Mulheres que Brigam por Amor
Ao contrário dos homens, que se desfazem em angústia diante do vazio, as mulheres, quando entregues ao isolamento de seus próprios aposentos, revestem-se de uma força soberana e terrível. Não que a fraqueza humana as abandone por completo — pois somos todos herdeiros do mesmo barro decadente —, mas porque elas possuem o dom divino ou vil de prolongar a ilusão de sua própria invencibilidade.
Os Tolos se dedicam a ganhar dinheiro,
fama, mulheres e todas as outras
glórias deste mundo.
Os sábios se dedicam a ganhar
a amizade de DEUS,
levando mensagens,
louvando e adorando.
Os tolos, de nada vão desfrutar,
porque as suas vidas passam como um sopro,
já os sábios, colherão saúde, vida longa
e vida Eterna!
Adoráveis Mulheres — escrevo isso para você, mulher
Meninas, eu quero falar com vocês de um lugar muito honesto.
Adoráveis Mulheres não é só um filme bonito. Ele é um espelho curativo. Um daqueles que não acusa, não pressiona, não romantiza a dor — apenas revela.
Esse filme toca num ponto que muitas de nós carregamos em silêncio:
a ideia de que, para amar, precisamos diminuir.
De que, para sermos escolhidas, precisamos nos adaptar.
De que, para manter vínculos, precisamos desaparecer um pouco.
E não.
Amar não exige desaparecer.
Eu assisti esse filme sentindo cada camada do feminino sendo reorganizada por dentro. Porque ali não existe uma mulher “certa”. Existem mulheres inteiras, em processos diferentes, com desejos legítimos, sem competição, sem anulação.
Jo me lembra — e talvez lembre você — que é possível amar profundamente e ainda assim não negociar a própria alma.
Que querer criar, trabalhar, escrever, liderar, pensar… não nos torna frias.
Nos torna vivas.
Esse filme cura a culpa feminina.
Cura a ideia de que ambição é defeito.
Cura o medo de escolher um caminho diferente do esperado.
Cura a ferida de quem foi ensinada a ser “boazinha”, “agradável”, “fácil de lidar”.
Ele diz, sem dizer:
Você pode amar.
Você pode escolher.
Você pode ficar.
Você pode ir.
E tudo isso continua sendo feminino.
Também cura algo muito delicado entre nós: a comparação.
Cada mulher ali tem um destino possível — e nenhum invalida o outro.
Não existe uma única forma de ser mulher realizada.
Adoráveis Mulheres não vende conto de fadas.
Ele devolve consciência.
É um filme para assistir sem pressa.
Para sentir.
Para lembrar de si.
Para sair com uma certeza tranquila no peito:
- Você não precisa se apagar para ser amada.
- Seu talento não é excesso.
- Seu desejo de mais não é falta de gratidão.
Esse filme é um abraço firme que diz:
seja inteira. O amor que vale a pena sabe lidar com isso.
Quando o Mundo Chama de Difícil Aquilo Que Só Era Diferente
Há mulheres que passam a vida inteira tentando ensinar os filhos a caber no mundo.
Mas talvez a pergunta mais importante nunca tenha sido essa.
Talvez a pergunta correta seja:
por que o mundo ainda tem tanta dificuldade em acolher mentes que funcionam de formas diferentes?
Durante anos, olhamos para crianças neurodivergentes tentando encontrar apenas déficits, dificuldades e limitações. Como se tudo precisasse ser corrigido. Como se existir de maneira diferente fosse um erro de fabricação humana.
Mas a ciência começou a mostrar algo profundamente transformador:
cérebros diferentes não são cérebros inferiores.
São cérebros com caminhos próprios.
A neuroplasticidade revelou algo que muda completamente a forma como entendemos desenvolvimento humano, aprendizagem e inclusão: o cérebro está em constante adaptação. Ele aprende, reorganiza, cria conexões e responde ao ambiente o tempo inteiro.
Isso significa que amor, acolhimento, vínculo, segurança emocional, estímulos corretos e pertencimento não são apenas conceitos afetivos. São fatores biológicos que influenciam diretamente o desenvolvimento cerebral.
E talvez seja exatamente aqui que muitas famílias se quebram.
Porque mães chegam em consultórios carregando medo, culpa e exaustão. Recebem termos técnicos, laudos, avaliações, encaminhamentos… mas quase nunca recebem tradução humana para aquilo que estão vivendo.
Ninguém prepara uma mãe para ouvir que o filho é diferente em uma sociedade que ainda pune diferenças.
Ninguém explica o tamanho do luto invisível que nasce não pelo filho real, mas pela destruição das expectativas que foram construídas antes dele nascer.
E, ainda assim, diariamente essas mães levantam.
Pesquisam.
Aprendem.
Tentam.
Erram.
Recomeçam.
Em silêncio.
Existe algo profundamente cruel na forma como a sociedade exige que crianças neurodivergentes se adaptem o tempo inteiro, mas raramente se dispõe a adaptar o ambiente para recebê-las.
Chamam crianças sensíveis de difíceis.
Chamam crianças intensas de problemáticas.
Chamam crianças hiperfocadas de estranhas.
Chamam crianças que não suportam excesso de estímulos de mal-educadas.
Mas poucas pessoas perguntam:
o que acontece dentro desse cérebro?
como essa criança sente o mundo?
quanto esforço ela faz diariamente apenas para existir em ambientes que a esgotam?
Talvez uma das maiores violências da atualidade seja obrigar pessoas neurodivergentes a passarem a vida inteira tentando parecer neurotípicas para serem aceitas.
E isso começa cedo.
Começa quando uma criança aprende que precisa mascarar comportamentos naturais para não ser rejeitada.
Quando aprende a esconder sensibilidades.
Quando percebe que o problema nunca é exatamente sua existência, mas o desconforto que sua diferença causa nos outros.
Mas existe algo extraordinário acontecendo ao mesmo tempo.
A ciência moderna começou finalmente a confirmar aquilo que muitas famílias já percebiam no cotidiano: crianças neurodivergentes frequentemente possuem formas únicas de percepção, criatividade, associação, memória, profundidade emocional e construção cognitiva.
Muitas não enxergam o mundo pior.
Enxergam diferente.
E diferença nunca deveria ser tratada como ausência de valor.
O problema é que fomos educados dentro de modelos que tentam padronizar seres humanos. Como se desenvolvimento tivesse uma única rota correta.
Mas desenvolvimento humano não é linha reta.
É singularidade.
Cada cérebro possui ritmos, conexões, sensibilidades e formas próprias de aprendizagem. E quando uma criança encontra ambientes seguros, respeitosos e emocionalmente regulados, algo impressionante acontece: ela floresce.
Não porque foi “consertada”.
Mas porque finalmente teve espaço para existir sem violência constante.
Talvez o futuro da inclusão não esteja em ensinar crianças neurodivergentes a sobreviverem no mundo.
Talvez esteja em ensinar o mundo a não destruir crianças que nasceram diferentes.
E isso exige mais do que discursos bonitos.
Exige escuta.
Presença.
Informação acessível.
Empatia prática.
Ambientes menos hostis.
Educação emocional.
E principalmente: coragem coletiva para abandonar modelos ultrapassados de normalidade.
Porque nenhuma criança deveria crescer acreditando que precisa diminuir sua essência para merecer pertencimento.
No fundo, inclusão verdadeira nunca foi sobre tolerar diferenças.
Sempre foi sobre compreender que a diversidade humana é justamente aquilo que torna nossa existência tão extraordinária.
Inspirado nas reflexões presentes em “Sementes de Singularidade”, de Diane Leite.
Não é falta de caráter, nem falta de respeito amar, admirar ou desejar várias mulheres desde que todas elas sejam a sua.
Mulheres…
Mulheres que moldam gerações, que despertam sensações.
Que não pedem permissão para existir…
Que são o que são:
mães, artistas, esposas, poetas,
escritoras, cantoras, psicólogas, filósofas…
Mulheres.
Belas mulheres em toda a sua essência.
Mulheres presentes em toda a sua intensidade.
Como admiro essas mulheres…
Que tocam a alma, que se permitem.
Que transbordam o universo dentro de si.
Que são livres, mesmo em meio às suas limitações…
Ana Caroline Marinato
Um mundo de fato igualitário seria aquele em que as mulheres comandassem metade dos países e das empresas e os homens dirigissem metade dos lares.
Todas as mulheres deveriam ler isso. Que se ontem você não conseguiu alcançar o que queria, hoje é um belo dia para conseguir. O mundo dá voltas para nos mostrar que vale sempre a pena recomeçar. Nunca desista daquilo que acredita. Você é forte, corajosa e tem uma luz única que ilumina por onde passa. Sua resiliência encanta, seu sorriso transforma e sua presença faz diferença. Permita-se recomeçar sem medo, sabendo que cada passo seu é inspiração. Deseje ao mundo um dia e uma vida de Paz! Comece por você: espalhe bondade, confie no seu taco e siga em frente. Você é incrível.
Tudo que é belo atrai o poeta, assim todas as mulheres lhe fascinam, contudo, apenas a musa lhe completa, a sua noção errônea de completude.
Uma prova de que até poeta bom pode ser estúpido,
é o fato de Vinicius ter tido sete mulheres..
e nenhum verdadeiro amor!
Mulheres não são melhores que homens mas, digamos que sejam mais seletivas e exigentes. Nem todo homem serve pra uma mulher, enquanto para os homens serve qualquer mulher.
Seria hipocrisia dizer que as mulheres não gostam de serem elogiadas, mas aqueles avanços que ofendem a integridade moral são inaceitáveis.
Julgam as mulheres do mundo com o rigor de um juiz, mas quando cometem os mesmos erros, correm para o altar fingindo que foram vítimas do inimigo. A verdade é que o diabo não tem metade da culpa que o seu livre-arbítrio carrega.
O Encanto Que Fica
Há mulheres que chegam em silêncio,
como quem toca a luz sem perceber,
e de repente tudo ao redor
aprende um novo jeito de florescer.
Não precisam de pressa nem de ruído,
carregam no olhar um mistério sutil,
que prende devagar, sem correntes,
e envolve o coração com um fio gentil.
Um sorriso delas desarma certezas,
um olhar faz o tempo hesitar,
e o mundo, antes tão distante,
passa a querer se aproximar.
São como a noite que chama a lua,
como o vento que busca o mar,
há algo nelas que não se explica,
só se sente… e deixa ficar.
E quando um encontro acontece assim,
sem defesa, sem previsão,
o que era apenas caminho comum
vira destino dentro do coração.
"Nascemos de mulheres para sermos seus aliados, não seus algozes. Respeitar o feminino é honrar a própria origem."
— Ginho Peralta
Felizes os 385 dias internacionais das mulheres.
As redes sociais estão recheadas de frases de efeito, poesias, músicas, versículos, enfim, muitas homenagens ao Dia Internacional das Mulheres e gostaria aqui de deixar minha singela MSN a você mulher a coroa da criação que Deus nos deu, não só como ajudadora, mas também, como alguém que é forte e que pode desempenhar papéis na sociedade e, também, pelo crescimento e avanço da obra do Senhor aqui na Terra.
Historicamente a mulher tem superado as dificuldades para assenhorar-se de espaço e respeito; mais, pela sua capacidade de comover e sensibilizar do que pela imposição da força e do autoritarismo. Por excelência a mulher é detentora de uma extraordinária capacidade de promover mudanças e transformar o meio sem grandes transtornos.
Biblicamente Deus destinou propósitos assemelhados, fomos feitos à imagem e semelhança de Deus. “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”Gn 1:27 Então, toda homenagem dos homens nesta data é pouco, mesmo que referenciamos todos os dias é pouco pelo muito que vocês representam em nossas vidas.
Entretanto eu pergunto; Qual é o reconhecimento que vocês têm de si mesmas? Qual é o valor que vocês tem se dado? Tem se permitido sofrer? Tem se permitido ser subestimada e tem se permitido ser silenciada por um mundo machista, cruel, moralista e etc? Valorize-se e não tenha medo de tentar! Você tem valor. “Mulher virtuosa... O seu valor muito excede ao de finas Joias”. Pv 31:10 Confie no potencial criativo que Deus te deu. Você só precisa assumir esta característica herdada por nosso Pai celestial.
DEUS te abençoe e Feliz Dia Internacional da Mulher!
Misterios da sociedade porque 100 por cento dos homens e mulheres são bi 🧐
Onde toda mulher ja se apaixonou por mulher alguma vez na vida
Oque explica esse fenômeno
Não tem explicação isso e uma força de arte galáctica
