Mulher Quente

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Hoje foi um dia quente, desses meio sufocantes, ainda que minha mente estivesse serena e até mesmo otimista, como quem vê um eclipse e enxer a parte do sol não encoberta. Ao longo do dia, usei a linguagem com força e ironia. A ironia é uma ferramenta útil, porque desconstrói a seriedade de uma linguagem linear. O desejo ficou em segundo plano, pois o calor impedia certo sentimentalismo. Não houve cansaço, houve uma busca incessante pela verdade, enquanto meu corpo transpirava suor. Se minha mente fosse uma paisagem talvez seria o mar e sua dimensão, enquanto eu ficava na areia fatigado pela alta temperatura do clima. Eu poderia entrar no mar, mas o sol gerou uma apatia paralisante. Eu já desisti de ser entendida. Meu comportamento é gentil e educado, mas minha mente é um vulcão em erupção. E eu já estou acostumada com labaredas de fogo, com um sorriso meigo nos lábios. Não que eu minta. Não que eu finja. Apenas não me explico com dez minutos de conversa. E me vejo em uma biblioteca folheando livros, com a calma de um pássaro que constrói seu ninho. Poderia estar em uma floresta e esquecer o homo sapiens por alguns instantes. Mas volto à civilização, porque esqueci de colocar uma vírgula em um texto qualquer. Não sou ruína, sou construtora de mundos, nos dedos ágeis do meu pensamento, no fluxo psicológico de minha mente. Pensamento puxa pensamento, às vezes um, às vezes múltiplos. E eu aguento, porque não sou capaz de não ser eu mesma, e minha sinceridade e transparência assusta como um urso que saiu do estado de hibernação. Eu não me movo. Na poltrona em que me sento viajo além. Apenas olho o mundo com uma frieza que meu sorriso desmente. Uma palavra que me define seria sincronicidade, pois me nego a acreditar que a existência seja aleatória. Ainda acredito em significados e me alimento de vagas ideias, já que o mundo não me dá certezas nenhumas. Sou uma mulher doce. Quem me vê talvez pense que sou domesticada, mas larvas de fogo escorrem pelos meus olhos, um jeito mais quente de decifrar a vida. Creio no ser humano, mas não em todos. Penso na massa que trabalha com seriedade, enquanto a elite do mundo elabora altos níveis de persevidade. Sinto medo da maldade humana e me escondo de olhares, em minha impotência de cidadã comum. E me agorro em Deus, última potência de salvação em um mundo comprometido com sociedades secretas sádicas e cruéis, de tal forma que me deixa horrorizada, em estado de choque. A minha alegria está no cidadão comum, que come o pão fruto do seu trabalho pesado. Penso se haverá esperança no mundo e me recuso a ter filhos. Minha vida caminha isolada e silenciosa. Meu silêncio diz mais que a palavras, porque é denso, pleno de palavras não ditas. Se eu falasse certamente seria desacreditada e me canso antes de dizer. Estou lúcida e a loucura me visita de tempos em tempos. A lucidez dói, porque escancara o real para mim. E tenho que lidar com uma sociedade corrupta e vendida. Minha vontade seria nunca mais falar. Não articular palavras. Mas dou bom dia, boa tarde e boa noite, com um sorriso melífluo, enquanto escubro uma hemorragia interno. E meu peito sangra pelos inocentes, que morrem sem saber porquê um dia nasceram. Nada posso fazer, apenas como formiguinha, acreditar na Educação como agente de transformação pessoal e social. Eu acredito em Deus.

Cheiro de café
O pão quente na mesa
Felicidade

O meu amor por você é Quente
Quanto ao sol
O meu amor por você Brilha
Quanto a lua
O meu amor por você é Puro
Quanto a água
O meu amor por vc é Grande
Quanto ao universo
O meu amor por você é o Aurelio
Quanto as palavras
O meu amor por você tá na Palavra
Quanto a Deus

Sabe aquela pessoa, que te traz paz e conversa boa; e aquele cafezinho quente, que anima a gente; eu necessito, é disso que preciso, se é que me entende.

"A mesa está posta e o café ainda está quente. Não deixe o silêncio gritar mais alto que o afeto; aproveite as vozes enquanto elas estão à mesa. A verdadeira fartura não é o que servimos, mas com quem compartilhamos o momento."
— Ginho Peralta

​O sol da promessa era quente e tão breve,
Um mapa de sorrisos que a vida nos deve.
Acreditamos na dança, na mão a segurar,
Que o amor seria um porto, o doce lugar.
​Mas o porto virou farol, a luz é um espinho,
E a mão que me guiava desfez o caminho.
Não há conto de fadas, não há doce canção,
A não ser a memória de uma falsa paixão.
​Eu não sou mais criança, já vi a verdade,
A alma está marcada pela tempestade.
E a dor que prometem que cura com o tempo,
É a mesma que pulsa em cada mau momento.
​O amor é como o vidro: lindo até quebrar,
E cada fragmento só serve para sangrar.
Não há cura ou abrigo, é um veneno lento,
O amor não é bom, é só sofrimento.
​E agora, a lição na voz rouca da razão:
É melhor estar só que dar o coração.

“Seu toque acende em mim um fogo silencioso, que percorre a pele como um segredo quente pedindo para ser descoberto.”

Amar com seis sentidos

Respiramos o delicado perfumar,
Incenso de jasmim num quanto quente,
Duma aura mágica que se sente
E onde pudemos nos embriagar.

Uma lamparina de azeite a arder,
Impede a escuridão de entrar
Em almas que desejam se amar,
Em corpos anseiam se conhecer.

Entregamo-nos ao quente demulcir,
De chocolate com pimenta dos beijos,
Que fantasiam quiméricos mil desejos,
Todos únicos desejos ainda por vir.

Lençóis rubros e aveludados em cetim,
Estendem-se em convite sobre o leito.
Tocam-nos suaves num gesto perfeito,
Perfeito encanto de um romance sem fim.

Sons orientais nos elevam e transportam
A templos eternos perdidos no tempo,
Eternidades de um amor desatento
- vidas esquecidas que retornam.

Os sentimentos das almas requintadas
Confundem-se numa luz única e pura.
Transcendemos sonhos e anseios sem cura
E vibramos em energias unificadas.

⁠Cuidado com as Indiretas, elas viciam mais que crack, ferem mais que ferro quente e te deixam incapaz de ter a hombridade de falar olho no olho

A pele negra é quente…
quente como a terra que guarda o sol mesmo depois do entardecer.

É quente de história, de resistência, de memória que pulsa.
Carrega a ancestralidade de um continente que ensinou o mundo a dançar, a lutar, a sobreviver.

É quente porque não é ausência de luz,
é excesso de vida.
É cor que abraça, que envolve, que acolhe.

A pele negra é quente como abraço demorado,
como tambor que vibra no peito,
como raiz que não se curva ao vento.
E quem aprende a enxergar além da superfície
descobre que essa temperatura não queima,
aquece.

A gente vive esperando algo
grandioso, mas se esquece do valor do simples.
Um café quente, um teto, um abraço...
São bençãos disfarçadas de
rotina. A vida nem sempre grita, às vezes, ela sussurra.
E quem escuta com o coração, entende: Tem oração antiga, se realizando em silêncio.

O sol continua quente.
A metáfora sou eu em você.
Tudo é riquíssimo, mas o tom é triste.
O lobo agora está na matilha.
Salve-me, até porque quero a luz.
A flor de lótus não trouxe a felicidade prometida.

E você, Lobo, olhando para o infinito…
Isso me fere, pois seus olhos estão frios,
o sorriso morre em sua boca,
e você não está em mim.

“Paixão sem maturidade é incêndio: começa quente, termina em cinzas. O amor de verdade é o que sobrevive ao fogo.”

⁠A conquista e primeiro desafio
O desejo de ter o corpo quente mesmo no tempo mais frio ciúme na incerteza
se será um romance ou encontro casual coisa do mundo atual no final cada um segue
Um caminho há uma vontade de amar e ter amores e um jardim com pouca água e muitas flores.

Há Flores quente do verão e Flores fria do inverno e ambas admiram uma às outras..mas seu próprio ambiente fazerá com que o outro morra com o tempo; então devem criar um ambiente para se viver bem, o chamado equilíbrio.

Na basílica, subindo a escadaria quente,


De repente, olhei seu rosto: vinha até mim, e, com gosto, eu te abracei.


Mas a basílica já se despedia.


Além da escadaria, descemos na vida, descemos do amor.


Não quero te ver, nem quero te encontrar.


Seja onde estiver, seja onde estará.


A escolha foi sua, a decisão foi minha.


Hoje, na basílica, sinto saudades de você.
É a cruz que carrego.
Sou o novo Jesus, que estará na parede, sendo iluminado pela luz.

Como o café quente a ser tomado pela manhã, sua mente trabalha para executar o mais perfeito plano naquele dia.
Sendo aquele café ao acordar muito bom, faça com que sua vida seja da mesma forma.

Jarro de Barro


Vida fria.


Água entra, água sai.


A gota que um dia era quente,
por mais minúscula que seja,
sempre se torna fria.


Alguns saem,
por sorte
ou azar,
não sei.


Nunca saio.
Não consigo.


Ah, água,
que sorte tem.
Se eu pudesse ser água,
se eu pudesse sair...


Que saudades, minha aguinha.


Se pudesse voltar,
volte, minha gotinha.


Não deixe esse jarro vazio.


Eu sempre estou aqui.

O teu nome escorre quente
nos meus pensamentos
durante a madrugada.

Às vezes, tudo o que precisamos é de um café quente, um bom livro e da solitude para recarregarmos as energias.