Música
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo...Morre lentamente quem se torna escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não conhece...Morre lentamente quem não vira a mesa quando esta infeliz com seu trabalho ou amor, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos...
Nota: Trecho da crônica "A Morte Devagar".
Tinha jeito de menina mimada, arrogante e prepotente, mas no fundo era pura doçura, música que chegava aos sentidos no tom exato do amor.
São as músicas que escolhem a gente. Elas vem voando ao nosso encontro, fazendo com que as notas componham as nossas melodias.
Quando escutamos peças de música que tem algo de sublime, espontaniamente reconhecemos nessas manifestações do gênio humano um luminoso reflexo do espírito de Deus.
O mais importante é ouvir a música da vida em qualquer lugar. A maioria das pessoas ouve apenas as suas dissonâncias.
Estou cansado de ver em filmes, ler em livros, ouvir em músicas, todos felizes e eu nessa bosta de vida.
"Quando ouço músicas tocadas e cantadas que vem da alma, sintonizo-me com meus próprios sentimentos e desejos. A música é arte brilhante, passada de espírito para espírito."
“O que isso significa realmente? O que é o estilo de vida Rock and Roll? Ouvir música alta, ter tatuagens, uma jaqueta de couro, beber Jack Daniels e cuspir? Pilotar uma Harley? Ter uma limusine e posar de cafetão? O uso do termo, obviamente, ajuda a nos identificar. Gosto do termo ROCKER. Traz uma imaginário romântico. Mas não acho que para isso seja necessário dirigir em alta velocidade à noite, ouvindo música no último volume”.
Cante melodias de gratidão ao senhor com harpa de dez cordas! Usem instrumentos de cordas para cantar salmos em louvor a ele! Cantem uma nova canção ao senhor! Toquem be m seus instrumentos com gritos e alegria!
No fim só esperamos o recomeço, mas sabemos que ele não chegará. Então temos os filmes, músicas, poesias, fé, o álcool e muita imaginação.
O discernimento estético é parte integrante da cultura espiritual. A música, as artes plásticas, o cinema e o teatro são armas letais usadas na desumanização das massas, e isto menos pelo conteúdo propagandístico explícito (uma exceção) do que pelo simples fato de dissolverem o senso estético das multidões pela exposição repetida ao feio e disforme apresentado como normal.
É por isso que amo música. Uma cena banal se enche de significado. Todas as banalidades, de repente, se tornam pérolas de beleza e efervescência.
Mergulhada no silêncio dos que se observam... Um filme, um livro, uma música, um acontecimento convencional que mexeu mais do que o normal e essas coisas de achar que eu não sou deste planeta, mas que apenas estou nele: eis a minha necessidade de aceitação. Mas sei também que pessoas são Universos e que eu, o sendo, tenho que cuidar para que esteja confortável nele, ou seja, em mim. Chorei quando estava triste, senti saudades fundas, dei gargalhadas de situações absolutamente normais, tive ideias “geniais”, abracei, fui acariciada, fiquei aninhada no amor, depois me enrosquei com a solitude... Fiz tudo o que quis e pude. E percebi cada um destes sentimentos e minhas reações a eles. Mas o que percebo, é que a alegria que mora em mim clama por vida, não somente pelo sossego; clama pelo dinamismo, pelas mudanças, pela sobriedade, pela esperança. O que há de irremediável não se cura com placebos. Se eu rejeito é porque não quero. Se eu recebo é porque já participa de algo aqui dentro. Minhas ambições são apenas estar com a roupa adequada para quando eu sumir nesta estrada, nunca sentir que minha intuição e o meu coração estão desagasalhados...
