Nada Pior que o Silencio
Que o silêncio da mente seja o remédio da alma, e que a paz interior cure o que o tempo não alcança.
No silêncio da mente, a voz do espírito desperta. É lá que a verdadeira força se revela e o impossível se dissolve.
O segredo maior mora em silenciar a mente, pois é no silêncio que a verdade sussurra, a alma se renova e a força desperta.
Que seu silêncio seja seu despertar, e que seu despertar traga a força que apenas o silêncio pode revelar.
ao desejo azul vibrante
Ele é o toque que queima,
a palavra que não precisa ser dita,
o silêncio que diz mais que o grito.
Ele é azul vibrante,
não porque escolheu ser,
mas porque não poderia ser outra coisa.
E quem o toca,
quem o vê,
se perde,
sem querer ser encontrado.
Talvez meu lugar não seja entre homens,
talvez meu nome não deva existir.
Se o céu é silêncio e o chão é tristeza,
para onde devo enfim partir?
Cabelos Curtos.
Ó menina, de olhar castanho e fios ao vento,
Foste um desejo, um silêncio em tormento.
Quis-te além da razão, do que pude entender,
Um amor que queimava sem me aquecer.
Perdi-me em um sonho que só eu criei,
Num mar de ilusões, sem porto, ancorei.
Insisti no vazio, sem nada alcançar,
Até que soltar-te fez-me encontrar.
Na tua rejeição, renasceu meu valor,
Na tua ausência, enxerguei minha dor.
Hoje, sem mágoa, só gratidão,
Foi teu "não" que me deu direção.
O silêncio pode ser a resposta mais eloquente. Carregado de significados, cuja recusa a interpretação coloquial há algo de solene nele, como se fosse um vácuo carregado de intenções.
No fundo, o silêncio é um convite à introspecção, à compreensão do não dito, ao peso das palavras que poderiam ser ditas, mas cuja ausência fala por si.
Nem todo autista fala, mas todo autista se comunica. Às vezes, o silêncio é uma resposta. Às vezes, um olhar diz mais do que mil palavras. O problema não está em quem se expressa de maneira diferente, mas na sociedade que só valoriza um único jeito de ser.
Certa vez, enquanto caminhava
pelo vale das sombras, apenas a
o silêncio e a escuridão reinavam
Porém, você chegou e iluminou
o caminho.
Me fez perceber que
não é tão ruim ficar na luz.
Entretanto, o destino conspirava
nosso amor, e em um golpe cer-
teiro nos derrubou.
Discutimos sob o reflexo de sua
sombra. Por um motivo fútil, me
arrependo de ter aberto minha
boca.
Minha maior confidente havia ido
embora, agora às únicas coisas que
restam é um coração partido que
busca conforto em memórias.
Escolhi a solidão
Como minha última companheira
Nela encontrei um leito de silêncio e paz
Longe das ilusões que as pessoas nos impõem conforme seus próprios desejos e interesses
Estou liberto das garras da ilusão
Dos amores convenientes
Que te aprisionam num ciclo cansativo e destrutivo onde no final o desgaste é só teu
Escolho minha doce e amada solidão
Ela me escuta e com seu silêncio me ensina a vida onde posso me ver e me sentir prisioneiro liberto dad correntes das decepções
Na solidão me encontro todos os dias e sou livre sem correntes nem prisões em conveniências sociais e amores infames...
Sorrir com dor,
amar em silêncio,
consolar o outro.
Perdoar o imperdoável,
acolher no vazio.
Amar o próximo é amar a vida,
ser forte é viver,
mesmo quando a alma cansa.
Não nasci para morrer de amor, o silêncio é um desatino varrido pelo tempo, dizendo que devo me curar com a dor.
Tento espalhar a confiança por onde eu for, mas no caminho os espinhos me ferem quando me lanço na paixão desse desamor.
Se a voz insiste em nos chamar,
será loucura ou um aviso a se escutar?
No silêncio da noite, ela vem sussurrar,
entre o medo e o mistério a nos rodear.
Se não sou eu e nem é você,
quem nos chama sem a gente querer?
No portão ou no quarto escuro,
o som ecoa como um presságio puro.
Ignorar ou tentar entender?
Se afastar ou deixar acontecer?
Entre o real e o desconhecido,
a voz segue, num chamado infinito.
A voz do silêncio é o sussurro da alma que revela verdades que o barulho do mundo insiste em esconder.
