Música em forma de poema

Cerca de 24133 poema Música em forma de

Tua voz é música que dança no vento, Teus gestos, poesia que
toca o coração.
Em teu ser moram sonhos e encantamento, Um amor que floresce sem explicação.

A música das esferas


Eu vejo os músicos tocando, acariciando pequenos animais para que cantem o que está no seu íntimo. Sons prateados, resmungos acastanhados, gritos de grifos. Quem poderia se lembrar do que foi esquecido, mas, realmente, nunca olvidado?

POR QUE É FÁCIL E POR QUE É DIFÍCIL?




uma ajuda da música




Uma música decorada é fácil quando a conhecemos bem. É difícil quando ainda não a decoramos. Uma música improvisada é fácil quando a tocamos sem consciência. Uma música improvisada é difícil quando temos de seguir uma forma.
O que é a improvisação e a música decorada? Uma é a música viva, a outra é a música morta. Quando algo está fixo é fácil de conhecer, quando há movimento há maior dificuldade. Quando não conhecemos alguma coisa é fácil de acrescentá-la, quando a conhecemos, temos dificuldade de delimitá-la, porque já a definimos. Portanto, a vida é fácil quando não somos robôs, mas quando somos loucos.

A mafia a música e transição entre pensamentos e a cultura desprovida...


O destino é simplicidade uma caminho trilhado antes do nascimento


A transgênia racional floresce na cultura da sociedade...


Os achados da sociedade moderna antológica música torna se evidência da desconexão do ser humano.

Cabeças ocas sem fundamento crítico o ambiente psicologico perfeito!
música o domínio mental.
dominio astronômico com fake news e drama da exploração cósmica...
O ser cósmico dentro da superfície da gaiola.
Pois domínio mental é simplicidade alienado.
O ser alienado busca independente da própria existência social num labirinto aonde ser contemporâneo se repete no reflexo da gaiola.

Na sombras a poesia está morta.
Seria simplório a música encanto da minha vida...
Então são metáforas de um sentimento...
Exposição da carne nua crua comida pelo corvo...
O corvo é preso pelo delito de comer...
Nas sombras o assassino se vangloria...
Seus caminhos são expostos pela lucidez..
Ar sombrio engana de madrugada...
Espinhos da rosa morta são belas...
Num suposto telema apenas olhares num estante vazio.
O glamour do pos morte na mesma palidez observa que o brilho do luar.
Sois antro perdido de alegrias e tristeza pois declínio do silêncio é o algoz do silêncio.
Tal conciliação atroz sentimento o fruto do esquecimento.
Embora seja maravilhoso o renascer do amanhecer,
Como amantes cansados espera o entardecer do dia para acordar e contemplar as trevas do anoitecer.

Eu sou música pros teus ouvidos...
Eu sou a sua frase preferida...
Eu sou poema , strofe, poesia...
Sou tardinha , sol poente...
Brisa que passa tocando teu rosto...
Sou aquela estrela cadente... que passa rasgando o céu da noite...
Eu sou silêncio.. no barulho dos teus pensamentos..
Eu sou aquela chuvinha caindo a noite...
Sou saudade... sou aquele aperto no peito que insiste em abraçar-te...
Eu sou o tempo que as vezes passa depressa.. num piscar de olhos... eu sou... eu fui...eu serei pra sempre... porque o amor nunca morre...

Artistas que merecem respeito,
na música Roberto Carlos,
com o mesmo carinho,
Léo Canhoto e Robertinho...
aplauso em nossa nação,
com alegria no coração,
Na Locução,
Fazendo o povo feliz,
aplauso pro Danicrys!

Música - É nóis na pista


Chama!
Nós que comanda
Nós que banca
De Coribe a Cocos
Tomando whisky com água de coco
Os correria
Do Oeste da Bahia


I ae Santa Maria
Chama a mulherada
Chama a rapaziada
Tocar o terror
Bagulho apenas começou
Entra no clima moleque
Muito rap
Muita bebida
É nóis na pista

Olha, sabia que antes de eu te conhecer, meu vizinho não reclamava de música alta, meu pai não me achava um sem futuro?


Antes de eu te conhecer, meu psicólogo só me via uma vez por semana, meu padre me via todos os domingos e eu testemunhava sobre como Jesus foi bom. Agora eu espalho a palavra sobre o quanto você foi má


Antes de eu te conhecer, eu falava sobre tudo com a minha mãe, eu não precisava apagar as mensagens antes de dormir


Antes de eu te conhecer, eu tinha medo de monstros debaixo da cama e não de dormir com eles em cima dela


Mas depois que eu te conheci, eu trato o destino como um acidente


Eu não vejo os sinais nem que estejam na minha frente, seja tarô, cigana ou vidente, nenhum aviso é suficiente


Porque depois que eu te conheci, eu não acredito mais em “era pra ser”, ou em qualquer clichê ou fadas do dente


Era uma vez nós dois, e depois fomos tristes pra sempre..

Ministério, da Música.
Aprender, sobre a música.
Trabalhar, com a música.
Música do passado, do presente, & do futuro.
Instrumento(s).
Caixa, de som.
Com fio, & sem fio.
Tecnologia.
Limpeza.
Vários tipo(s), de música(s).

Faço música para sobreviver ao meu coração partido pela vida. Faço música para não sufocar em minha própria intensidade. Faço música porque, sem ela, não sobreviveria. Faço música porque é a única forma de dizer o que sinto com alguma segurança.
Faço música porque não há outra alternativa. Faço música porque é o que mais amo no mundo. Faço música porque ela é o que me salva. Faço música para sobreviver a minha própria intensidade. Faço música porque, através dela, me conheço e reconheço o que atormenta a minha alma.
- Marcela Lobato

Uma coisa lhe digo,
com toda certeza,
ouço e me ligo,
numa boa música sertaneja.
No raiz, com muito carinho,
Tião Carreiro e Pardinho...
No romantismo os meninos bons de gogó,
Chitãozinho e Xororó!

A arte e a música brasileira produzidas a partir da década de 1980, especialmente o rock e o metal, carregavam consigo marcas profundas da resistência e da indignação contra os anos de repressão impostos pela ditadura. A fúria presente nas letras, nos instrumentos e nas atitudes não era apenas estética: representava a necessidade de uma geração de recuperar a liberdade de expressão e confrontar uma sociedade que havia sido silenciada.
O rock e o metal tornaram-se, portanto, manifestações de inconformismo social e político. Eram vozes que transformavam revolta em arte, questionando autoridades, costumes e estruturas sociais. Mais do que simples entretenimento, aquela produção artística refletia o desejo coletivo de romper com o medo e recuperar o direito de pensar, criticar e existir livremente.


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A caixa de música da boneca de porcelana quebrada.




Existe uma coreografia exaustiva que aprendi a seguir: curvar os lábios em um sorriso perfeito como se a vida fosse apenas um cenário de filme onde tudo da certo sempre. É um ensaio diário onde a regra principal é dizer 'sim'. Eu digo sim para as demandas, sim para os papéis que esperam que eu interprete, enquanto, sob a superfície, meu corpo inteiro grita um 'não' desesperado.


Eu me afogo em um oceano chamado expectativa. É uma maré que sobe silenciosa, mas implacável. O 'estou bem' tornou-se a minha rotina, uma resposta automática que esvaziou de significado, enquanto a sensação de estar de fato bem virou uma memória longínqua, quase um sonho de outra pessoa.


Vou aceitando o peso de cada cobrança, uma camada sobre a outra, engolindo em seco o que deveria ser dito, o que deveria ser gritado. Mas o mar não respeita o silêncio. Ele sobe, ele pressiona, ele invade. E quando o fôlego acaba, o que eu guardei transborda, não em palavras, mas em lágrimas que carregam tudo o que me sufocou por dentro.


Contudo, a tempestade é breve, e a engrenagem é implacável. O choro é apenas uma pausa técnica antes que o mecanismo interno volte a girar. Com um suspiro que ninguém ouve, limpo o rosto, ajusto a postura e sinto a chave girar nas minhas costas mais uma vez.


O sorriso volta a se curvar, milimetricamente ensaiado. A música começa a tocar — aquela melodia doce, repetitiva e mecânica que todos esperam ouvir. Eu volto para o centro da caixa, pronta para a próxima rotação, dançando com a leveza de quem não tem escolha, enquanto, lá no fundo, a boneca de porcelana apenas observa, imóvel e partida, o mundo que continua a girar sem ela.

A música da ribeira toca
harpejante a Mata Ciliar,
Se espalha a vontade
de invadir e devotar.


O olhar para o dossel
místico do Ingazeiro
buscando a doçura
parecida com beijo.


De ti e da tua boca
hei inteira me cobrir,
É claro que irei com
muito amor retribuir.


Sei que me aguarda
para vir me deliciar,
Sou Ibitinga florida
que não para de roçar.


(Nos braços e nas mãos
da tez do teu desejo,
vou cair e me seduzir).

Os meus tempos livres são repletos de sentimentos. Gosto de misturar poesia, música e filmes de terror, como se cada um deles revelasse uma parte diferente de mim.
No entanto, compreendi que o que verdadeiramente me assusta não são os filmes de terror, nem a complexidade da poesia, tampouco aquilo que a música deixa por dizer. O que realmente me inquieta são os meus próprios sentimentos, esses que, por mais que eu tente compreender, ainda não consigo controlar.
Talvez o maior terror não esteja na ficção, mas dentro de nós. Talvez os versos mais difíceis sejam aqueles que o coração escreve em silêncio, e a música mais profunda seja justamente a que nunca encontra voz.

No futuro, Help dos Beatles
será considerada a música
mais emblemática
da nossa era

O cérebro é o instrumento,
a mente é a música,
a consciência é o ouvinte.

O Passado que não me pertenceu, mas que às vezes tenho a oportunidade de visitar

Muitas músicas antigas e outras mídias de outrora; comportamentos e vestes de antes do meu nascimento ou de quando já eu era nascido, mas sem o mínimo de senso do que estava acontecendo, mexem muito com parte do meu íntimo.

Tanto que vem em certas ocasiões, aquela sensação específica de ser de outra época, de ter vivido em um passado diferente daquele que vivi, seja perto ou bem afastado, sempre muito realista, que até parecem terem sido fatos.

Nos meus sonhos e nos meus pensamentos imersivos, fiz e faço inúmeras viagens no tempo e ainda sou bastante nostálgico; tenho um imaginário ativo e um observar poético; assim, às vezes, deixo o meu presente mais aprazível, sadiamente inquieto.