Mulheres Falam mal uma das outras
Definitivamente, a mulher é fruto de uma sublime inteligência, criada sob o mais alto padrão de beleza. Feita para brilhar, para amar. A mulher, sem sombra de dúvidas, é um ser angelical.
Parei de julgar as pessoas quando me pus no lugar de cada uma delas. Disso tudo, o proveito foi a descoberta do melhor existente em cada um. Somos todos capazes e eficazes, basta que tenhamos a iniciativa para tal.
Menosprezar um igual é retroceder em inteligência, em humanidade e, assim, definhar em asperidade.
Todos com seus erros e qualidades, todos com suas capacidades. Essa é a verdade.
A esperança é cheia de confiança. É algo maravilhoso e belo, uma lâmpada iluminada em nosso coração. É o motor da vida. É uma luz no direção do futuro.
Não é porque eu te amo, que eu vou ficar com você. Te amar não foi uma escolha minha, mais sofrer por você é!
Chega uma hora que a realidade te espreme num canto, te dá um tapa na cara e te pergunta: "o que é que você está fazendo aqui?"
Traição – Uma quebra de confiança
O tema que queremos abordar é um tanto polemico e causa muitos transtornos, pois em vários momentos na vida de qualquer pessoa, ela já sofreu ou na pior das hipóteses, sofrerá algum tipo de traição, seja familiar, no trabalho ou numa relação.
O que podemos observar é que a consequência da traição é o que mais denigre e abaixa à auto estima da pessoa traída, causando a esta pessoa um grande desgosto, acompanhado de constrangimento, somado a uma enorme decepção.
Não importa o grau da traição, ela machuca do mesmo jeito!
Imagine uma relação, que iniciou com todo amor e consideração, mas de repente alguém trai, e nesta modalidade inclui todos os sentimentos de revolta e desespero, sendo que a pessoa traída não consegue separar os sentimentos e a revolta que agora preenche o espaço que antes era puro amor, dedicação, disponibilidade, afeição e amor. Ela se sente como uma fera acuada é como se estivesse de mãos atadas, de olhos vendados, inerte, sem menor disposição de agir.
O que realmente dói numa traição, não é puramente o fato de ser traído, mas a decepção de ter partido de onde menos esperava. É você perceber que depositou o valor e a confiança em alguém que não mereceu que dedicou seus esforços e atenção, honrou a palavra, seja em que área for, amorosa, profissional ou de amizade, mas o outro lado retribuiu com aquilo que você nunca esperava a traição.
A traição machuca demais, as chagas ficam expostas, a dor é incalculável!
Principalmente por achar que não merecia, partindo especialmente daquela pessoa que aos seus solhos era tudo, era perfeita era a pessoa com a qual você mantinha uma relação de confiança, era seu amor...
Numa relação, precisamos estar com os nossos pés bem firmados no chão, para não nos decepcionarmos, se mais tarde virmos a perceber que aquela imagem que construímos do outro e que acreditávamos que era perfeita se desmoronou, devido a algo errôneo que acreditamos estar correto, ou seja, muitas vezes vemos, mas não enxergamos a realidade dos fatos.
É muito fácil e comum nos enganarmos e uma vez que julgamos falsamente a pessoa que está ao nosso lado e acusamos suas atitudes sem analisar e refletir verdadeiramente os fatos abrimos brecha para uma relação desgastada, onde plantamos a semente da desconfiança e colheremos o fruto do desamor e discórdia.
A traição é uma faca de dois gumes e carrega em si, um sentimento de ingratidão e desconsideração por tudo que foi realizado, porque toda espécie de traição vem acompanhada de mentira, falsidade, fofoca e calúnia, armas que o traidor usa para sobreviver e buscar levar vantagens.
É comum ouvirmos dizer que todos têm direito a uma segunda chance. O traidor também merece, porque nem sempre o que vemos é a realidade dos fatos.
Na vida tudo que acontece se pode aceitar e até remediar. As pessoas podem entender esquecer ou até mesmo perdoar ações a que venha ferir sua dignidade, mesmo o ato vergonhoso e deprimente de uma traição, porque a traição de alguém é algo muito negativo e também inesperado, e traz como resultado uma profunda decepção.
Decepção que pode ser resumida em três atos:
Primeiro, porque nós nunca esperamos ser traído;
Segundo, porque normalmente a traição sempre envolve pessoas muito próximas a nós.
Terceiro, porque a traição carrega em si o fato de ser uma ação que destrói uma relação.
Temos consciência que somos limitados e que erramos, e sabemos que ninguém está livre de cometer deslizes, contudo temos também à certeza que onde predomina a sinceridade por parte de homens e mulheres de caráter, a traição dificilmente ocupará espaço, porque ela, normalmente impera entre pessoas de personalidade fraca.
O traidor carregará sempre a marca da ação praticada, mas se for comprovado que não houve a traição, com certeza será reconquistada a confiança perdida, e isto requer muito carinho, paciência, consideração e amor.
É preciso diálogo e muito bom senso para resolver esta situação, porque a pessoa que se julga traída numa relação, muitas vezes age cegamente e vê coisas que não existe, tornando a situação insustentável, sendo difícil buscar alternativas para amenizar tal ação, mas se buscar no seu íntimo e reviver o sentimento que os uniu, com certeza saberão retomar e resolver os problemas e curar os sentimentos feridos.
O magistério, por si só, é uma profissão altruísta. Professor é aquele que, todos os dias, quando vai ao trabalho, pensa: O que posso fazer para propiciar ao meu aluno a possibilidade de um futuro melhor?
Frustrações da vida
A frustração não é uma opção, é uma emoção compulsória.Uma das formas de aprender a aceitar a frustração é levar em conta que as coisas não são sempre pessoais.
As pessoas têm suas próprias razões para fazer o que fazem, independentemente do que pensam ou sentem por você.
Diminuir o grau de exigência em relação ao próprio desempenho é uma das principais medidas para não supervalorizar uma frustração. Nem sempre é possível acertar. Por isso, um erro, um esquecimento, uma falha que compremeta a performance desejada, não passam de incovenientes. Não há tragédia alguma em errar.
Cada pessoa possui uma forma de observar e de pensar: Os pensamentos e as opiniões das pessoas variam. Mesmo que sejam diferentes dos seus, aceite-os com a disposição de aprender.
O grande professor indiano Nisargadatta Maharaj disse uma vez: “A sabedoria me diz que não sou nada. O amor me diz que sou tudo. Entre os dois, minha vida flui”. “Não sou nada” não significa que há uma árida terra de ninguém interior. Mas sim que, com estado desperto, estamos abertos para um espaço limpo, desimpedido, sem centro ou periferia — em nada separado.
Se somos nada, não há realmente nada para servir como barreira para nossa ilimitada expressão do amor. Sendo nada, assim, também somos, inevitavelmente, tudo. “Tudo” não significa auto-engrandecimento, mas um reconhecimento decisivo de interconexão; não somos separados.
Tanto o espaço limpo e aberto do “nada” quando a interdependência de “tudo” nos desperta para nossa verdadeira natureza. Essa é a verdade que tocamos quando meditamos, um sentido de unidade além do sofrimento. Está sempre presente; precisamos, meramente, ser capazes de acessá-lo.
O que os olhos não vêem
Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio
com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.
Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...
Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.
Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.
O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.
E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.
De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.
E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.
Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...
Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.
E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não vêem,
nosso coração não sente.
E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.
Cada pessoa do povo
foi chegando á convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!
Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.
E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.
E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não vêem
nosso coração não sente...
Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
- Vamos olhar na muralha.
- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!
E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geléia,
daquela grande assembléia,
como eu nunca imaginei!
E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.
O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.
E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!
Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.
Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não vêem
nosso coração não sente.
Tenho medo de acabar me tornando uma dessas velhas bêbadas e roucas que ficam vadiando pela rua da amargura assediando rapazinhos...
- Relacionados
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas de amizade verdadeira que falam dessa união de almas
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Mensagem para uma pessoa especial
- Mensagem para uma amiga especial
- Uma mensagem para alguém especial
- 57 mensagens de falecimento para confortar uma perda
