Mundo

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⁠deve ser bem legal encontrar alguém parecido com você, mesmo nesse mundo cheio de diversidade.
onde não precisa cobrar nada, o afeto é sincero, o carisma é garantido, e o simples se torna muito.
o pouco já não é problema, e a distância não importa.
aquilo, e aqueles que querem, podem fazer o possível do impossível acontecer.
é meio clichê dizer que, quer alguém pro resto da vida,
mas não é tão clichê assim, clichê mesmo, é ter alguém assim.
que quando tudo pra você desaba, o mundo dele é todo voltado pra você.
as palavras de conforto estão garantidas, e os pensamentos são quase os mesmos.
o tempo não diz muito sobre alguém, assim como, a idade não diz sobre o pensamento de alguém.
tempo é relativo, e a reciprocidade também,
vê uma pessoa todos os dias não quer dizer enjoar por isso todos os dias,
quem gosta, gosta de verdade,
e tudo isso são apenas detalhes.
não existe pessoa certa,
existe quem quer fazer o certo,
e fazer dar certo.

O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.

​O Manifesto do Formigueiro Digital
​Na penumbra da realidade ambígua, o mundo assiste ao espetáculo projetado nas paredes da caverna moderna. Muito além do futebol e das distrações manufaturadas, opera a engrenagem do tecno-feudalismo. Um sistema tão refinado que altera a cognição humana em massa, embala o resultado em uma "demência conectiva" e entrega ao cidadão um selo invisível de garantia de qualidade. Tudo normatizado, burocratizado e aceito com a resignação de uma garantia estendida.
​Nas galerias dessa colônia, a sociedade foi dividida em novas castas biológicas e digitais:
​O Homem-Formiga: Condenado ao automatismo do regime 6x1 (ou o sonho patronal do 7x0), ele vive em segundo plano, operando programas pré-estabelecidos para alimentar o sistema que consome sua própria existência.
​O Homem-Cópia: Aquele que abdicou da autenticidade para replicar as normas do algoritmo e sobreviver no feudo.
​O Homem-Ego: A elite moralmente vazia, os políticos e mercadores da fé que habitam o topo da pirâmide, movidos a luxúria e vaidade.
​A música do Flautista de Hamelin digital continua a tocar através das telas de silício. Os adultos marcham hipnotizados em direção ao rio do esquecimento, enquanto as crianças são sequestradas em seu futuro, trancadas na montanha da Geração Delta. É o império do Ser-Toupeira, que definha no isolamento da sua gaiola digital, alimentando-se de intimidade sintética, prostituição de curtidas e realidades paralelas. Do outro lado do espelho, os Homens-Bots da velha geração atuam como soldados automatizados de um pânico moral e político que já não compreendem.
​O Rico joga suas migalhas na floresta negra do consumo para nos dar a ilusão de um caminho de volta. Mas os pássaros do algoritmo já comeram o pão. Estamos presos no Problema dos Três Corpos da modernidade: o Caos inevitável entre a máquina, a elite e a massa.

Nada pode existir se ainda te amo
Pois o mundo pujante floresce em nuvens.
Fulgaz sentimentos fragmentados no luar.
Pois me atrevi a sonhar agora sinto o fel da existência.

Somos alienígenas no nosso mundo,
Nossos atos destroem o mundo...
Somos capazes de ir a outros mundos
Mais ainda não achamos outro planeta para destruir...!
O amanhã não nos pertence si pertencer o passado sera pilhar...
Os predatóres do universo...
Ate os animais mais forte tem medo de ouvir em falar em ser humano...

Na floresta negra tem flores atraentes navios navegantes num mundo ao longe...
Luas separte os ceus a luz atravessa os ceus num estante o momento ganha o irônico do puro silêncio ate doi ver nebulosa...
As nuvens destilam a energia vinda outros mundos...
Meteoros vivem numa harmonia do caos que predomina...
Mesmo o frio na barriga no meio do abismo comença ser dilatado pela gravidade. A luz caminham sobre nossos pés cristais de gelo se forma.
O medo da uma passagem para curiosidade... sendo matou o gato...
Quem seria esse gato?
Sereias das cordas da vida seres flamejantes, cantam a vitória da vida,
Vemos micro cosmo como a semente da vida e as estrelas trazem vida aos mundos mais longes que imaginamos...
No silêncio cruel a vida prospera as virtudes caem e mundos que ainda não conhecemos.

A projeção geometria do ser humano num mundo caótico da alienação religiosa e social.


É simplicidade compreensão do ser sem intelecto desprovido da visão crítico num ser totalmente o ser natural...
Geometria do ser humano como uma ilha dentro das ilusões.
Ate no pior cenário de absoluta presença do caos predomina no cérebro do ser humano a beleza, então resiste a virtude das da existência da ilusão o homem é simplicidade a paredolia da seu própria existência...

São proibido sonhadores muito menos pensadores...
O mar torna se poluído o mundo se degrada...
O humanismo morre em suas próprias palavras.
O inenar na humanismo se transforma em bots humanos...
Deepfakes são o abstrato de ser composto por cordas e apelações...
No refúgio do desmatamento garimpeiros ficam ricos a custo da natureza sera seus filhos e netos terão um planeta.

O arco do feudalismo digital dado com força das elites do silício dominam o mundo...
Somos objeto que observam os observadores...
Entres esses a natureza do mundo sofre degradação e assoreamento do solo...
Será obstáculo para verdade ser dita pois ser contemporâneo nada mais é simplicidade abandonado de seu intelecto restando a carca para posteriormente ser estudado pelos filhos da alienação.

O mundo sem o homem seria melhor?
Meus pensamentos voam na solitude da minha vida, mesmos diante o mundo caminhamos so na imensidão do universo.
O homem destroi seu meio ambiente para viver aonde no futuro viverá?
Velo meus olhos tento esperar a tal da sensatez. Que ouço rumores irracionais... barulhos que floresta não mas, vai ser mar verde cheio de vida nos mantem vivos, calo me em silêncio olho olhar triste que mundo ja foi o que esta se tornado... tento mudar o pensamento daqueles leem um pouco dos meus pensamentos tortos e garrrajudos mais sou apenas um na multidão.

Na alienação dos nossos pensamentos..
Caverna de Platão nunca foi tão real,
Abriu se mundo da nova carvena,
A carvena era um buraco na parede com uma fogueira algumas pessoas em volta alguém alimenta o fogo e outro conta histórias.
E outros caçam comida que era pouco e também levam alguns peixes e cascas de arvore e raízes. Esta comida seria suficiente? A uma pirâmide de sobrevivência? Alienação de sair da fogueira será obstáculo intelectual? Para liberdade moral?
Hoje em dia Caverna está cabeça de cada um de nós celulares e computadores são as verbais visuais histórias contadas pelo xamã o que somos diante da pirâmide ancestral.
A escravidão daqueles dias continuam os escravocratas são mesmos donos da sua vida ate que seja substituido...

A polarização da palavra se mostra um detalhe do mundo pujante que floresce suas pétalas em conflitos os espinhos
No profundo da essência os olhos cheios de lágrimas escorrem um rio de sangue...

Diante teu corpo sinto calor que nunca senti neste mundo sois minha alma,
Mas, meu espírito ainda busca a ti meu amor.

O que é pássaro nas ruínas da alma?
Fonemas perdidos no abandono do mundo.
Voar para desespero sem pensar apenas a fome e desejo de procriar,
Vórtice da primavera encanto num alvorecer,
Seja lucido nas asas o ritmo de ama o infinito.
Estrelas brilha frio da noite cai juntamente com sereno e desequilíbrio do inverno gotas de chuva pairam no ar desafiando a gravidade.
Noite se torna escura e clara trovões e relâmpagos dançam nos céus a terra estremece as luzes tornam se ventos fortes e as nuvens se dão partido quase nos chão poeira levanta cai nada fica no lugar árvores tombam com suas raizes expostas, Sereias voam sobre olhares vagantes sementes pegam fogo suas folhas morrem a natureza devastada respira mais uma vez, calida alma rebelde desejo de viver a te lucidez ganha moldes nas sombras..

25 de março mundo real de batedores de carteira trombadinha.
Gente trabalhadora vem de outros paises buscar pouco de dignidade.
Polícia e fiscais fazem batidas contantes de mercadorias ilegais depois vendem para outros ambulante ou em suas proprias lojas.
A prostituição no meio dia nos edifício do centro pois não tem mais o treme treme... foi demolido.
Shopping da vinte cinco produtos chineses legais e ilegais.
Comida vendida na rua sem higiene igual a india ou pior.
Tem gente vem fora do estado de São Paulo para comprar vem ônibus clandestinos, e também de fora do pais do mesmo jeito clandestinos. Preço barato.
Outros vem pelos terminais de onibus.
Fazem contrate da feirinha da madrugada renda da famílias estão ali produto baixos e de boa qualidade.
Muitas vezes povo vai de carro ou taxi e tem gente se aproveita desta condição rouba as mercadorias.
Os eletrônicos são expostos atrativos.
Ate camelos perfumes falso cheios de agua. Logo ali perto carne porco exposta calçada e peixes e mariscos no sol escaldate.
O contraste com maquina de carne e suco gelado barado rápido ate os mosquitos gostam.
As ruas cheias dão contraste com policiais e metro cheio. Os ônibus são outra aventura.

O Palco da Sé
​Sob a luz cálida e poluída da tarde, o metrô parece um portal para outro mundo. A Catedral da Sé agora vende ingressos para quem quiser ver suas obras e contemplar sua missão singela; mas, pelo preço caro, faltaram os "bebes e comes"...
​Piadas à parte, os indigentes e moradores de rua fazem o verdadeiro contraste. Há lojas fechadas e o Corpo de Bombeiros sempre a postos. Livrarias agora parecem cafés e lanchonetes. As lojas de discos ganham outro formato, onde a convivência com os animais traz o ardor do odor — afinal, a limpeza não faz parte da crônica dos discos velhos, relíquias de um tempo que já passou. Ali perto, o chafariz parece um banheiro a céu aberto.
​Ter um posto policial na praça não significa que o lugar seja seguro. Acontecem shows a céu aberto e também apresentações de magia: o palco perfeito para o roubo de carteiras e celulares. Esse é mais um pedaço da cidade de São Paulo.

No claro de uma nova apologia a aurora de nossas almas somos capazes de compreender que mundo é um universo humanista mesmo frio e sem sentimentos observamos a grandeza de uma gigantesca força da natureza.
Nossos reflexos são pequenas sombras na ilusão humana.
Devemos glorificar olhar as estrelas ver que do nosso microcosmo ainda somos arrogantes e mesquinos...
Nos alienamos pois assim a gloria na riqueza e no impunidade...
Vazamos tanto conhecimento mais ainda não conhecemos nem a nos mesmo.
Pois somos universos denfro de universos... nem quem criou a humanidade sabemos de fato,
E nem temos idea do potencial temos.
Vagamos pelas riquezas da existência somos fragmentos da verdade escorre pelo espaço sideral e restante do cosmo. Gritamos que existimos.
Mais ainda caminhamos na caverna de Platão... outras vezes caminhamos dentro da caverna digital.
Por Celso Roberto Nadilo.
Nas fronteiras do medo o somos diante do somos?

⁠Em um mundo de dedos apontados....
felizes são os loucos ...que vivem em um mundo isolado de tudo que fere..que dói..que acusa ou culpa o próximo..

⁠O melhor lugar do mundo realmente é quando a gente se põe no lugar do outro ..em todos os sentidos....

⁠E ele se tornou minha metade..minha saudade..minha melhor companhia..em um mundo triste e solitário feliz quem encontra alguém que transborde e faça tocar o céu de verdade, sentir o amor ... sentir amada ... feliz quem encontra a paz .. quem encontra refúgio no eu do outro ...