Mundo
O mundo gira. Incessante, implacável, ele segue seu curso mesmo quando tudo parece desmoronar ao nosso redor. Nas horas mais escuras, quando a tempestade rugia com toda sua fúria, é fácil esquecer que o céu azul ainda existe lá em cima, escondido pelas nuvens negras.
Mas a verdade é simples: nenhuma tempestade dura para sempre. Ela vem para lavar, para purificar, para nos lembrar da nossa própria força. E quando finalmente passa — porque sempre passa — algo mágico acontece.
O sol aparece.
Não timidamente, mas em toda a sua glória dourada, banhando o mundo com luz renovada. As gotas de chuva restantes brilham como diamantes dispersos. O ar cheira a esperança. E nós, que sobrevivemos, emergimos diferentes: mais resilientes, mais gratos, mais vivos.
Então, quando a vida escurecer, lembre-se: você é mais forte do que a tempestade. O giro do mundo não para, e o seu momento de luz está chegando. Aguente firme. Respire fundo. O sol sempre volta para quem espera com fé.
Sempre.
Há um conflito silencioso entre quem somos e quem mostramos ao mundo. Desde cedo, aprendemos a vestir máscaras como quem veste um casaco em dia de frio: para suportar o ambiente, para caber nos lugares, para não ferir nem sermos feridos. No entanto, essa proteção também pesa. A aparência de força, muitas vezes, esconde um coração em tempestade; o sorriso social, por vezes, cobre ruínas que ninguém vê.
Vivemos tentando equilibrar a verdade interior e a versão aceitável de nós mesmos. Queremos ser acolhidos, mas tememos que nossa essência, crua e imperfeita, assuste. Assim, vamos aparando arestas, calando dores, podando sonhos, como um jardim bonito demais para parecer real. O problema é que, quando negamos demais o que sentimos, a alma cobra em silêncio.
Ser humano é justamente carregar essa contradição. Somos casa e vitrine, abrigo e espetáculo. E amadurecer talvez seja isso: diminuir a distância entre o rosto que oferecemos ao mundo e a pessoa que, em segredo, pede apenas o direito de existir por inteiro, sem pedir desculpas.
ETs, Terra plana, Universo paralelo, Apocalipse, Dilúvio, Fim do Mundo, a volta do Cristo...etc
Enquanto você se distrai com isso, eles, os poderosos, vão te deixando na miséria e eles cada vez mais rico e poderosos....
Em um mundo onde tudo se transforma e o tempo escorrega pelas mãos, o que eu sinto por você é um ponto fixo, um farol que me guia na escuridão. O seu olhar é o lugar onde eu me encontro, e o seu abraço é o porto seguro de onde eu nunca mais desejo partir.
_Enzo Ruchell_
OS EUA ameaçam a soberania do BRASIL, mas tudo bem, todo mundo quer a Copa do Mundo! Viva o menino Ney, viva a seleção.
"Refém do Invisível"
Sento no chão, olhos no nada,
o mundo em preto e branco,
e eu… desbotado.
Culpa que não é minha,
peso que não é meu,
mas me jogam, me culpam,
como se ser mais novo
me fizesse de ferro,
me fizesse imortal.
Amei até doer,
me humilhei pra ter migalhas,
e hoje sou refém
de um amor que me acorrenta,
de uma vida que me arrebenta.
Queria sumir, desaparecer,
não pra fugir...
mas pra saber se alguém sentiria minha falta.
Se alguém olharia pro vazio e pensaria:
“Ali existia alguém... alguém que só queria ser amado.”
O que eu fiz de errado?
Por que sempre eu?
Por que meu grito ecoa no nada
e ninguém ouve, ninguém vê, ninguém sente?
Talvez... talvez me atirar no silêncio
seja mais fácil do que continuar implorando
pra existir, pra ser visto, pra ser ouvido.
Mas… entre o abismo e o chão,
talvez exista uma mão.
Talvez exista um recomeço,
talvez, só talvez...
exista vida além do peso,
exista cor além do cinza,
e eu aindanãoenxerguei.
Se houvesse justiça nesse mundo, Trump, Bolsonaros e Netanyahu estariam presos e condenados! Vergonhosamente são exaltados!
Somente um mundo desprovido de amor e totalmente insano permite que um país promotor de guerras e ódio sedie a Copa do Mundo!
Mundo surreal!
Negros como o Cafu apoiam o Bolsonaro e Trump; racismo estrutural é totalmente capital! Tristeza!
Estranho mundo! O Paraguai cai de quatro para a seleção americana! Fato é que, além de abrir as fronteiras, abriram as pernas!
Meu corpo,é um santuário.É o meu mundo!
Sendo meu mundo, sigo minhas regras!
Minhas regras:Tatuar meu corpo!
Silêncio! O jovem vintage não binário e vegano vai mudar o mundo com mais uma performance na federal.
As pessoas erram o tempo todo. Mas quando eu erro, parece o fim do mundo. E não é para as pessoas, é para mim mesma. E os erros podem ser perdoados. As atitudes erradas podem ser corrigidas. Quase sempre podemos voltar atrás. Nem que seja só pelo arrependimento.
Eu não acreditava que a vida era tão dura, mesmo ela sendo dura lá atrás. Achei que o mundo era colorido, os problemas possíveis de resolver e que dava para crescer sem grandes danos. Mas a realidade me cobrou caro. Sigo enfrentando batalhas sem trégua desde que nasci. Isso não alterou a minha fé, ainda que a abalasse. Minha esperança é de que, em breve, poderei romper todos os grilhões e cadeias que hoje me prendem e por fim, possa viver o melhor dessa vida ainda com plena saúde e autonomia.
Se alguém quiser falar sobre dor, sou toda ouvidos. Conheço quase todas as dores do mundo; até as que não passei, sinto como se fossem minhas. Do psicológico ao espiritual, fui acometida de tudo.
Olhos da Ingratidão
Há olhares que veem o mundo, mas não reconhecem o valor do que recebem. Os olhos da ingratidão são aqueles que atravessam gestos de bondade sem perceber sua profundidade. Eles observam, mas não compreendem; recebem, mas não recordam.
A ingratidão nasce quando a memória do benefício se enfraquece diante do orgulho ou da indiferença. Quem olha com esses olhos passa pela vida como se tudo fosse lhe devido, como se a generosidade alheia fosse apenas parte natural do caminho.
Filosoficamente, a ingratidão revela uma falha na consciência do vínculo humano. Toda ajuda cria uma pequena ponte entre duas existências. Quando essa ponte não é reconhecida, não é apenas a gratidão que desaparece — também se perde a percepção de que ninguém caminha sozinho.
Assim, os olhos da ingratidão não são cegos para o mundo, mas são cegos para a dádiva. E quem não aprende a enxergar o bem que recebeu corre o risco de viver cercado de pessoas, mas distante do verdadeiro sentido da reciprocidade.
O Novo Mundo não passa de um mar de promessas onde cada alma busca sua própria ilha, sem notar que o silêncio de Roanoke é o eco do nosso eterno desejo de desaparecer, apenas para recomeçar no instante em que nasce uma nova Virgínia.
Reno Fioraso
Cores
"Cinquenta tons de cinza"
é o que ouço todo mundo a falar...
Nostalgia, agonia...
tristezas todo o dia... todo dia.
Bem lá atrás ficou o tempo todo que sorrir
era tudo o que você sabia.
Planos traçados em linhas tortas,
sonhos ao vento lançados, sem norte, reféns da sorte.
Caminho perdido, passos em vão,
rumo incerto, coração sem verão.
Promessas feitas na sombra do medo,
Esperanças pra outro rincão fugidas, silêncio e segredo... você completo refém do medo.
Entre ruínas, busca direção,
do caos espera nascer a força, uma nova vida, a nova visão.
Cada queda é um mapa desfeito,
mas no erro floresce um jeito.
No amanhã uma interrogação.
Sem rumo certo, navega por mares bravios... busca um porto seguro, um farol... um caminho claro deixando pra trás o escuro.
Pois acredita: há vida intensa mesmo em um caminho sem placas, sem sinal... há vida atrás dos muros.
Hoje são nuvens pesadas.
caras amarradas...
planos, projetos, sonhos
que acabaram em nada.
É hora de mudar
trazer de volta toda a alegria.
E é fácil a vida transformar...
Sabe como?
É só pro mundo você... com uma bela cor pintar!
Será que estamos realmente cumprindo o propósito da vida, ou apenas tentando provar ao mundo que ela vale a pena? Entre o ego que busca aplausos, os likes que alimentam uma validação passageira e um mundo que confunde aparência com valor, talvez tenhamos esquecido o essencial: o amor, o propósito e o nosso próprio valor. Antes de nascer, não conhecíamos a dor; nascemos, aprendemos a sentir, crescemos entre perdas e conquistas e, em algum momento, descobrimos a certeza inevitável da morte. Então, o que é a vida? Talvez seja justamente o intervalo entre o primeiro suspiro e o último — e a pergunta não seja quanto tempo teremos, mas o que faremos com aquilo que recebemos enquanto estivermos aqui.
