Mulheres Falam mal uma das outras
Palavra não é enfeite. Palavra é semente. Algumas dormem anos. Outras esperam a pessoa virar quem aguenta viver o que disse.
Eu aguentei..
E o mundo, meio contrariado, obedeceu.
Existem coisas que apenas o dinheiro pode resolver, outras que somente a oração pode realizar, mas há situações que só através do tempo podem ser concluídas.
Quando não somos nós nos comparando às outras pessoas, são as outras pessoas que nos comparam a nós.
Cenário na crônica diurna
Floresce o teor que desdé a lua faminta...
Em outras autoras somos a virtude
E o que somos copilidos a compreender o notório distúrbio,
Titubeou no amanhecer de sua essência.
Num estado inerte todavia se foi tenso...
O ar morreu diante as aparecia
Tropeiro tropeço... de qual aps quais.
Faça-se o silêncio do paradigma.
O absurdo único em outras esferas...
Somos banidos por pensar diferente...
Entanto fomos descobertos e queimados em fogueira de vaidade...
Tais sonhos diante a realidade nos afogamos em ideias...
No coluo de madrugada a espada se torna um caminho longo e ardo.
Seria possível respirar novos lugares...
No máximo ardor de nossos ancestrais.
Mero modismo transhumanismo é real..
Afoga a esperança de novos dias o ecoo da derradeira arde de viver.
Num abraço eterno somos copilidos a compreender.
Dor clandestina.
No desatinos de outras horas eras atravessaram.
Bem querer momentos bons no infinito.
Espalho a semântica no desconhecido...
Atroz requisição da inquisição.
Aplausos de telespectadores na espera de desfeixo emblemático.
O pedido de mais profundo atos insanos.
Ser avó ou avô é ver que as sementes plantadas conseguem germinar e gerar outras mudas na continuidade da vida.
As nossas razões serão sempre nossas e nunca estarão a frente das razões de outras pessoas. Por isso, precisamos ter o cuidado quando expomos nossas opiniões e nossas intenções, porque não serão as mesmas que encontraremos em nossa frente quando discutimos com alguém. A tolerância será sempre necessária nesses momentos, para não entrarmos em conflito com o próximo
"Aprendi que na vida algumas pessoas são insubstituíveis, outras que já são totalmente desnecessárias! Que Deus me PROTEJA de MIM MESMA; da MALDADE de GENTE BOA
e da BONDADE de GENTE RUIM."
—By Coelhinha
E se a Enxurrada de Tragédias estiver substituindo as outras por puro capricho em testar a nossa Humanidade?
Talvez uma das dores mais difíceis de suportar no nosso tempo não seja apenas a sucessão de tragédias, mas a velocidade com que uma atropela a outra, como se o sofrimento tivesse entrado numa lógica perversa de reposição imediatista.
Mal nos comovemos verdadeiramente com uma ferida, e outra já se abre diante dos nossos olhos, exigindo atenção, indignação, lágrimas e até nos cobrando posicionamento.
Não porque a dor anterior tenha cicatrizado, mas porque o mundo parece ter se acostumado a empilhar ruínas sem nos dar tempo de recolher os cacos.
E então surge uma inquietação amarga: e se essa enxurrada não estiver apenas acontecendo diante de nós, mas também revelando algo dentro de nós?
Porque cada nova tragédia não testa só a resistência de quem sofre diretamente, mas também a sensibilidade de quem assiste.
Testa nossa capacidade de não transformar o horror em rotina, de não banalizar o luto, de não trocar a compaixão pela pressa e nem a memória pelo próximo escândalo.
Há algo profundamente desumano no modo como o excesso pode nos anestesiar.
Quando tudo vira urgência, corre-se o risco de nada mais tocar com profundidade.
A alma, cansada, começa a se defender como pode: seleciona dores, relativiza outras, acostuma-se ao absurdo, faz do espanto um gesto breve e do esquecimento uma necessidade funcional.
Mas é justamente aí que mora o perigo.
Porque a Humanidade não se perde apenas quando alguém pratica o mal — ela também se enfraquece quando os demais já não conseguem sentir o peso dele.
Talvez o maior teste não esteja na tragédia em si, mas no que ela encontra em nós quando chega.
Se encontra indiferença, estamos falhando.
Se encontra seletividade, estamos adoecendo.
Se encontra apenas espetáculo, opinião apressada ou conveniência emocional, talvez já estejamos permitindo que a dor alheia seja consumida como paisagem.
Ser Humano, nesses tempos, talvez seja resistir à tentação de tratar cada tragédia como conteúdo passageiro.
É se recusar a permitir que a repetição da barbárie reduza nossa capacidade de sentir, de pensar e de cuidar.
É entender que não honramos nenhuma dor apenas reagindo a ela por alguns instantes, mas preservando nela o seu peso, sua gravidade e sua dignidade.
No fim, talvez a pergunta mais incômoda não seja se as tragédias estão testando a nossa Humanidade.
Talvez seja: quantas delas ainda serão necessárias até percebermos que a prova nunca esteve no acontecimento, mas na forma como escolhemos permanecer Humanos depois dele?
Toda menina um dia cresce e se torna mulher, outras já nascem maduras o suficiente pra dar continuidade a novas esferas, sem modificar sua estrutura infantil de vidas por dias, que precisam o progresso materializar.
Aprendi a conhecer o ser humano pelas palavras ásperas e macias.
Umas ferem, outras curam.
E no meio das duas, escolhi ficar com quem me aponta pra Deus, ainda que a verdade doa.
_Van Escher_
Um anjo diferentemente das outras pessoas, te enfrenta vez ou outra, e as vezes, quando você passa do limite, ele não cede apenas ao que você quer ouvir, e argumenta com um cunho mais emocional mesmo, esperando apenas que um dia você entenda. E mesmo que você negue e diga que ele não entende, quase sempre, o famoso dia chega, e lá vai você dizer "Era isso que ele tentava me dizer e eu não sentia."
Texto Meu anjo é de chocolate
Apenas outras ideias
Um breve ensaio sobre a força. Você já imaginou um mundo em que todas as pessoas são fortes? Quando me refiro à força, quero dizer uma série de ações que impedem que o altruísmo seja aplicado, por que para muitos, aceitar uma boa ação demonstra sinal de fraqueza.
Imagine uma sociedade da qual a ideia sobre a evolução foi distorcida, nos livros que continham “os mais adaptados sobrevivem às mudanças”, foram interpretados como “ os mais fortes sobrevivem...” . Além disso, a interpretação foi disseminada por filmes, programas de televisão, livros e principalmente pelo mercado de trabalho. Se você não percebeu a permuta de palavras, e onde quero chegar, permita-me indagar, se os mais fortes são os que realmente sobrevivem por que muitos animais de grande porte estão extintos?
Nessa sociedade o altruísmo não teria vez, haveria a ideia de que os seres humanos não precisam uns dos outros, e o respeito à vida alheia se perderia. Apresentarei os resultados disso:
Os considerados gênios dessa sociedade criaram uma realidade alternativa onde todos podem se expressar sem mostrar seus rostos, onde tudo é muito dinâmico, apenas para confortarem a ideia de que estão interagindo uns com os outros.
O mercado de trabalho se tornaria um verdadeiro campo de batalha, onde não há regras e nem respeito, mas muitos diriam ter ética.
Pessoas ficariam cada vez mais estressadas, pois ao invés de se reunirem para efetuar um trabalho difícil, preferem efetuá-lo sozinhas.
Haveria má distribuição de terras, afinal para muitos a grande quantidade de terras é sinônimo de poder, logo de força.
Extermínios em massa seriam comuns, e lançar uma bomba atômica sobre um país seria apenas um modo de defesa, com o preceito que o outro país estava ameaçando a soberania do primeiro.
O mundo se tornaria um poço de hipocrisia, apenas por que todos querem ganhar, já que quem perde é fraco.
Como citei no início deste texto, isso é um breve ensaio, mas se ao longo dele você encontrou alguma semelhança com nossa realidade, acredite é mera coincidência (ou não).
Se alguém disse que você era fraco, por favor, não mude, você é tão necessário/a quantos os fortes.
Apenas outras ideias.
Você já se imaginou procurando algo que talvez não exista? Não me refiro as suas crenças, ou aos fatos paranormais, estou falando do seu futuro. Você pode retrucar dizendo que seu futuro é real, mas se sua morte ocorrer exatamente enquanto lê isso, uma série de combinações, probabilidades e situações seriam simplesmente apagadas.
Nós somos no mínimo audaciosos. Vou explicar: do momento em que acordou ao momento em que se deitou novamente, você pensou. Milhões, bilhões, ou até mesmo trilhões de pensamentos, no entanto alguns destes eram planos sobre o amanhã, e por mais que sua vida seja uma rotina, o futuro não será exatamente como pensou. Então por que tentamos planejá-lo?
“Para obtermos algum tipo de controle”, você diria? Eu poderia até concordar, mas digo que não é o principal motivo. A necessidade de planejar está ligada à nossa razão. O seu planejamento é apenas uma justificativa para o que você faz, ou fez da sua vida. Por trás de suas expectativas há um fundamento, explicação, ou ideia que não necessariamente elimina o acaso. É como este exato segundo fosse uma pergunta, o próximo seria a resposta. Mas se o próximo segundo não chegar, não significa fim, e sim simples ausência.
Haverá um momento em que não existirão mais respostas, e o chamarão de morte.
Apenas outras ideias
A verdadeira moeda de troca não tem peso, não tem valor para quem não sabe usar e é adquirida ao longo da vida, apesar de alguns já nascerem com certa facilidade em enriquecer.
Para os que ainda não perceberam que estou falando do conhecimento, e para os que agora levantaram suas ideias céticas sobre o assunto, peço que acordem só um instante e depois voltem para esse grande
teatro que é a sociedade.
O ensino é elitista (Por favor, não venham com argumentos baratos, uma pessoa que passa em 8 vestibulares em diferentes partes do país sem usar o ENEM, por exemplo, não tem como ser pobre!), e acredito que não seja só no Brasil. Usei esse argumento apenas para falar do Capitalismo. Perceba a relação.
Pense na vida como um tabuleiro de Banco Imobiliário, eu acho que jogar dados, comprar ruas e apartamentos, enriquecer ao empobrecer o oponente parece ser fácil. Porém quando o oponente aprende realmente como jogar, as coisas ficam mais complicadas... Você pensa que o grande jogo que é o mercado aceita qualquer jogador? Não, e é aqui que se encontra o capitalismo, a primeira barreira “natural” que permite que só os grandes joguem. Isso implica em dizer que é necessário que a massa não tenha conhecimento, que haja novela das nove, que o estado se ausente da economia. Meu caro Addam Smith, alguns soros nunca foram tão tóxicos!
Nossa! Parecem que brasileiros estão ganhando Olimpíadas cientificas fora do Brasil. Que orgulho! E quando um ribeirinho, ou até mesmo um menino que pede dinheiro quando o semáforo fecha terão essa oportunidade? Não, o capitalismo não é cruel, a ignorância é.
O que eu estou pedindo é que entendam que o jogo do mercado não tem espaço suficiente para todos, e os que já estão jogando evitam que apareçam exímios jogadores. Como pessoas não duram para sempre, os que já estão tomando conta do tabuleiro preparam seus filhos para que assumam a “empresa da família”.
Eu poderia muito bem queimar todas as notas das diferentes moedas nacionais que o mundo não acabaria, mas agora dê conhecimento a uma pessoa para ver se ela não o destrói claro com o devido incentivo. O ser humano desvalorizou tanto sua capacidade que acaba se prostituindo por um pedaço de papel (o mais absurdo é que isso é sinônimo de riqueza).
Estamos alienados de tal forma que por algum motivo tudo isso que citei acima parece ser normal. Quando digo alienado, não me refiro apenas àqueles que são ignorantes por falta de oportunidade, incluo nesse pacote grandes mentes que embora brilhantes não percebam, ou simplesmente ignoram o que acontece.
E para terminar essa pequena ideia, modifico um dito popular para que se torne menos metafórico e mais verossímil: na nossa realidade quem percebe o que está acontecendo não é rei, mas tem a oportunidade de ser um belo jogador.
Certas pessoas eu nunca vou ver mais
muitas porque eu não quero e outras porque não posso
mais nunca vou esquecer elas nunca mais.
Para que remoer lembranças, se você pode criar outras para se recordar amanhã e sorrir invés de chorar?
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