Mundo
“O Rito Português é o Rito da Nova Era.
Nesse sentido adapta-se ao mundo moderno
sem jamais perder a sua essência,
porque as verdades intemporais que encerra
não pertencem ao tempo — são permanentes,
universais e imutáveis.
Se algo é bom, justo e verdadeiro,
pode ter sido escrito ontem e ter tanto valor
como algo criado há séculos, desde que haja
critérios para avaliar se conduz o Homem
à plenitude da condição humana.”
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
ritoportugues.pt
Hoje entenderia como o mundo está, o mundo que nunca voltará para o começo.
Para mesmo onde termina e onde começa, cada dia parece horas ou minutos de vida.
Além do mais quem preza para as nossas emoções? Que está usufruindo para anomalias parecendo "um monstro de sete cabeças" para alguns que nem tem cabeça mais depois que enlouqueceram.
Mesmo assim entendo que está desconfortável descontar tudo o que você sente numa tela de celular porque você está triste, ou deprimido.
Existem pessoas que falam para nos animar por que o mundo acorda do jeito que estamos, feliz radiante, ou triste e chuvoso.
MÃO SANTA
No basquete ele foi rei
Todo mundo o aplaudiu
Sua cesta de 3 pontos
Deu o ouro ao Brasil
Mas o jogo encerrou
O cronômetro zerou
E Mão santa já partiu
SE FOR APENAS UM SONHO
E, se... por algum motivo eu estive apenas sonhando que este mundo maravilhoso ao seu lado é real e que infelizmente não podemos estar juntos porque é apenas um sonho, eu diria que vou tentar todas as noites voltar a este mesmo. Por você, por nós eu tentarei. Porque eu não posso perdê-lo(a) e eu não posso simplesmente deixá-lo(a) aqui e me acordar mais tarde sabendo que você não estará ao meu lado; Eu iria para a guerra com os Mundos em que eu ainda nem sei que eles existem apenas por uma fração de segundo ao seu lado... Por apenas um beijo seu. E se isso é um sonho, então eu prefiro morrer do que acordar se você.
Solidão ou Solitude?
Há um instante em que o silêncio pesa,
como se o mundo tivesse esquecido o meu nome.
A casa respira devagar,
e cada canto guarda um eco que não responde.
Chamavam isso de solidão.
Mas o tempo, esse artesão invisível,
foi mudando a textura dos dias.
O vazio deixou de ser ausência
e virou espaço.
Aprendi a ouvir o que antes doía:
o som do vento na janela,
o compasso tranquilo do meu próprio existir,
a leveza de não precisar ser para ninguém além de mim.
E então, quase sem perceber,
a solidão se desfez em outra coisa—
mais mansa, mais inteira.
Virou solitude.
Agora, o silêncio não pesa: acolhe.
Não cobra: oferece.
É um lugar onde me encontro
sem pressa, sem ruído, sem máscara.
E nesse encontro sereno,
descubro que nunca estive só—
apenas não tinha ainda aprendido
a me fazer companhia.
Realidades
Em um mundo desilusório
o vento se desespera
a lua canta ao anoitecer
enquanto o sol lhe espera.
No mundo das ilusões
os pássaros cantarolam no jardim
e todas as aves vão voando
pra bem longe de mim.
Enquanto leio camões
vejo toda a soberania
de muitas decepções
e de muitas fantasias.
Eu ainda temo muito
e temo enquanto viver
mesmo com a realidade
ainda ponho-me a sofrer.
Em um mundo de historietas
e de crianças desobedientes
eu aprendo a dor mundana,
calada e inconsciente.
Vejo beleza no mundo
mas temo muito a sagacidade.
Preciso parar de pensar
e dar um fim na realidade.
Luciana, porque voltastes?
Voltastes porque nada mais deves neste mundo
Nada mais deves a todos aqueles que um dia deixou
você não nos deve mais nada
mas ainda tenta cumprir uma missão...
Então porque voltastes?
Num mundo dominado por algoritmos e ‘influencers’, o poder de autoconstrução passou, de virtude, a ato de resistência.
“No mundo da poesia
Posso ser o que eu quiser:
Ser a força de um homem,
Ternura de uma mulher ,
Um raio de esperança,
Uma suave lembrança,
Ou pétalas de malmequer.”
(Maria do Socorro Domingos)
A dignidade humana
O mundo fala de amor, mas isso não basta. Amor sem dignidade é palavra vazia. O que falta ao nosso tempo não é afeto — é caráter.
Vivemos cercados por homens que desejam poder, mas não responsabilidade. Homens que preferem a aparência à verdade, o aplauso à consciência, o privilégio à justiça. Homens que se alimentam da boa-fé alheia e constroem sua força sobre a ignorância que eles mesmos cultivam.
Devemos destruir essa lógica. Recusar a normalização da mentira. Rejeitar amanipulação que transforma cidadãos em massa de manobra.
A dignidade não é luxo: é fundamento. A honra não é ornamento: é dever. A honestidade não é virtude rara: é obrigação mínima.
Defender ideais que não excluem, não dividem, não exploram. Ideais que eduquem, que libertem, que ampliem horizontes. Ideais que tratem a informação como direito, não como moeda de controle.
Porque a ignorância não é acidente — é estratégia. E quem deseja dominar alimenta pouco, para manter dependência. Quem teme a liberdade alheia oferece migalhas, para que a fome nunca acabe.
Não podemos aceitar migalhas e a manipulação como destino e o poder sem moral, como regra.
Vamos conclamar a quem ainda acredita na força da verdade. A quem sabe que igualdade não é utopia, mas projeto. A quem entende que informação é libertação. A quem não se curva ao cinismo dos que lucram com a miséria intelectual e moral.
O mundo precisa de amor, sim. Mas precisa, sobretudo, de homens e mulheres dignos, que escolham a honra antes do benefício, a justiça antes da conveniência, a verdade antes do conforto.
Que seja nosso compromisso. E que ele se cumpra até que a dignidade deixe de ser exceção e volte a ser regra.
O mundo precisa
Saber a verdade
Passado não volta, futuro não temos e o hoje não acabou
Por isso ame mais, abrace mais
Pois não sabemos quanto tempo temos pra respirar
Fale mais, ouça mais
Vale a pena lembrar que a vida é curta demais
