Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
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BIRRA:
Sou um feto, quase 40 semanas e lá estou no ato do parto fazendo birra pela primeira vez, eu não queria ter saído de lá onde estava, lá era quente, aconchegante, confortável, o alimento sempre chegava eu flutuava.
Sou um recém nascido agora, talvez alguns dias apenas e choro com todas as minhas forças, quero preencher o vazio do meu estômago com o leite de minha mãe.
Agora sou criança com pouco menos de 2 anos, quero colocar tudo em minha boca, reconheço o mundo assim, mas meus cuidadores ficam em alerta, afinal posso me engasgar ou até mesmo ter contato com alguma bactéria/infecção, então tomam de mim o objeto e deixo de saciar o meu deleite, eu sou inocente demais para perceber e lá estou mais uma vez aos gritos fazendo birra sem nem ao menos saber o que é birra.
Talvez eu tenha agora uns 4 anos, estou por ali no supermercado ou alguma lojinha e cismo com um doce, ou um brinquedo qualquer, toda vez que saio com a mamãe acabo ficando encantado com o colorido das embalagens, é quase que irresistível para meus olhinhos. Eu pego na mão e quero porque quero, mamãe disse que não, não sabendo argumentar, uso minha arma letal “ choro bem alto mais uma vez”, às vezes funciona e eu ganho a coisa que é objeto do meu desejo. Graças a birra mais uma vez.
O tempo passou e eu sofri calado, não deu pra tirar ela do pensamento...
Brincadeira, essa é só uma frase de uma música que fez sucesso nos anos 90.
O tempo passou e diversas outras cenas se repetiram.
Meu joelho ralou, eu quis assistir até mais tarde, queria um pouco mais de sobremesa, não queria vestir aquela roupa, brincar na rua só mais um pouquinho, fazer o dever de casa, nossa foram tantos momentos, tantas birras.
Iai quando se vê já sabe né ?
São seis horas como diria o grande Drumond.
Quando se vê você já é um pseudo adulto, já está na rota da vida, já foi... o tempo de birra passou, agora aguente.
Aguentei.
Aguentamos.
Costa larga não é isso ?
É isso que nossa espécie faz.
Aguenta e chega no dia seguinte.
Pronto, aqui eu acabaria o tema desse ensaio sobre birra. Sobre o ciclo dela.
Mas me pergunto como posso acabar algo inacabável ?
Só se eu fosse imaculável.
Não sou.
Me diz quem é ?
Portanto sigo escrevendo sobre o objeto de todas as birras, “o aprazível”, que em sua linha tênue das garantias tangíveis me faz inconscientemente voltar ao ato do parto, ao primeiro manifesto de insatisfação, ao primeiro grito de angústia pela satisfação do objeto prazeroso.
Eita animalzinho indomável que sou.
Acho legal a pose no retrato,
A parte boa dos triunfos contados aos cantos do mundo.
Mas eu não, agora não, hoje não, por somente essa noite não, sem embelezamentos constantes que elevam daqui e enclausuram dali.
Hoje só quero expor o animal, o bicho, a forma indomável que joga toda inteligência no chão.
A rasteira instintiva que como diria Leandro Karnal em uma palestra disponível no YouTube “ coloque ingleses finos, educados, refinados, com suas gravatinhas borboletas e os avise que ficarão em uma sala trancados por um mês e o único alimento que terão será um Danoninho, um único Danoninho”, em poucos minutos teríamos segundo Karnal toda queda dos bons costumes.
Me arriscaria em citar o mestre Pondé quando diz “ Se ficássemos sem energia elétrica, em algumas semanas voltaríamos para a pré história”.
A ficção científica já brinca com isso também, (The 100, the walking dead) e por aí vai.
Olho por olho.
Dente por dente.
“ Um por todos e todos por um só nos mosqueteiros”.
Na vida real mesmo é como na vila do sossego do Zé Ramalho “ Na tortura, toda carne se trai”.
Ou pode ser que nas palavras de
Maslow tudo se encaixe mais adequadamente com os desejos e as necessidades que chegam primeiro na corrida dos desejos humanos.
Se é sobre sobreviver então mais uma vez encontramos um amigo para nos fortalecer o pensamento:
Charles Robert Darwin com sua teoria da evolução.
Melhor adaptação, reprodução e que a vida continue.
Fim !
Ou começo ?
Fim!
Ou início ?
A birra : ato ou disposição de insistir obstinadamente em um comportamento ou de não mudar de ideia ou opinião; teima, teimosia. Quando renitente e motivado por algum capricho, paixão ou suscetibilidade; implicância, má vontade.
Isso que chamamos de birra, é benéfico ?
Ou é um pouco de nós que morre ao gastarmos energia com nossas convicções na hipótese de serem estupidas e destruidoras ?
Eu fiz muito birra.
Nenhuma delas me matou.
Me fizeram chorar. Me causaram angústia e frustrações. Mas com os anos fui percebendo melhor as regrinhas do que podia ou não podia em sociedade, ficou tudo bem pra mim, assim como deve ter ficado pra você também, tão bem que se uma criança quer uma bala antes do almoço e resolve fazer uma birra, eu e você como adultos sãos e dentro de um contexto mínimo de noção, talvez diríamos que não.
E essa criança repetirá o ciclo.
As birras vão mudando de níveis, vai saindo do que antes era uma mama responsável por saciar a fome, para uma bala, um brinquedo, uma brincadeira desmedida até mais tarde e esse poderia ser o ciclo.
Então você cresce: passa pelos 20, 30, talvez 40, talvez 50 ou 60 anos.
Você não quer mais tanta bala quanto queria antes, as brincadeiras já ficaram pros filhos, netos, sobrinhos ou para as crianças de seus vizinhos.
Motivos para birra já não há mais.
Motivos, motivos, motivos mesmo, daqueles incompreensíveis tais como eram em sua infância ou talvez adolescia, no máximo juventude.
Qual a questão então ?
O adulto só muda de endereço.
Um baiano que muda para o Goiás ainda será um baiano.
Um goiano que muda para São Paulo ainda será um goiano.
Até eu mesmo que nasci no Piauí e sair carregado nos braços com menos de dois anos em direção à Brasília, ainda sou um Piauiense. Tudo bem, não tenho sotaque, não sou adepto a culinária, não conheço todo regionalismo, mas sou. Minha raiz é. Minha árvore genealógica ascende ali.
A criança sai da infância metaforicamente falando e caminha para vida adulta.
Mas ainda é uma grande birrenta !
Só que por desejos diferentes.
Qual o problema disso ?
Nenhum, tá tudo bem, desde que não custe a sua vida.
Depois de quase apagar a luz do sol e virar poeira, me despeço da parte animal e indomável em mim que é uma manisfestante materializada em forma de birra, para que eu permita o ascender do amanhecer diante das minhas pupilas e que a íris de meus olhos possa continuar captando beleza.
Bem vindo Antônimo.
“O Antônimo de birra” depois de chegar nas últimas consequências é o único caminho para que os batimentos cardíacos não se encerrem antes do tempo.
Tiago Szymel
Certa vez falido e desempregado pedi a Deus um emprego em que não trabalhasse nem sábado nem domingo. Ele prontamente me concedeu um de domingo a domingo. Ao agradecer verdadeiramente e de coração o presente, Deus satisfez o meu desejo.
Estou vivendo um passo de cada vez.
se sofri hoje,
Amanhã estarei de pé.
Se chorei por você hoje.
Amanhã eu sorrio e taco o Fada-se.
Se te mandei mensagens hoje.
Amanhã apago seu contato.
Até porque quem vive de Passado é contato eu vivo de presente pra ver você quebrando a cara no asfalto....
Raiane Oliveira...
SONHO
Toda vez que você falta
Eu sinto um vazio
Parece que meu coração está afirmando
Que quero estar contigo
Não sei o quê dizer
Me sinto envergonhada
Meu rosto está queimando
De tanto que estou corada
Está paixão
Não tem pé nem cabeça
Até nos sonhos nos encontramos
Mais que grande proeza
Espero que esse sonho
Seja verídico
Que ele aconteça logo
Enquanto ainda estamos vivos.
Era uma vez duas serpentes que não gostavam uma da outra. Um dia encontraram-se num caminho muito estreito e como não gostavam uma da outra devoraram-se mutuamente. Quando cada uma devorou a outra não ficou nada. Esta história tradicional demonstra que se deve amar o próximo ou então ter muito cuidado com o que se come.
- Respire
Todos paramos de respirar um dia; e se vivêssemos uma respiração por vez?
Talvez poderíamos alcançar o tal nirvana; apreciando, amando, observando, agregando, filtrando, compreendendo, questionando a tudo em busca da relevância que o faz ser vital, digno de tempo investido.
Achamos que respirar é fácil, porque é “inato”, palavra legal esta né?!
Praticamente o tempo todo nem notamos o respirar; quando a respiração virou tão automática, monótona e sutil que todo o resto do corpo ignora?
Pense no título: “prenda o fôlego”, você precisa prendê-lo porque perdeu o controle sobre ele, o controle que é ter a percepção de enxergar a beleza, felicidade e oportunidade que respirar significa.
Assuma o controle da sua respiração, e viva cada momento como se fosse o último da sua vida!
E, pelo menos uma vez, uma mulher vai te trair
Mas você também, um dia, trairá
Vai aprender que ainda não sabe amar
Vivendo um dia de cada vez, sem medos, sem culpas, e de alma leve como a muito tempo não sentia a certeza de estar no caminho certo.
O que a atenção plena faz é criar um espaço em sua mente para que você possa “responder” em vez de simplesmente “reagir”. Na visão budista, você não pode controlar o que lhe vem à cabeça; tudo surge de um vácuo misterioso. Perdemos muito tempo julgando a nós mesmos por sentimentos que não surgiram por vontade própria. A única coisa que podemos controlar é a maneira como lidamos com esses sentimentos.
Agora sei que, se me tivesse olhado, por um momento que fosse, poderia ter-me visto. Alguma vez voltarei a estar, assim, de novo diante de mim?
Viver no ápice da loucura é viver uma vida desmedida sem limites, um dia de cada vez na destruição, usando drogas, bebidas, cigarros, concupiscência carnal, adrenalina sem limites, colocando a vida em risco a todo instante, um gozo momentâneo que traz uma consequência infernal por toda a vida!
Vejo a escuridão ao meu redor e vejo um ponto de luz, mas toda vez que eu tento mim aproximar dela, ela fala não e se afastar.
Um dia de cada vez
Não se preocupe com o amanhã. -
Mateus 6:34
Escritura de hoje : Mateus 6: 25-34
Talvez você tenha visto a frase "Um dia de cada vez" em um adesivo de carro, placa ou imã de geladeira. O slogan é frequentemente usado pela recuperação de alcoólatras como um lembrete de que uma pessoa não precisa ficar sóbria para sempre - apenas por hoje. Um mês, ou até uma semana, sem álcool pode parecer impossível para eles. Mas a chave do sucesso é confiar em Deus pela força de dizer não a uma bebida hoje .
O fio da vida "um dia de cada vez" é tecido em toda a estrutura das Escrituras. Deus supriu os israelitas com maná diariamente (Êx 16: 4). A misericórdia de nosso Pai celestial é nova todas as manhãs (Lam. 3: 22-23). Jesus ensinou Seus seguidores a pedir seu “pão diário” (Mt. 6:11) e a se recusar a se preocupar com o amanhã (v.34). Parece que é uma lição que aprendemos com dificuldade, mas que contém a chave da vida e da paz.
Quando enfrentamos uma situação que parece esmagadora, podemos nos desviar para desesperança ou desespero, imaginando como seremos capazes de aguentar até o fim. Mas as palavras de conforto e encorajamento de Deus nos lembram que Ele "diariamente nos carrega benefícios" (Sal. 68:19).
Pão diário. Luz diária. Força diária. Quando o amanhã parece muito longo para durar, Deus nos lembra de confiar nEle - um dia de cada vez.
Refletir e orar
Dia após dia e a cada momento que passa,
encontro força para enfrentar minhas provações aqui;
Confiando na doação sábia de meu Pai,
não tenho motivo para preocupação ou medo. - Berg
Deus não nos pede para suportar os encargos de amanhã com a força de hoje. David C. McCasland
Uma jovem que passou por um monte de coisas ruins está só pela primeira vez. Acabou de terminar com o namorado. Está se sentindo isolada, sozinha... e, talvez, no calor do momento, tenha inventado algo sem pensar direito, para ganhar a atenção de que ela precisava.
As águas de um rio passam uma única vez pelo mesmo lugar,
mas você é um rio de águas cristalinas que todos os dias
passam para banhar o meu corpo e saciar a sede da minha alma.
“Quando um ministro precisa afirmar mais de uma vez que ele vai permanecer no cargo, pode apostar que vai haver substituição.”
Busque dentro de si a verdade por excelência, o divino que se faz presente em cada um de nós, em vez de ser gado(instrumento de manobra) das religiões, dos partidos políticos, dos clubes futebolísticos, das ideologias utópicas e de todo um sistema que ludibria para escravizar e explorar. Esse mecanismo sádico e ganancioso se diverte, iludindo e explorando seus adoradores até a última gota de sangue, sendo apenas joguetes dos deuses fajutos diante de seus brinquedos-escravos (que são meros cegos idólatras), descartando-os depois como lixo por puro bel-prazer.
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