Música
Nós chegamos longe demais
Para desistirmos de quem somos!
Então vamos elevar o nível
E erguer nossas taças até às estrelas!
Quanto mais eu leio, mas percebo que não escrevi nada original.
Então não posso dizer que sou autor de uma ideia ou de um pensamento.
Sou autor apenas da forma como aquilo foi escrito,
e, modéstia à parte, mais melódico e mais bonito. ;)
Me contaram uma história para Ninar
Por essa nem mamãe vai acreditar
Convenceram papai que eu não sei brincar
E que mamãe não sabe me educar
...
Não posso ver a TV sem censurar
Disseram que meus heróis irão me machucar
Não posso mais tocar e nem cantar
Disseram que o que eu canto vai te despertar
...
Não não não eu não aguento mais
Eu vou inventar uma nave
E vamos fujir para Marte
Lá ninguém sabe o meu nome
e nem a paternidade
...
Me contaram outra história para Ninar
Agora disseram que eu não sei amar
Vou ligar pra Jesus me salvar
Aquilo que eu não pensei já pensaram antes de eu pensar
...
São tantas formas as quais não posso evitar
Quanto mais eu rezo mais eu deixo de acreditar
...
Não não não eu não aguento mais
Eu vou inventar uma nave
E vamos fujir para Marte
Lá ninguém sabe o meu nome
e nem a maternidade
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Grupo de Música popular brasileira 'Rosa Negra de Hattori'
Letra 'Histórias de Ninar'
Compositor e Letrista Lameck S. Fernandes
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Nos Jardins da Babilônia
Eu saí buscando a felicidade lá fora
Mas esqueci de olhar para dentro de mim
E fui me perdendo pelo caminho sem fim
...
Pensei que a grama do vizinho era mais verde
E fui deixando de lado minha vida... para trás
Mas agora eu vejo que a felicidade estava por aí
Estava cego de tanta bobagem,
até me esbarrar em você
...
Aprendi que o amor é a chave
Pra desvendar corações em fase de tédio
Agora eu sou teu guia e não mais um peregrino
em busca de amor sincero
...
Nos Jardins da Babilônia,
As luzes cegam os olhos e nos fazem esquecer
do nosso segredo mais sincero
a verdade amor é que eu amo você
...
Agora eu vejo a luz da minha própria alma
E ela brilha mais forte que qualquer neon estrangeiro
E cabe a nós decidir se vamos nos perder ou nos encontrar
A felicidade é uma escolha, amor, e te espero em qualquer notícia,
Só não me deixe esperar a vida inteira e descobrir que tudo era mentira
...
Aprendi que o amor é a chave
Pra desvendar corações em fase de tédio
Agora eu sou teu guia e não mais um peregrino
em busca de amor sincero
...
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Grupo de Música popular brasileira 'Rosa Negra de Hattori'
Letra 'Nos Jardins da Babilônia'
Compositor e Letrista Lameck S. Fernandes
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Quantos poemas foram desperdiçados, Trechos perdidos nas gavetas.
Vitrolas antigas não tocam, não; sentido oposto dos CD’s.
Tudo que eu sei ficou para trás, meu riso, minhas anedotas, minha história.
O que atraia a surdina.
O que atraia a surdina.
Diziam que não conseguiríamos e hoje estão dizendo parabéns
Trabalhei tão duro, esqueci como era tirar férias
Eles nunca tiveram essa dedicação
As pessoas odeiam, dizem que mudamos e olha só! Nós conseguimos!
A-MOR, LINDO AMOR!
Eu e Você, dois corpos dissilábicos,mas conservados em um só sentimento monossilábico, chamado Amor!
Os ventos tentam separar as letras desse lindo sentimento e quanto mais os ventos sopram e misturam,mais afinam a nossa perfeição!
A-MOR,LINDO AMOR!
Eu sou o (A) e Você o (mor).
Eu separado de você sou o ( A) : A necessidade de Ti!
Você é o (mor): você mora no meu coração,você é a melodia mais linda da canção.
A-MOR,LINDO AMOR!
Os ventos podem levar o (mo),mas jamais levaram o paradigma da primeira conjugação: "AR".
A-MOR,LIDO AMOR!
QUE BOM TE AMAR!".
Um tal lugar
A noite caiu, mas nem tudo escureceu,
Minha mente, por exemplo, não emudeceu,
Insiste em me manter ligado e em mil coisas que já me aconteceu,
Mas preciso descansar, preciso dormir. O que fazer?
Entre as lembranças de criança, vou para beira de um riacho, com meu pai a pescar,
Lembro-me do som das águas, doce melodia naquele dia,
Lembro dos primeiros ensinamentos de meu pai, sobre como um peixe fisgar,
Mesmo embora depois de tantas tentativas, para casa voltar sem nenhum peixe levar,
Mas daquele dia não esqueci, ficar sentado à beira daquele riacho, com meu pai a conversar,
Doce lembrança desse dia de minha infância,
E assim, daquela paisagem a recordar, o sono chega de mansinho, só por lembrar-me da paz daquele lugar.
A. Cardoso
Dia do Compositor
Hoje é dia do compositor
Aquele que por vezes não aparece
Mas que da música é autor
E com suas canções nos enriquece
Quem compõe tem um lindo dom
Em forma de versos deve escrever
Junta palavras, melodias e faz um som
Conta uma história, faz a música acontecer
Tem música que é muito cantada
Em vários ritmos, com novas batidas
Com várias formas de ser interpretada
Lembrada por toda vida
Um texto triste talvez pudesse me descrever, mas me sinto superior a qualquer tristeza , talvez minhas artimanhas em querer continuar jogando o jogo seja uma maneira inconsciente de querer continuar vivendo a vida mesmo que nada mais na droga desse mundo faça algum sentido.
Uma Velha Cancão Rock'n Roll
14 Bis
Olhe, oooh, venha
Solte seu corpo no mundo
Dance cada instante
Brinque comigo de novo
Nessa estrada
Um pé nas nuvens
Outro pé noutro lugar
Uma saudade, uma viagem
Onde vai meu coração?
Saiba como ser livre
Todo momento da vida
Viva cada instante
Dia após dia, após dia
Nessa estrada...
Inda hoje inda bem no caminho
Vem alguém, mais alguém, muito mais
Canto alegre, não sigo sozinho
Uma velha canção rock'n roll
Inda vem mais alguém no caminho
É alguém que não sai nunca mais
É você tão feliz e sozinho
Uma eterna canção rock'n roll
Bola de Meia, Bola de Gude
14 Bis
Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...
Há um passado
No meu presente
O sol bem quente
Lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa
Me assombra
O menino me dá a mão...
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade
Alegria e amor...
Pois não posso
Não devo e não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso
Aceitar sossegado
Qualquer sacanagem
Ser coisa normal...
Bola de Meia! Bola de Gude
O solidário não é solidão
Toda vez que a tristeza
Me alcança
O menino me dá a mão...
Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade
Alegria e amor...
Pois não posso
Não devo, não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso
Aceitar sossegado
Qualquer sacanagem
Ser coisa normal...
Bola de Meia! Bola de Gude!
O solidário não é solidão
Toda vez que a tristeza
Me alcança
O menino me dá a mão...
Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade
Alegria e amor...
Pois não posso
Não devo, não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso
Aceitar sossegado
Qualquer sacanagem
Ser coisa normal...
Bola de Meia! Bola de Gude!
O solidário não é solidão
Toda vez que a tristeza
Me alcança
O menino me dá a mão...
Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...
Outros Planos
14 Bis
Olho pra trás, diminuo a velocidade
A verdade simplesmente não existe
Preciso nos sentidos, um milagre do corpo
Idéias ao entardecer
Faço planos, crio mundos
Desses de possuir e não ter
Nas idéias os sentidos
Tudo que a gente pode ser
Não tive tempo pra dizer
Aos olhos que eu nunca esqueci
Desculpa só mais uma vez
Nosso encontro foi talvez
Venha ficar comigo
Tudo pode acontecer
Olho pra trás diminuo a velocidade
A verdade simplesmente não resiste
As idéias, os sentidos
Tudo que a gente pode ser
Carta ao Meu Irmão
E aí, meu irmão, como você está?
Espero que esteja bem, em paz pra sonhar
Por aqui, todo dia é igual
Não tem Feliz Páscoa, nem Feliz Natal
O dia demora pra passar
A saudade da liberdade me faz pensar
No tempo feliz em que a gente era criança
Brincava, corria, cheio de esperança
Essas lembranças me fazem chorar
Olhando o teto, vejo o tempo passar
Ei, meu irmão, que falta a nossa mãe faz
Mesmo doente, nunca me deixou pra trás
Se eu tivesse ouvido seus conselhos
Não teria seguido o caminho errado
Ela se foi, nem deu pra abraçar
Com as mãos pra trás, só deu pra sua testa beijar
Quando eu sair daqui, eu vou mudar
Quando eu sair daqui, eu vou recomeçar
Meu irmão, eu vou mudar
Escrever uma nova história e recomeçar
Nunca mais quero voltar pra esse lugar desumano
Onde a tristeza te faz chorar
Onde o sonho não passa de ilusão
E a vontade de viver se vai sem explicação
Onde te xingam, te batem
E querem que você morra atrás das grades
Mas eu tenho fé em Deus que vou sair
E como Dimas, acredito até o fim
Essa carta eu escrevo com carinho
Aproveitei a noite, até esqueci o frio
Desculpe as letras que as lágrimas borraram
Foi a emoção que me abraçou, irmão
Quando eu sair daqui, eu vou mudar
Quando eu sair daqui, eu vou recomeçar
Minha História
Minha história é igual à de muitos brasileiros,
Cheia de sonhos, esperança, lutando o tempo inteiro.
Cresci na rua, correndo pra lá e pra cá,
Jogando bola, soltando pipa até minha mãe me chamar.
Minha mãe, minha Maria, trabalhadora,
Passava o dia todo na rua,
No sol quente, com uma vassoura.
Foi assim que conseguiu criar eu e mais três,
No começo éramos cinco, mas um virou anjo, isso eu sei.
Foi triste, horrível, ver minha mãe chorar,
Mas a vida continua,
Ela enxugou as lágrimas e foi trabalhar.
Eu e meus irmãos fomos crescendo no meio da dificuldade,
Onde as amizades às vezes viram coragem pra fazer crueldade.
Foi triste, de novo, ver minha mãe chorar,
Dessa vez por ver meu irmão exilado,
Sem saber quando ele vai voltar.
Conselhos nunca faltaram,
Vi várias noites ela esperar:
"Meu filho, você estava onde?
Essa não é hora de chegar..."
Foi vendo o sofrimento dela que prometi pra mim mesmo
Que nunca mais ia fazê-la chorar.
Recusei propostas de amigos
Pra ganhar dinheiro sem trabalhar.
Entrei no esporte, fiz novas amizades,
Arrumei um trabalho, virei um homem de responsabilidade.
Aprendiz, ouvindo rap, onde o sonho é viver a realidade,
E a vida é cheia de mistério...
Hoje eu tô aqui, amanhã, só Deus sabe.
Ele sabe tanto que tirou minha mãe do sofrimento.
Fiquei triste, chorei, meu mundo caiu naquele momento.
Mas foi por ela que eu fiz meu mundo levantar,
Sei que ela queria me ver feliz,
Enxuguei as lágrimas e voltei a sonhar.
Agradeço, Senhor, por tudo que fez por mim.
Fez da minha mãe meu anjo da guarda,
Iluminou meu caminho
Pra eu caminhar do início até aqui.
Pai, Mãe e Vida
Meu pai me fez honesto, me fez um homem pra luta
Me mostrou o caminho pra eu nunca parar de sonhar
Minha mãe me fez feliz em todo e qualquer lugar
A vida me ensinou a cair e levantar
Um velhinho me explicou que a vida é sem noção
Que o sentido é viver sem procurar explicação
Vejo o meu pai, que passou horas e horas
Debaixo do sol quente pra poder me alimentar
Ele quer me ver crescer sadio e diz com firmeza:
"A honestidade sempre está em primeiro lugar"
Minha mãe passou por vários perrengues na vida
Lavando roupa suja, varrendo, limpando janela
Pra me deixar feliz e nada me faltar
Trabalharam dia e noite, quase em todo lugar
E hoje eu tô aqui pra mostrar que não foi em vão
Hoje eu sou homem, buscando minha razão
Seguindo o que comecei com meus pais e seus conselhos
Que eu nunca deixei pra trás, são meus espelhos
Tentei um mundo novo e ninguém deu valor
Era só mais um sonho, que depois falhou
É como meu pai diz: “A fraqueza da vida é viver”
A gente tá sonhando e só acorda pra sofrer
Um dia um velhinho veio me falar
Que da cabeça vem o pensamento pra revolucionar
E o sistema não cai se você não estudar,
Ler, aprender, se informar, se preparar
Que somos quem somos, não devemos mudar
E seguir sempre em frente, não desistir de lutar
Que a vida é pra viver, sem deixar o tempo passar
As palavras daquele velhinho me fizeram pensar
Meu pai me fez honesto, me fez um homem pra luta
Me mostrou o caminho pra eu nunca parar de sonhar
Minha mãe me fez feliz em todo e qualquer lugar
E a vida me ensinou a cair e levantar
E o velhinho me explicou que a vida é sem noção
Que o sentido é viver sem procurar explicação
Há quem escreva sobre o amor como quem o sente. Eu? Apenas o descrevo.
Falo de afetos sem a ânsia de senti-los, visto a pele do poeta sem me deixar possuir por seus delírios.
O que habita em mim não são promessas sussurradas nem versos floridos são atos, brutos e inteiros.
Minhas palavras? Fragmentos de sombra que dançam no vento. Não busque nelas uma verdade. Elas não confessam, apenas insinuam.
Quanto às músicas… não tente decifrá-las. Sou feita da curva do som, não do peso das letras.
A melodia me embriaga, mas as palavras ah, essas nunca contaram minha história.
E talvez nunca contem.
( Amor alcoólatra.)
Em um fim de semana qualquer, sem tem medo de meter o pé, a cachaça já tava na mesa um cheiro forte de cerveja.
E quando te conheci, não tive pra onde ir, uma alcoólica de mim, me dá um tempo ai pra essa ressaca de você passar.
Desliga o celular! Meu bem vou te falar agora o que eu mais quero só serve gelada na hora, não demora.
( Refrão) Deixa eu te beijar, sentir que posso ser feliz, mostrar, mudar, não quero mais brigar, falar, gritar só se for pro coração que eu to morrendo de paixão. 2x
Deixa eu te beijar, sentir que posso ser feliz 2x
Essa cachaça doe em mim!
Pois desse mais uma garçom, põe uma caixa e aumenta som!!
Que eu vou esvaziar o bar inteiro, se essa mulher não admitir que sou seu amor cachaceiro.
( Refrão) Deixa eu te beijar, sentir que posso ser feliz, mostrar, mudar, não quero mais brigar, falar, gritar só se for pro coração que eu to morrendo de paixão. 2x
Amor deixa os problemas na TV, no nosso canto eles vão desaparecer.
Deixa eu te beijar, sentir que posso ser feliz, mostrar, mudar, não quero mais brigar.
Berrar, fingir, negar, mentir, deixa isso pra lá, do nosso jeito vamos nos cuidar.
Só vocês!
Deixa eu te beijar, sentir que posso ser feliz, mostrar, mudar, não quero mais brigar, falar, gritar só se for pro coração que eu to morrendo de paixão. 2x
Mais uma vez o culpado é o coração.
QUANDO TE VI
Profª Lourdes Duarte
Quando te vi pela primeira vez
Percebi uma distância intransponível entre nós
Aquele olhar melancólico de amor e beleza
Expressava o que tua boca jamais falou.
Com teus olhos profundamente suaves
Deixaste-me a perguntar perpetuamente
És paisagem da minha infância que aflorou
Ou alma Infinitamente intransparente.
Indago com um desejo insano
Se a vida, ainda me levará a ver-te
Serás então como uma estrela cadente
Que atirastes flechas no coração desse ser.
Apareceste-me iluminando de alegria
Enchendo-me o coração de amor
Mesmo com um sol alvorescente
Dourando a paisagem fresca
Partiste me deixando viver de amor.
Ficaste impregnado em meu ser
Escuto-te como uma melodia
Que não se sabe de onde vem,
Hoje, tenho –te em meus sonhos
Com um abismo de saudade e amor.
