Mulheres Fantásticas

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Bom dia a todas as mulheres do mundo! Desejo para nós um mundo mais pacífico, mais gentil e que proporcione caminhos mais abertos para que a nossa existência seja o suficiente sem conviver com a eterna polarização.

O Machismo e o Feminismo colocam homens e mulheres no campo de batalha. O meu ser anti-guerra me coloca a distância de ambos. Qualquer coisa a mais que o Grok fale é mentira. Sou anti-guerra dos sexos. Onde há confronto, eu estou fora!

Muito fácil culpar as mulheres no Ocidente e no Oriente, a eterna culpa de Eva, um homem afetivamente educado traz a mulher para ele, reorienta e educa a mulher para ele sem o preço dela renunciar a si mesma. Acontece que há dois lados deseducados apenas.

A DAMA ALVA DAS SOMBRAS: O ETERNO ENIGMA DE ELIZABETH BÁTHORY.
Houve mulheres que atravessaram a História como rainhas.
Outras, como mártires.
E algumas poucas caminharam entre ambas as condições, envoltas por um nevoeiro tão espesso que jamais permitiu distinguir onde terminava a vítima e onde começava o monstro.
Elizabeth Báthory foi uma delas.
Nascida entre os salões aristocráticos da Hungria do século XVI, veio ao mundo cercada por brasões, riquezas e privilégios. Contudo, por trás da magnificência dos castelos, existia uma menina frágil, de tez quase translúcida, olhar distante e alma marcada por sofrimentos precoces. Relatos históricos mencionam enfermidades, convulsões e crises que a acompanhavam desde a infância, como se seu espírito já pressentisse uma existência destinada à tormenta.
Era uma dessas figuras cuja beleza parecia não pertencer inteiramente à Terra.
Sua pele possuía a alvura das primeiras neves do inverno.
Seus cabelos lembravam fios de ouro envelhecidos pela luz dos crepúsculos.
E seus olhos, segundo os cronistas, carregavam aquela estranha tristeza encontrada apenas nas pessoas que jamais conheceram verdadeira paz.
Ao contemplá-la, talvez alguém visse uma princesa.
Ao observá-la mais atentamente, perceberia uma sombra.
Elizabeth cresceu entre guerras, intrigas políticas e uma nobreza que transformava crueldade em demonstração de poder. Casou-se muito jovem com Ferenc Nádasdy, um dos mais temidos guerreiros da Hungria, e passou a habitar os austeros castelos erguidos entre montanhas cobertas de névoa. Enquanto o marido combatia exércitos distantes, ela permanecia cercada por corredores silenciosos, tapeçarias escuras e invernos intermináveis.
Foi ali que nasceu a lenda.
Ou talvez a tragédia.
Ou ambas.
Dizem que a solidão começou a consumi-la como um fogo invisível.
Dizem que o sofrimento tornou-se companhia.
Dizem que a dor, quando permanece tempo demais no coração humano, pode assumir formas monstruosas.
Mas também dizem que seus inimigos eram numerosos.
Que sua fortuna despertava cobiça.
Que sua condição de mulher poderosa em um mundo dominado por homens a transformava em alvo conveniente.
E é precisamente nesse ponto que a História se desfaz em bruma.
Durante séculos, narraram que ela torturava jovens donzelas.
Que castigos inimagináveis aconteciam nos aposentos de seu castelo.
Que centenas de vidas teriam desaparecido sob sua autoridade.
Que rios de sangue teriam corrido entre aquelas pedras ancestrais.
Porém, estudiosos modernos observam que muitas acusações foram baseadas em rumores, testemunhos indiretos e interesses políticos. Alguns pesquisadores sustentam que ela pode ter sido vítima de uma campanha destinada a enfraquecer sua influência e tomar seus bens. A própria narrativa dos famosos banhos de sangue parece ter surgido muito tempo depois dos acontecimentos, alimentada por lendas e imaginação popular.
E assim Elizabeth permanece.
Não como uma mulher.
Mas como um enigma.
Uma figura suspensa entre a realidade e o pesadelo.
Uma aparição que atravessa os séculos vestida de branco.
Às vezes parece uma criatura devorada pela própria escuridão.
Outras vezes, uma alma condenada injustamente pela crueldade dos homens e pelas conveniências da política.
Talvez jamais saibamos.
Talvez a verdade tenha morrido muito antes dela.
Em 1614, confinada dentro de seu próprio castelo, distante do mundo e dos tribunais da posteridade, Elizabeth encontrou o fim de sua jornada terrena. Não houve absolvição. Não houve condenação definitiva. Apenas silêncio.
E o silêncio, por vezes, é o mais profundo dos túmulos.
Hoje, quando o vento percorre as ruínas de Čachtice e a névoa cobre as antigas muralhas, parece ainda existir uma presença vagando entre aquelas pedras.
Não a da assassina.
Não a da inocente.
Mas a da eterna incógnita.
A mulher cuja beleza tornou-se lenda.
Cuja dor transformou-se em mito.
Cuja história foi escrita com a tinta ambígua dos séculos.
Benfeitora ou maligna?
Anjo ferido ou espectro cruel?
A resposta talvez pertença apenas às sombras.
E nelas permanecerá para sempre.
Autor: Marcelo caetano Monteiro.

FILHAS ANÔNIMAS DA DOR.

Ó mulheres ocultas pelas brumas de séculos impiedosos,
vossas almas percorreram a terra como sombras que carregam o peso, de injustiças que a História jamais ousou nomear.
Sois o sal das lágrimas que nenhuma crônica registrou,
a argamassa silenciosa que ergueu civilizações inteiras
sobre vossos corpos exauridos e vossos espíritos oprimidos.

Filhas da caça às bruxas, marcadas pelo fogo que não purifica, mas que consome o indefeso.
Em cada madrugada de auréola acinzentada, uma de vós era levada para interrogatórios despóticos, acusada por línguas cruéis que temiam a vossa lucidez.
Ó mulheres caladas pela tirania,
vossos gritos ecoam ainda hoje nas fendas do tempo, onde a opressão deixou cicatrizes que nem o esquecimento cura.

Filhas escravizadas, arrancadas de vossa terra natal, como raízes mutiladas que ainda pulsavam vida.
Vossos nomes foram dissolvidos entre correntes, vossos sonhos esmagados por açoites, vossos úteros transformados em campos de tormento.
Mas mesmo naquele abismo sem alvorecer, carregastes a centelha indômita da dignidade, e com ela preservastes a essência do ser
nas noites mais densas da crueldade humana.

Filhas do luto materno, a quem a morte visitou repetidas vezes
como um hóspede voraz que nunca se dá por satisfeito.
Vossos braços, outrora depositários de promessas,
ergueram ao céu corpos frágeis que não resistiram às intempéries e às pestes do século.
E ainda assim permanecestes de pé, envoltas numa resignação que roça o sagrado, como guardiãs da dor mais antiga que existe:
a dor de amar o que se perde.

Ó mulheres anônimas, vosso sofrimento não foi vã litania.
Vós sois o subterrâneo moral da humanidade, o testemunho de que a grandeza por vezes se oculta naquele que mais padeceu.
A cada uma de vós dedico esta ode, este cântico sombrio que resgata a dignidade que vos foi arrancada por eras insensíveis.

Que vossas sombras se tornem luz para os vindouros,
e que da vossa dor antiga brote a lembrança de que nenhuma alma destinada ao bem sucumbe para sempre.
Porque na memória profunda das eras mora a força que transcende, e nela repousa a luminosa supremacia da nossa perpétua vida.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

1588
"Ainda não descobri a razão, mas vou... Uma das mulheres que amam cozinhar para Mim, acaba de preparar bife de fígado acebolado. Oh, Céus... Ela sabe que não tolero bife de fígado. Por que ela está fazendo isso? Não sei, mas vou descobrir!"

1625
"De facto, não entendo essa dependência, essa necessidade que muitas Mulheres têm de Homens. Eca! Até Minha Dentista e Minha Cirurgiã são Mulheres, como todas por aqui, menos Eu, HeHeHe!"

1626
"Durante bom tempo observando as críticas e o odio (de Mulheres, nas Redes Sociais) contra a Primeira Dama, ficou nítida a razão: porque a odiada, além de Primeira Dama, ela também tem marido. Isso mesmo. Ficou muito claro!"

1624
" 'Em Aliás', dos casos de Mulheres Tristes, Incompletas e Choronas (que eu conheço), 92,8% dos casos tem a ver com 'Isso é Lá com Santo Antonio'. E eu não minto!"

1628
"Eu também adoro casamentos, mesmo o de Outros e principalmente pelas Mulheres. Não conheço nada mais 'glamoroso' para as Noivas. É demonstração de pura felicidade e esperança! Gosto de vê-las nesse momento. Qualquer Noiva, mesmo que eu não conheça e que nunca tinha visto!"

0004 "Eles não sabem se somos humanos ou robôs, homens ou mulheres, bonitos ou feios. Eles não sabem. Nós, também não! Por isso é bom (e ruim) navegar na Internet!"

0106 "Casamento marcado? Ótimo! Mulheres, não deixem seus empregos para não ter que depender de homem nenhum. Homens, aprendam as tarefas de casa, além de cuidar de filhos e ter que trabalhar fora. As mulheres evoluíram, tá? E ainda bem!"

0371 "Para os Registros: De todas as mulheres que conheci, as melhores foram as vestidas. Sem roupa, somente na hora H."

0379 "Observando por aí, concluí: Uma das grandes diferenças entre homens e mulheres está na Barriguinha que desenvolvem: Barriguinhas, nos homens, geralmente são durinhas. Não são?"

0526 "Entre as perguntas a evitar está esta: 'Por que ela engravidou?' Ora, por que mulheres engravidam? Que coisa!"

"Alguns brasileiros são mais fiéis aos respectivos times de futebol do que às mulheres, aos patrões e às religiões."
Frase Minha 0610, Criada no Ano 2013

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Entre tantas outras razões de eu adorar as mulheres (só as mulheres) é porque elas, na despedida, falam ou escrevem "Bjs", enquanto os marmanjos não falam nada ou limitam-se ao tal "Abraço". Ah, as mulheres!"
0738 | Criado por Mim | Em 2014

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"Sou fiel até dizer chega! Fiel ao meu Criador, às minhas mulheres, aos meus patrões, a mim mesmo, ao meu time de futebol... E chega!"
0751 | Criado por Mim | Em 2014

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"Adoro mulheres! E adoro ainda mais quando elas me passam pra trás!"
0830 | Criado por Mim | Em 2015

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"As mulheres do passado mostravam apenas o CARÁTER, o TRICÔ e os DOTES CULINARIOS porque elas não podiam mostrar mais nada. Nem o joelho!"
0845 | Criado por Mim | Em 2016

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