Música
Caminho da Alma
Amor puro e verdadeiro, em serena melodia, Beleza que transcende, a vida a celebrar, Nos leva ao divino, à paz em harmonia, Onde corações se encontram no mesmo altar.
Sejamos nós, canais de luz e graça, Com o amor divino a nos guiar, A sabedoria que o tempo não desfaz, E o poder que nos ajuda a caminhar.
Que possamos servir com altruísmo e fé, Com mãos e corações sempre a doar, Pois na bondade pura, encontramos o que é, A verdadeira essência de amar.
O Encanto da Música e da Dança na Vida das Crianças
Música e dança são como mágicas que transformam a infância em um conto de fadas. Desde os primeiros passos, os pequeninos são cativados pelas melodias e movimentos, que tocam suas almas e alimentam seus corações. Essas artes não apenas embalam suas emoções, mas também cultivam suas habilidades de interagir com o mundo ao seu redor, construindo pontes de harmonia e compreensão.
Incentivar a presença da música e da dança no cotidiano das crianças é essencial, pois essas artes desabrocham a criatividade, desenvolvem a coordenação motora e aprimoram a capacidade de resolver problemas. E o melhor de tudo, não é preciso ter formação musical para participar dessa festa encantada.
Vamos proporcionar às crianças um universo repleto de música e dança, onde possam explorar, expressar-se e descobrir a alegria de viver através da arte. Um ambiente rico em estímulos musicais e dançantes não só fará com que cresçam mais felizes, mas também mais preparados para abraçar o mundo com todas as suas cores e sons.
AMOR DE MENINO
Carla Patrícia.
Doce melodia que meu coração entoa,
Mesmo quando o silêncio devora o tempo.
Tu foste a primeira chama,
O incêndio que queimou minha alma em segredo.
Eu era menino, ingênuo e cheio de sonhos,
Mas tu... tu eras a própria poesia viva.
Teus passos eram meu compasso,
Teus risos, a canção que me embalava.
Sonhei contigo em noites infinitas,
Num mundo onde só existíamos nós dois.
Te imaginei minha,
Mas nunca tive a coragem de tomar tua mão,
De dizer que meu coração era teu templo.
Crescemos. Amadurecemos.
Mas algo em mim permaneceu intocado,
Como um relicário guardando o impossível.
Tu foste o céu que nunca alcancei,
O amor que moldou o homem que me tornei.
Agora, seguimos rumos distintos,
Mas tu vives em cada batida do meu peito.
Carla Patrícia,
Primeiro amor, último suspiro de pureza.
Se um dia me perguntarem o que é eterno,
Direi teu nome.
Labirinto de Nós
Somos tempestade e calmaria,
Um turbilhão que dança na melodia.
Entre os abraços que nos envolvem,
Há muros altos que nos dissolvem.
Tuas palavras são lâminas e flores,
Misturam ternura com leves dores.
E eu, que me perco em teu olhar,
Sou barco à deriva no teu amar.
Tuas mãos me puxam, depois me soltam,
Teu coração me encontra, mas logo me afronta.
É um jogo estranho, um passo e recuo,
Um rio que corre em terreno nu.
E mesmo na dúvida que nos consome,
O desejo persiste, grita teu nome.
Pois no caos que criamos, há beleza,
Um amor que vive em sua incerteza.
Se o final será luz ou despedida,
Não importa, pois és minha vida.
Que sejamos fogo, vento ou mar,
Mas que nunca deixemos de nos buscar.
Canções ao vento...
Notas musicais ...
Sons do coração...
sabes o quanto és amado...
Espelho a te apontar coisas...
Deixe as estrelas dizerem
O quanto és importante...
Pegue seu rumo e caminhe ...
As margens calmas de um rio ..
Frequente em seu ritmo ...
E forte em seu querer...
Não deixe seu coração perder a fé ....
O amanhecer sempre trará ..
O alimento ...que fará seu sorriso brotar...
E diante da tempestade repouse ...
Se não houver arco-íris ...Pinte o seu ..
Música, como bela arte, flutua.
Flutua como a lente de uma singela luneta,
que aspira o horizonte.
Música, traço entre hostis rabiscos,
cuidadosos ou ásperos,
faz a paisagem seca e amarga ganhar cor.
Flutuar é preciso:
sentir a brisa que move.
Assim como a luneta, que ao horizonte nos põe,
é preciso um guia,
que ajuste o foco e a direção,
sem deixar que se embaralhe
o muito que guardamos.
A música é poderosa,
basta senti-la e, com a alma, segurá-la.
Pois, assim, o mundo pode ser melhor.
Defina-a:
Como seria a música para você?
Tem uma música dentro de mim,
E ela toca, toca.
Toca quando estou sozinho,
Toca quando ninguém se importa.
Quando o mundo para,
Só ela sobra.
E ela toca, toca...
Toca, mas não se esgota.
Toca sem querer,
Toca até sem poder,
Toca quando ninguém vê.
Ela pulsa, é o que quer ser.
Ela toca, toca...
É viva sem viver.
Música
Ê, eu e o amigo meu agente vai se separar, se juntar no cabaré, comemorar. (Bis)
No cabaré, vivemos assim:
Eu pago uma pra ele!
E ele paga uma pra mim.
Na nossa casa é bem assim,
Se abrir uma cerveja,
A paulada vem ruim.
Ê, eu e o amigo meu agente vai se separar, se juntar no cabaré, comemorar. (Bis)
Na minha casa, já vivo assim,
Não bebo mais cerveja, ele nem leva pra mim.
Na casa dele, é quase assim,
Se abrir uma cerveja! É chamado papudinho.
Música
Você era minha guia, de um casamento,
Procurei por todo lado, você estava dentro.
A minha parte pura, sujou devagar,
Agora eu quero o quarto escuro, onde posso sonhar.
E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Sorriso que me abraça, mesmo sem estar aqui,
Perdido nas memórias, tentando me encontrar.
Os ecos do passado ainda vão me chamar,
Nos sussurros do tempo, eu sei que vou escutar.
Entre sombras e luz, eu sigo a vagar,
Buscando a essência que não quer se apagar.
E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Sorriso que me abraça, mesmo sem estar aqui,
Perdido nas memórias, tentando me encontrar.
Ponte
E quando a noite cai, eu deixo tudo pra trás,
O frio me envolve, mas seu calor ainda traz.
Sonhos desfeitos, mas o amor não se vai,
Em cada passo em frente, eu sei que vou ficar.
Refrão
E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Sorriso que me abraça, mesmo sem estar aqui,
Perdido nas memórias, tentando me encontrar.
Música: lado de dentro.
Entrou na minha vida, ressuscitou o demônio,
Dizendo que era água viva, destruiu meu sonho.
Foi mais que exorcista, trouxe outros fenômenos,
Um jogo de sombras, onde tudo é veneno.
Mas eu sigo em frente, com a luz na mão,
Superando as dores, buscando a razão.
Entre o amor e o medo, vou dançar no escuro,
Ressurgindo das cinzas, eu me refaço puro.
Teus olhos eram chamas, me queimavam por dentro,
Fui preso nas correntes do teu sentimento.
Mas agora sou forte, não sou mais refém,
Vou escrever minha história, o final é só meu bem.
Mas eu sigo em frente, com a luz na mão,
Superando as dores, buscando a razão.
Entre o amor e o medo, vou dançar no escuro,
Ressurgindo das cinzas, eu me refaço puro.
Ponte
E se o demônio voltar, eu não vou temer,
Minhas feridas curadas, eu vou renascer.
Com cada passo firme, eu deixo pra trás,
A sombra que tentou me prender em seu laço.
Refrão
Mas eu sigo em frente, com a luz na mão,
Superando as dores, buscando a razão.
Entre o amor e o medo, vou dançar no escuro,
Ressurgindo das cinzas, eu me refaço puro.
Há espera e confiança.
No ritmo da musica e a dança.
Do filho pela mãe quando criança.
A esperança. Há esperança!
Cada palavra sua é melodia suave,
Que embala meu coração com afeto,
Como um verso que o vento traz e leva,
Neste poema que é só nosso, repleto.
No balanço das ondas que vão e vêm,
Encontro a paz do amor que floresce,
Nos gestos ternos, no carinho que vem,
Nossos corações, unidos, se fortalecem.
Na dança sutil da vida, encontrei uma melodia única em seus sorrisos. Cada palavra sua é uma nota que ressoa em meu coração. Gostaria de ser a canção que embala seus dias, o motivo do seu riso e a poesia que colore sua história. Posso ser parte desse capítulo especial da sua vida. Permita-me ser mais do que uma nota solta, mas a melodia que completa a sua sinfonia. Estou aqui, pronta para criar harmonias inesquecíveis juntas....
Iza lira
Amor em névoa
Sofro de amor contido,
De melodias irregulares,
A bruma do meu coração,se entristece,
A cada dia,uma prece é solicitada,
Perdi os retratos afetivos
Esqueci o que é ser entusiasmada.
Eu poderia ter nascido surdo.
E nunca ter ouvido as músicas que tanto amo.
Eu poderia ter nascido cego.
E nunca ter visto uma obra de arte de Deus.
Eu poderia ter nascido sem as pernas.
E nunca ter ido em lugares que fui.
No entanto eu nasci normal.
A maior riqueza de todas.
E todo dia que acordo sou mais rico que no dia anterior.
E agradeço a Deus por isso. E você agradece?
Você tem usado seus olhos para fazer algo bom?
Você tem usado seus ouvidos pra ouvir coisas boas?
Você tem usados suas pernas para ir em lugares bons?
A diferença entre viver e sobreviver não é financeira.
É uma questão de percepção e gratidão.
Obrigado senhor por me permitir nascer. E acordar todos os dias. Amén!
Ouvir músicas em alto volume com fones de ouvidos?
Não querem morrer, mas as vezes não queriam ter nascido!
Quem realmente reclama qdo vc não está lá?Escutando o vento, leve-me!
Já pensou se eles ainda estivessem vivos? Não chore essa noite, mas eu sei! Isso é vida real? Despida a velha infância sucumbe, o que eu senti, soube, não reflete o que demonstro. Eu sou livre! O amargo salga a língua, um homem cansado, eu não quero ir pra casa agora..
Minhas esperanças estão escondidas num canto; e o tom de seu som é suave neste lugar; a melodia que faz minhas esperanças, é uma emissão vibrante, fenomenal...
... está envolvendo tudo que há em mim, o real e o irreal;
Esse local é meu ponto vital, sem o tal, sou nada, nem existo, pois sou ele, e ele, o baú dos meus sentimentos: o do bem e o do mau...
... minhas esperanças estão escondidas num canto; e o tom de seu som é suave neste lugar!!!
Quem nunca...
Quem nunca chorou falando com Deus.
Quem nunca se emocionou ouvindo música ou vendo filme.
Quem nunca quis fazer parte de uma história.
Quem nunca...
Gaita
A gaita ele tocava
para agradar a sua amada
Ela suspirava...
No meio da música ele sempre parava
De súbito tinha náuseas
Na pia tossia, cuspia
lavava a cara
A amada nada indagava
não entendia
o tamanho esforço
que a gaita lhe exigia
Ele mostrava talento
mas tinha dificuldade
com o tal instrumento
Ora gaita, ela exclamou
numa noite fria
Com tantos instrumentos no mundo
Por que ele não escolheu
o que mais lhe apetecia.
Virtualidade
A vida, amigos, amantes, exposições,
Tudo virtual.
As músicas, poesias, filosofias, psicologias,
Tudo virtual.
Os sonhos, as flores, as paixões e os amores,
Tudo virtual.
As religiões, as crenças os mitos e ritos,
Também virtual.
Ódios, rancores, dissabores,
Mundo virtual.
E quando tudo isso foi real?
