Mulher e Arte

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Grandiosa venustidade, poeticidade sedutora, elegância da naturalidade, tom de ternura, intensidade notável, majestosa, ⁠semblante que demonstra um pouco do seu charme, cabelos primorosos, um rosto que é delicado, formoso, tem olhos reluzentes que refletem a sua essencialidade constantemente avivada pelo amor, dessarte, a sua singularidade é veemente, o fervor da sua alma incendeia o seu coração, faz dela uma mulher atraente numa composição sublime de traços físicos e princípios amáveis, arte incrível, imprescindível integridade, paixão aprazível em cada página à semelhança de um livro profundamente interessante que deve ser lido com bastante calma.

A ⁠sublimidade atraente que pertence a uma escultura maravilhosa que vem de uma inspiração intensa, arte de curvas calorosas, belo exemplo da sapiência divina, sua essência é vívida e profusamente apaixonante, sua presença transforma a simplicidade em um grande momento, marcante e incomparável, encantos que fazem parar o tempo, que trazem vitalidade, que geram desejo, decerto, uma fascinante beldade, viveza de lindos versos, sentimentos e verdades, que agradam olhares e invadem pensamentos, uma rica singularidade que provoca o meu senso poético.

⁠O carisma da cor azul é notável, um tom calmo e intenso, a viveza de um romantismo que cativa sem dificuldade, a tranquilidade de um amor verdadeiro correspondido, presente no lindo "Noite Estrelada" de van Gogh, onde estrelas distintas se destacam, razão de um céu azulado, sendo parte significante da beleza de um mar incrível, notória profundidade, tonalidade de algumas flores, de outros detalhes da natureza, fortemente expressado pelas artes, transmitindo um aspecto de leveza, belo equilíbrio de muito destaque, dessarte, penso poeticamente que o azul é uma singeleza repleta de intensidade.

Na vitalidade noturna, uma ⁠Bela flor, a elegância de pétalas vermelhas, beldade vestida de amor, revelando a cor da sua alma intensa, fervor apaixonante, bênção radiante do Senhor, grandeza de arte rara, um rico esplendor que é semelhante a uma noite enluarada, a simplicidade em um tom sedutor, riqueza demasiada, detalhes exultantes, primor inegável, onde o romantismo se propaga de um jeito fervoroso entre várias camadas, íntimo profusamente amoroso, vigor de uma essência veemente por uma cor representada.

⁠O encanto de um realismo impressionante, criado aos poucos a partir de uma inspiração grandiosa, apaixonante, um mar incrível, de muitas ondas, águas transparentes de um azul rico, tudo numa harmonia de detalhes muito imponente, que transforma o lúdico em uma bela realidade estática, fascinante com tintas numa tela, fruto de uma persistência imprescindível, uma paciência que pode ser percebida em cada traço, portanto, um resultado genuíno, profundo, emocionante, que produz um sentimento aprazível, arte realista profusamente significante.

Cativado por esta noite esplêndida, neste momento ao teu lado, pois, certamente, estou fascinado contigo, estás elegante, amável, representando um amarelo emocionante, o teu sorriso radiante como o sol de um belo dia que está nascendo, a imponência apaixonante de um girassol, brilho reluzente de uma estrela incomparável nos teus olhos, luz de um amor sincero, deixarias van Gogh exultante e por consequência, ele ficaria inspirado, assim, estou vendo agora em ti, a primazia farta de uma arte esplendorosa, a essência que agrega um sentir poderoso a estas minhas palavras, uma poesia que ganhou vida, cor e formas, num tom de alegria, de uma inspiração proveniente do Senhor, uma luminosidade sedutora, simplicidade de muito esplendor.

⁠Sincronia amorosa de olhares, a expressividade de olhos cintilantes, vidas de profundidade, flores cativantes que florescem o amor a partir dos detalhes, o calor de um sentimento raro, daqueles que avivam e embelezam a arte, em um simples e memorável instante, bastante significado, gentilmente, emocionante.

⁠No esbarrão entre a Beleza da Oratória e a Sabedoria do Silêncio, quem mais se destaca é a Perícia da Escuta.

"Se ser fotografo é ser um escritor da luz, ser um editor é ser um pintor da tecnologia." - Nilo Moody

Inserida por nilomoody

Sob o hemisfério emocional de cada artista co-habitam com ele entre sonhos e pesadelos desordenadamente mil anjos e mil demônios, todos eles agitados, barulhentos e vorazes.

Inserida por RicardoBarradas

Basta olhar ao seu redor que conseguirá enxergar as mais belas artes criadas pela natureza. Não contente-se somente com a selva de pedra em que vive, conhecer é viver.

-Gabriel Faria

Inserida por GABRIELFARIA46

A chegada da era moderna impulsionada pelas Revoluções Francesa e Industrial no séc. XIX, bem como a ascendência da vida urbana, mais rapidez nos deslocamentos e a mudança na quantificação do tempo para unidades métricas (uma forma de facilitar as relações comerciais, que antes se baseavam em trocas) trouxeram para os artistas um paradoxo que os acompanha até a contemporaneidade.
Até então as artes eram restritas em sua grande maioria ás obras religiosas e para nobreza, tratavam-se não de criações propriamente ditas, mas de atender pedidos dos seus clientes. Com a revolução burguesa, abriu- se um novo leque de potenciais compradores; agora quem pudesse pagar pelo trabalho artístico (basicamente burgueses e comerciantes) faziam a encomenda diretamente com os artistas.
Á cerne da questão está em, quem produzia arte agora é o que chamamos hoje de “freelancer”, à medida que não estavam mais exclusivamente atrelados aos antigos consumidores de seus trabalhos. Entretanto para vender-los precisavam agradar a clientela, temos o seguinte quadro: Artistas “livres” para produzir e vender para quem quer que seja (desde que tenha como lhe pagar), mas que precisam seguir parâmetros que o mercado e gosto popular indicam (geralmente bem inferior ao que os artistas consideram bons), a fim de se sustentarem financeiramente, uma tremenda contrariedade que circunda esses profissionais. Como trabalhar seu portfólio, sem perder a identidade que o levou a ser artista, que move suas inspirações e conseguir sustento econômico que lhe traga retorno satisfatório (vale lembrar que arquitetos, pintores, escultores etc, estudam consideravelmente para entregar um produto de alto nível).
Nesta linha tênue que todos os anos surgem novos profissionais da área de Artes Visuais e escritas cheios de energia e vontade de deixarem seus nomes eternizados no rol de memoráveis que o mundo já conheceu e acabam batendo de frente com um mercado que acaba cortando muitas assas e formatando-os na mesma fôrma, independentes do como chegaram até ali.
Contudo, o que por vezes faz com que surja um desses milhares que ande na contramão esta na possibilidade de “ascensão artística”, que faz com este se destaque dos demais e alcance “A luz no fim do túnel” para aqueles que não abrem mão da identidade artística que consiste em ultrapassar a barreira dos “reles mortal” dependentes de agradar os compradores e alcançarem o patamar de “lenda” que independente de outros fatores pode usar de toda sua inspiração para ficar marcado na história das artes, reverenciais como Oscar Niemeyer, Zara Hadid, Gaudí, Beethoven, Shakespeare chegaram a um nível que já não importava o conteúdo produzido, simplesmente por serem eles já é considerado marcante, claro que nas obras desses artistas, uma ou outra se fossem assinadas por algum recém formado não seria tão badaladas, a questão é independentemente da maneira que chegaram a este status, estão lá eternizados na memória e estudo da arte, com todo mérito que tem direito. Esta talvez seja a única saída para aqueles que não abrem mão de todo sentimento e identidade.
É inevitável viver essa contradição na vida de quem trabalha com arte, o que muda é a forma de encarar esta situação. Se adaptar ao mercado somente? Agarrar com todas as forças sua corrente artística até que o reconhecimento chegue (se chegar)? Tentar se equilibrar entre um e outro? A resposta está na mente de cada um dos que dia pós dia adentram no magnífico mundo das Artes.

Inserida por LucaSerafim

Hoje é um dia
que nos remete
ao passado.
Alguns tem o sentimento
tão profundo,
que só de lembrar,
os olhos começam emaranhar.
Lembro com muito carinho
de pessoas que amei muito...
Meus parentes e amigos,
que tive a felicidade de um dia conhecê-los.
Só de pensar minha voz embarga...
Tenho vontade de chorar.
Mas em prece,
eu converso,
com cada um deles...
Eles sabem que
tenho saudade...
Muita saudade.
O coração fica
apertado de lembrar
o dia que nos deixou...
Mas Deus é maior
e nos tranquiliza
dessa dor.

Inserida por Crysgrer

O pobre de espírito enxerga somente o seu umbigo.
O sábio enxerga muito além do que apenas foi dito.

Inserida por Crysgrer

Saudade...
O coração fica
apertado só de lembrar.

Mas Deus é maior
e nos tranquiliza
dessa dor.

Inserida por Crysgrer

As politicas de cultura podem ser por assim dizer, publicas e privadas. Enquanto publicas parecem se dividir em duas vertentes. Uma por meio das ideologias e vocações estatais e a outra a partir das especificidades de inexistências e carências de um serviços para um determinado grupo ou setor que não tenha sido contemplado pelos objetivos da administração pública.
O universo e atmosfera das políticas culturais modernas têm como primeiro marco inicial as conferências da Unesco na década de 1970, onde foram se conceituando doutrinariamente, a distinção entre dois tipos de políticas da cultura, que são:
As políticas de democratização da cultura. Uma forma de democratizar, socializar, ampliar o acesso popular a hermética tradicional e clássica cultura das elites que geralmente transita por iniciados. E a segunda, as políticas de democracia cultural, que seria repaginar mesmo que teoricamente de forma social e antropológica toda uma estrutura cultural formal tradicional a partir do universo identitário de cada região através das festas, datas, comemorações, signos, símbolos tao presentes nas tradições ancestrais familiares dinamizados e resistentes pelos nichos de culturas populares.

Inserida por RicardoBarradas

Boas ideias são como borboletas em um jardim.

Inserida por Paffaro

A boa joia feita por um grande mestre das artes plasticas joalheiras alem de bonita , criativa, veste se confortável. Pois o adorno certo quando encontra a perfeita personalidade de quem usa, existe em harmonia e em pouco tempo passa agregar se a própria anatomia como o objeto e o usuário nunca estivessem ausentes e indiferente em todos os sentidos.

Inserida por RicardoBarradas

Na joalheria contemporânea diferente da tradicional, não são os materiais que são preciosos, raros e de grande valor. A preciosidade da obra de arte na joalheira contemporânea está na perfeita harmonia dos materiais empregados sejam eles, gemas, metais, fibras, minérios, produtos industrializados, caros ou baratos desde que se entrelacem enquanto criação justificada em perfeito movimento na direção estética.

Inserida por RicardoBarradas

Quem não acredita no ódio, jamais poderá amar.

Inserida por RamonFerreira020901