Mulheres Falam mal uma das outras
vivo apaixonado pela vida, e uma pena que muitos prefere destruir a dele e tambem a vida das outras pessoas.
Vou ao fundo do mar,
Lá encontrar,o q
outras pessoas nunca encontrou,
Uma pedra de diamante para
entregar ao meu amor
Sinto que algo de mim deseja sair!
Sou uma pessoa normal como todas as outras, tenho medos, angustias fragilidades, também tenho vontade de chorar do nada!
Cansei de ser fria quando trata-se de amor, AH quantos corações já parti sem intenção? Quantos corações ficaram partidos por conta de minha burrice inclusive o meu?
Cansei de tantas responsabilidades, de tantas coisas em minhas costas... Também sinto vontade de largar tudo para e ir ver o mar...
Achei que comigo iria ser diferente, que n passaria por tudo isso, assim como muitos acham, mas vi que passo pelas mesmas coisas,
Sabe quando te da raiva de tudo? A até de sigo mesma? Ou quando você quer tanto expressar aquilo, mas não consegue?
Quando quer alguém que entenda seus sentimentos?
Tem momentos que desmoronamos do nada,
Estamos felizes, mas cinco minutos depois nos bate aquela angustia
Aquela vontade de chorar e mostrar que você também é frágil!
Ah algo em mim que precisa ser libertado!
Que precisa ser mostrado ao mundo para que todos vejam os sentimentos que não tenho coragem de mostrar!
Ah algo de mim que precisa ser libertado!
Algo que jamais ninguém viu e nem vai esperar!
Ah algo em mim que precisa ser libertado!
Algo que alguém precisa libertar...
Quando morrer, virarei uma estrela, não brilharei mais nem menos do que as outras estrelas mas brilharei diferente.
Tive você por apenas uma vez, uma única vez que eu substituiria por todas as outras experiências que já vivi. Uma vez só foi preciso pra sentir o seu calor, olhar pra você e ter fervendo o pecado do desejo. O próximo não era suficiente, queria estar com você em mim, para contrariar o mundo e fazer com que dois corpos ocupassem um mesmo lugar no espaço. Deve ser o mel que você tem, deve tê-lo tirado direto das melhores abelhas, porque o gosto dele é delicioso e exclusivo. Nénhum até hoje chegou perto do que você me fez sentir aquela tarde, mas que tola, você não sentiu o mesmo! Ou pelo menos não quis se permitir sintir como eu. Agora vem me dizer que não sabia que eu era tão obcecada por você e diz até que daria tudo para fazer de novo, e se dar melhor. Não quero que se dê melhor, pois se aquele não foi o seu melhor, não sei mesmo o que esperar do seu potencial. Quero apenas que você deixe-se sentir o que eu senti, dai não precisará de mais nada, você vai entender o que eu quero te explicar com palavras. Se pra você não foi suficiente, pra mim foi mais do que suficiente a nossa única vez, tanto que eu respirava o seu oxigênio, pois o meu tinha se esgotado. Obrigado por compartilhar, e desculpa se nunca mais me ver, tenha a certeza com você: eu te amei enquanto você não queria, quando quiser, é melhor que eu não esteja amando outro na mesma intensidade.
Amarelo no céu
Chegou-se a noite. Mas não era uma noite como todas as outras – escura e iluminada pelos apartamentos de luzes ligadas. Era uma noite diferente. Filipa tinha colocado os pés em casa, e acabado de chegar de mais um dia normal. Resolveu ir até a sua janela preferida, e sentou-se por lá, para observar o céu.
Ela nem sequer precisou olhar muito. O motivo daquela noite estar tão diferente – e linda -, foi o primeiro brilho amarelo que bateu nos seus olhos. Esse brilho iluminou o rosto de Filipa como um sorriso, daqueles que aquecem. Tentou adivinhar o que seria aquele pedaço tão lindo de céu.
Ela simplesmente não conseguia pensar. Estava encantada com tanto brilho de uma só vez; ainda mais um brilho daqueles, que mais parecia pular, de tanta luz que irradiava.
Olhou, olhou, olhou. Filipa passou quase que uma noite inteira só observando aquele feixe de luz. O que de tão especial havia nele, afinal? Nem ela sabia. A única coisa que sabia era que, fosse o que fosse, aquela luz amarela era completamente diferente. Ao menos, diferente das outras que estavam espalhadas pelo pano preto do céu. Essa era maior.
E olhando, lembrou-se da vida. Das pessoas. Das risadas. Dos olhares. Das palavras. Das conversas. Dos sorrisos. Principalmente, dos sorrisos.
Sorriu. E a luz a iluminou mais uma vez – e mais forte. Parecia um sol, de tanto calor que trazia às bochechas, já rosadas, de Filipa. Resolveu então, não pensar em mais nada. Só no amarelo que via no céu.
E só depois de mais um tempo olhando - e com um espaço vazio na mente –, Filipa descobriu do que se tratava aquele feixe amarelo. Era uma lua. E que lua.
Amarela e enorme; era rodeada por pequenas brechas, também amarelas. Essas do lado, eram as estrelas. E brilhavam tanto como a velha lua.
Filipa então resolveu que a lua daquele dia guardaria todas as suas palavras – ditas e não ditas - e principalmente, suas lembranças. E decidiu que cada raio de lua e luz de estrela, seria para lembrá-la daquela noite especial. E que assim, ela também lembraria de cada lembrança guardada.
E deu um nome para a lua, que junto, carregava as estrelas, como se tudo fosse uma coisa só. Filipa chamou aquilo tudo de “amarelo no céu”, para se lembrar da luz amarela que só viu uma vez na noite, e que mesmo na noite, mais parecia um sol.
Palpite
Julia é uma mulher que tem lá suas feridas, umas já fechadas, e outras bem escondidas; tem sempre um sorriso no rosto, independente de como esteja por dentro; é apaixonada por música, cinema, Vinícius de Moraes e brigadeiro; tenta não se arriscar tanto quando o assunto é coração – embora não tenha muito sucesso quando tenta evitar –; ama o sol e adora um dia de chuva, daqueles pra ficar embaixo do cobertor, vendo filme.
Rodrigo é egoísta, talvez até demais; não é daqueles que contam a sua vida de primeira e diz “acabou”, ele é completamente o contrário; às vezes surpreende como ele é tão complicado e difícil de entender; gosta do sol, mas prefere uma boa chuva; não é lá muito preocupado com o futuro; gosta de observar os sorrisos dos olhos – diz que é o mais sincero – e adora soltar umas cantadas ao pé do ouvido só pra poder ver um sorriso envergonhado.
Embora possa não parecer – ao menos nesse pedacinho contado de cada um -, eles são umas das pessoas mais parecidas que eu já vi... A maior diferença é que Rodrigo tem uma namorada, e o maior problema foi o destino tê-los apresentados na hora errada.
Ou não, vai ver que era pra ser assim mesmo: um amor incomum, que dispensa explicações; que só de olhar, você já entende. É exatamente como Rodrigo definiu: esse amor deles é uma espécie de amor-amizade.
Bem, eles se conheceram num bar, e Julia nunca pensou que isso viesse dar em algum lugar, muito menos nessa amizade que eles têm hoje... Afinal, a primeira coisa que Rodrigo disse para ela foi logo uma reprovação. Ele a viu pedindo cachaça, olhou estranhamente, e deve ter pensado algo como “porque diabos uma mulher ia pedir cachaça? Ela parece tão frágil! Deve estar é querendo afogar as mágoas na cana mesmo”, quando falou:
- Cachaça? Mas que coisa feia, rapaz!
Julia o olhou com uma cara um tanto quanto desprezível, em relação ao comentário dele, mas logo abriu um sorriso e soltou sem nem pensar:
- Mas o que é que tem de feio? Nunca visse uma mulher beber cachaça não, foi? Hahahaha.
- Claro que já, mas é que você parece tão...
- Frágil? Eu sabia que tu tinha pensado alguma coisa desse tipo...
- Bem, era o que eu ia dizer... Mas é que não sei explicar, eu acho que não combina muito bem contigo. Além do mais que cerveja é bem melhor, não acha não?
- Hahahaha, eu não gosto muito de cerveja não, ainda tô aprendendo a gostar. Mas e aí, me conta o que tu pensou quando me viu pedindo cachaça?
E daí em diante, começaram a conversar sem nem saber o quão especial um seria para o outro.
Aos poucos, foram se descobrindo... Era como se em cada dia, Rodrigo contasse um capítulo de sua vida – o engraçado é que ele ainda não acabou o seu “livro” até hoje – e Julia contasse um pedacinho do que ela era. Descobriram gostos iguais para tudo: pra música, pra sentimento, pra escrever, pra olhos e pra sorrisos. O tempo passava rápido para eles, quando na verdade passava tão lento que só fazia uns três meses que eles se conheciam... E mesmo assim, já tinham um laço tão forte como alguém que se conhece há anos.
Num dia, sem nem ter porquê, discutiram que sobre o destino. Disseram que ele havia se atrasado, que havia feito as coisas numa ordem inversa, que eles deviam ter se conhecido antes, só pra ter mais tempo. Mudaram de assunto. Falaram sobre alguns textos, uns filmes e sobre o clima. Caíram no assunto “nós”. Discordaram e concordaram, ficaram sem resposta e sem saber o que dizer. Por fim, chegaram numa conclusão: que deixasse a vida levar, porque o que tivesse de acontecer, iria acontecer de todo jeito.
Ficaram por quase uma semana sem se falar – o que era muito para eles -, até que Rodrigo ligou pra Julia e cantou:
- “Tô com saudade de você, debaixo do meu cobertor. De te arrancar suspiros...”
- “... Fazer amor.” Que música mais indecente pra cantar pra mim, num acha não? Hahahaha.
- Hahahahaha, acho não. Tô com saudade de você... Vamos sair? Agora?
- Agora? Às onze e meia da noite?
- É, agora! Bora pra aquele bar, onde a gente se conheceu?
- Tá bom... Vou só trocar de roupa e a gente se encontra lá em quinze minutos, tá?
- Tá certo, não demora!
- Relaxa. Beijo.
Julia desligou o telefone e ficou só ouvindo o barulho que seu coração fazia... Ou era amor, ou era saudade. Ela só não sabia bem do que se tratava.
Quando Julia desligou, Rodrigo correu pro banho. Não conseguia parar de pensar no tamanho da saudade que tava sentindo. Saudade do sorriso dela... Das conversas, do carinho. Saudade deles dois.
Julia chegou, e cinco minutos depois, Rodrigo também. Sentaram-se, ele pediu uma cerveja e falou:
- Cachaça, senhorita?
- Hahahaha, não, engraçadinho. Para você que não sabe, agora eu tomo cerveja – e o olhou desprezando o comentário dele de novo.
Parecia que estava tudo igual. O mesmo lugar, o sentimento, eles, a amizade... Tudo estava como era pra ser. Ficaram por lá até quase uma hora da manhã, e nesse tempo, conversaram muito; tanto, que não sei como eles ainda tinham do que falar.
Foram juntos até o carro, estava chovendo. Antes que Julia entrasse em seu carro, Rodrigo a puxou e sussurrou no ouvido dela:
- Me diz como é que você conseguiu me viciar assim, desse jeito, me diz?
- Só te digo uma coisa. Ou melhor, duas. Uma: nem venha com isso agora... Pare. E outra: eu tenho um palpite. Sobre a gente.
- Como é que eu posso parar com você sorrindo pra mim desse jeito e com seus olhos âmbar me olhando assim?
- São verdes, já disse.
- Pra quê tu insiste que são verdes? Âmbar é muito mais bonito.
- Então tá bom, eu deixo que eles sejam âmbar só pra tu.
- Hahahaha, obrigado. Me diz aí, qual é o teu palpite?
- “Eu sinto a falta de você, me sinto só... E aí, será que você volta? Tudo à minha volta é triste... E aí, o amor pode acontecer. De novo, pra você, palpite.” Era esse.
Rodrigo puxou-a pra mais perto e disse, perto da boca dela:
- “Tô com saudade de você, do nosso banho de chuva, do calor na minha pele, da língua na tua”. E esse era o meu pra você.
Beijou-a.
Na cabeça de Julia vinham milhares de coisas para serem gritadas, mas ela só conseguia mesmo era pensar que acabava de descobrir se era amor ou se era saudade. E não era nenhum dos dois.
Rodrigo não conseguia pensar em mais nada, só na chuva fria e o beijo que o esquentava por dentro, e na vontade de ter Julia sempre por perto.
Soltaram-se. Julia o olhou com os olhos cheios da confusão que brotara na sua cabeça, mas com a certeza que vinha de dentro do seu coração e disse:
- Como é que tu conseguiu roubar um pedaço do meu coração assim, tão facilmente?
- Eu sempre fui um bom ladrão.
- Ridículo.
O silêncio fez-se presente por uns dois minutos, e eles sabiam o que havia acontecido ali. Além de ficarem ensopados de água, eles de descobriram o que sentiam. Julia sabia que precisava dele, e Rodrigo sabia que precisava dela; eles eram como um vício, um para o outro.
Rodrigo beijou-a na testa, e já ia embora quando Julia disse:
- Entenda só uma coisa: Eu nunca vou deixá-lo ir.
O resto ficou subentendido, como um parênteses em aberto na cabeça de cada um.
Um Novo Homem
Senti uma lagrima passando no meu rosto,
E de repente muitas outras correram,
Pareciam alegres e quentes,
Nem davam bola para o meu desespero.
Parei um pouco me encostei à parede,
E já controlado pensei na minha dama,
E mole de alma joguei-me na cama.
É duro tentar não pensar em quem ama.
Dormi e sonhei, advinha com quem
Moça donzela alegre e bela
A mesma que um dia acenando no trem
Ali em meu sonho acenava também
E dizendo até logo... E eu louco em brasa
Queria segurar-lhe e beijá-la de súbito
Mas eis que o apito triste gritava
E na cama suado então acordei.
Esperei sem querer o amanhecer de outro dia
Sentia que então eu vivia sem viver
É triste na vida esquecer de existir
Mais triste que isso é pensar em morrer
Porém minha bela, da vida, não largo,
Depois de sonhos, refleti sobre o fato
Mudei as idéias e sou outro homem
Entreguei-me de alma ao mundo e a Deus
Querendo o que um dia... A mim pertenceu.
Tento passar para as outras pessoas a imagem de uma garota forte e capaz de suportar tudo, mas na verdade sou uma garota normal, que chora só de pensar em perde as pessoas que ama!
Vãs são as pessoas que lutam por uma causa e esquecem de outras importantes, e as infringem e se tornam como os que julgam errados.
Tudo na vida da gente e uma fase algumas bem curtas outras mais prolongadas todas elas passam basta apenas erguer a cabeça dar um oi para as boas e um adeus paras mas
“Deixando pra trás uma vida de seguir, acreditar e idolatrar outras pessoas e começando a escrever a minha história, buscar a minha verdade.”
Praia de Jacarapé
Abro uma garrafa de Vinho às outras mergulho no Rio frio.
Não possuo intimidade com o Mar de Inverno, não aquela que ser cria com o tato...
Fico intimidado por suas águas cinzas, frias...
Sua Mística Sombria possui uma Sensualidade que é captada apenas pelo medo!
O Mangue que me observa de boca aberta em min desperta uma estranha sensação em comunhão com esse sentimento transformo palavras em ungüento para aqueles lazarentos que nos corpos levam as chagas da Solidão!
SÓ UMA GAROTA!
Talvez existam mil idéias melhores lá fora, talvez existam tantas outras pessoas. Aqui só uma garota. Ela se levanta, se veste, vai trabalhar. Seus sonhos aonde estão? Há um mar de dúvidas, de interrogações. Garota, aonde foi que se perdeu a sua malandragem? Ela se lembra de seus anseios passados, a fuga, a rua, a lua e por fim o mar.
Ela se afoga em sua solidão, tenta fugir. Meu Deus porque eu? Pergunta. Tanto medo, frio e fome. Quanta desilusão! menina de coração nobre, pele macia, barriga vazia. Menina pare de correr e sonhe. Que as nuvens não são feitas de algodão, mas tudo é provisório e o mundo é abstrato, por isso sonhe. Sonhe pra poder acordar, sonhe pra poder lutar. Sonhe, os sonhos são seu sustento é o que te mantém de pé.
Não deixe o mundo te corroer, não se deixe levar, não deixe fecharem seu coração. Não importa o que te digam, o quanto te critiquem. Você viu, não pode negar.
Você sabe que há outro mundo que não é nem um pouco invisível, você sabe que fora da caverna há vida. Não se detenha por idéias de poucos infelizes, olhe pra si, a magia aconteceu. Basta parar e lembrar, olhar pro lado.
Deslumbrado é aquele que não quer ver. O Mundo não é nada comparado à imensidão que você sabe que existe. Vai menina, escolhe bem seus sonhos. Eles já são realidade.
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