que dissemos com raiva não seja maior do que tudo aquilo que construímos com amor.

Não há droga maior do que a ignorância.

A Religião Cósmica do Amor e da Verdade
Aproxima-se o momento.


Não um momento marcado por relógios ou calendários, mas um momento escrito nas entranhas do universo, soprado pelo Espírito que paira sobre toda a criação. A humanidade caminha, ainda que tropeçando, em direção a uma nova consciência: a religião cósmica do amor e da verdade.


Não será uma religião de templos de pedra, mas de corações vivos.
Não será uma religião de dogmas que separam, mas de verdades que unem.
Não será uma religião de ritos exteriores, mas de transformação interior.


A religião cósmica do amor e da verdade.


Ela não pertence a uma nação, a um povo, a uma tradição. Ela pertence ao universo inteiro. Ela fala a linguagem das estrelas e o sussurro do vento. Ela se revela no silêncio da alma e no grito da consciência desperta. Ela não exige que abandonemos nossas heranças, mas que as transcendamos, elevando-as àquilo que é essencial: o amor que edifica e a verdade que liberta.


Os seres humanos terão compromisso com a sabedoria, com a verdade e com o amor.


A sabedoria, que não é acúmulo de conhecimento, mas a arte de discernir o que é eterno no que é passageiro. A sabedoria que nos ensina a calar quando a palavra fere, e a falar quando o silêncio oprime. A sabedoria que nos faz buscar Deus não apenas nos livros, mas nos rostos, nas dores, nas alegrias e nos mistérios da existência.


A verdade, que não é uma arma para vencer debates, mas uma luz para iluminar caminhos. A verdade que não humilha, mas liberta. A verdade que não divide, mas revela a unidade profunda de toda a criação. A verdade que nos faz reconhecer que somos todos filhos do mesmo mistério, irmãos na mesma jornada, herdeiros da mesma esperança.


E o amor, que é o princípio e o fim de tudo. O amor que não é sentimento passageiro, mas força cósmica que move o sol e as estrelas, que sustenta o átomo e o infinito. O amor que nos faz ver Deus no outro, especialmente no mais pequeno, no mais pobre, no mais esquecido. O amor que é a própria essência de Deus, pois "Deus é amor" (1 João 4:8), e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.


E essa será a sua prática religiosa e espiritual.


Não haverá necessidade de grandes rituais, embora cada gesto de bondade seja um sacramento. Não haverá necessidade de grandes discursos, embora cada palavra de verdade seja uma prece. Não haverá necessidade de grandes templos, embora cada coração sincero seja um altar.


A prática será o cotidiano transformado em oração.
O trabalho feito com integridade será a liturgia.
O cuidado com o próximo será a penitência e a celebração.
A busca incansável pela verdade será o caminho.
E o amor derramado sem medida será a recompensa.


Nessa religião cósmica, a fé não será cega, mas verá além das aparências.
A esperança não será ilusão, mas certeza do que não se vê.
E o amor não será palavra vã, mas a própria respiração da alma.


Aproxima-se o momento.


E quando esse momento chegar, não haverá mais separação entre o sagrado e o profano, entre o céu e a terra, entre o homem e Deus. Tudo será um. Tudo será amor. Tudo será verdade. Tudo será sabedoria.


Porque a religião cósmica do amor e da verdade não é uma invenção humana — é o próprio coração de Deus pulsando na história, chamando a humanidade de volta à sua origem e ao seu destino.


Os seres humanos terão compromisso com a sabedoria, com a verdade e com o amor.
E essa será a sua prática religiosa e espiritual.


Que assim seja. E que comece agora, em cada um de nós.

"Quem enxerga na missão uma grande oportunidade amplia não apenas os seus horizontes, mas também as suas potencialidades. Ao servir aos outros com todo esse aprendizado, constrói uma presença única, valiosa e imprescindível."

Um sentimento não expressado no momento certo,
arrependimento para uma eternidade.

Uma partida repentina e eterna,
sem aviso, deixando
a amarga sensação da oportunidade perdida.

Dois carros, uma batida.
O adeus não existiu.

Na ordem da Natureza,
Um estúpido não erra:
ele insiste.

"Eu não sou aqui desse mundo,,estou só de passagem. "

Não sou escritora, não sou poeta, não tenho a pretensão de está correta... Sou apenas alguém que gosta de compartilhar o que pensa. E a cada novo pensamento, brotam sentimentos, inspiração, tormentos... e a vontade sublime de externar e compartilhar o que vem da alma, do coração, da razão. Afinal, o que é o homem sem pensar?

Nem todos os dias são bons, a vida não é um conto de fadas... Contudo, os dias difíceis é que nos fortaleçe, trabalha a nossa resiliência e nos impele à reflexões... Se vivêssemos em um eterno "mar de rosas " estaríamos fadados ao conformismo e jamais cresceríamos como pessoas. A dificuldade forma o caráter e diz de que minério somos formados.

⁠Sou uma menina malvada, às vezes malcriada quando se fala em paixão. Não respeito, não entendo, não aceito ou compreendo as loucuras que cometem para manter uma relação. Sou assertiva, sou serena, sou prática como os empresários são... Quando acaba o sentimento, levanto vôo e nem penso... Simplesmente parto, sem dar margens a brigas, sofrimentos e muita argumentação...

⁠Encontros, desencontros.. Não podemos deixar que os dissabores sejam a tônica das nossas vidas.. É preciso ser forte, ter foco, determinação. Tudo tem seu tempo e seu momento, levanta a poeira e vai.

Orfandade a Dois

Existe uma orfandade que ninguém vê,
não é de pai, não é de mãe —
é do zelo que se perdeu no meio do caminho.

É deitar ao lado
e sentir frio mesmo com o corpo quente ali.
É ter companhia
e ainda assim conversar com o silêncio.

Sinto falta do cuidado miúdo,
do “vai dar certo” dito nos dias nublados,
do olhar que encoraja
antes mesmo das palavras nascerem.

Sinto falta do afago sem pressa,
do beijo que pousa na testa
como quem promete:
“eu fico”.

Há uma fome de carinho
que não se mata com presença,
porque presença sem ternura
é casa sem luz.

É orfandade de incentivo,
de mãos dadas nas batalhas,
de alguém que veja
e celebre o que há de bom em mim.

Não peço excessos,
peço zelo.
Não peço promessas,
peço cuidado.

Porque pior que estar só
é sentir-se só
no lugar onde o coração
esperava abrigo.

Entre Nós e o Tempo

O tempo passou…
e não passou leve.
Passou pesado,
arrastando aos poucos
tudo aquilo que um dia fomos.

Trouxe a distância —
não só dos corpos,
mas das almas.
A tristeza de deitar ao lado
e ainda assim sentir falta.
A dor de estender a mão
e tocar apenas o vazio.

Trouxe diferenças
que cresceram como muros silenciosos.
Palavras que já não encontram abrigo,
sentimentos que falam sozinhos.

E a indiferença…
ah, a indiferença é a mais cruel.
Ela não grita,
não quebra nada —
ela apaga.
Apaga o brilho do olhar,
apaga o cuidado,
apaga o “eu te vejo”.

A falta de afago machuca.
Machuca porque o corpo lembra
do carinho que existia.
Machuca porque o coração
ainda espera o abraço
que já não vem.

O que era riso virou silêncio.
O que era conversa virou obrigação.
O que era amor virou hábito.

Já não somos encontro de almas —
somos rotina compartilhada.
Somos dois caminhos
que insistem em andar lado a lado
mesmo sabendo
que já não se cruzam por dentro.

E existe uma tristeza funda,
daquelas que não fazem barulho,
mas pesam no peito.

A tristeza de saber
que ainda estamos aqui…
mas já não estamos um no outro.

E dói.
Dói porque foi verdadeiro.
Dói porque um dia foi amor —
e hoje é apenas permanência.