Mulher com Rosto de Menina
Só comerá da colheita aquele que preparar o solo, plantar, cuidar, até que pelo suor de seu rosto possa alimentar e depois descansar do seu cansaço!
Muitas vezes, a sorte sorri para quem não tem caráter, enquanto a justiça vira o rosto para quem só tem a sua dignidade para oferecer.
SerLucia Reflexoes
Aceitas o Meu Coração?
Não possuo riquezas.
Aceitas o meu coração?
Trago no rosto a simplicidade,
mas na alma carrego emoção.
Não tenho terras nem patrimônio,
tenho amor,
tenho paixão.
Pergunto outra vez:
aceitas o meu coração?
Viver a verdade inteira do afeto,
sem cálculos, sem explicação,
talvez seja este o teu dilema:
abraçar a abundância dos bens
e seguir apenas a razão,
ou guardar para sempre distante
o amor que pede abrigo,
sem condenação.
A mais rara joia do mundo
não reluz em ouro nem em prata;
permanece silenciosa,
guardada em meu coração.
Não possuo riquezas,
meu amor.
Tenho apenas um tesouro:
ofereço-te
o meu coração.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
Você ai garota,
Dos óculos circulares
Que estão pendentes
Sobre teu rosto.
Só quero que certifique-se
De que a tua vida
Mantenha-se assim, tão pura
Quanto ao resplandecer das estrelas.
Que continue assim tão doce,
Quanto aos teus sorrisos envergonhados
Que ocasionalmente lhe escapam.
Esta poesia é para você ai garota,
Dos cabelos castanhos.
Que tem uma alma ate bela por demais.
Bom dia, meu amor.
Que o sol encontre o teu rosto com a mesma delicadeza com que a vida me presenteou quando colocou você no meu caminho.
Hoje, enquanto o mundo desperta, o meu primeiro pensamento continua sendo você, a mulher que escolhi amar, admirar e caminhar ao lado por toda a vida.
Que Deus cubra o teu dia de paz, renove as tuas forças e faça florescer em teu coração a mesma esperança que faz o meu sorrir.
Em breve estaremos vivendo uma nova rotina, com o nosso pequeno Gabriel em nossos braços, e cada madrugada, cada desafio e cada conquista serão apenas capítulos da mais bela história que já tivemos o privilégio de escrever.
Saiba que o meu amor por você não diminui com o tempo; ele amadurece, cria raízes e encontra novos motivos para existir a cada amanhecer.
Tenha um lindo dia, minha futura esposa. Você é o meu porto seguro, a minha melhor escolha, o amor da minha vida e a pessoa com quem desejo dividir todos os amanheceres que Deus ainda nos conceder.
Deitado no divã de rosto para cima
Se apossava dele certa letargia
E chegava da rua um tal de alarido
Enorme e tristonho que vinha sorrindo
deitado no divã de rosto para cima
se apossava dele certa letargia
e chegava da rua um tal de alarido
enorme e tristonho que vinha sorrindo
e ouvia toda noite da sua janela
o batuque do samba lá na casa dela
e entre tantos chapéus via o seu vestido
dançando no salão como um anjo caído
Eli apaixonado por sambá ouvindo
e ele apaixonado por samba ouvindo
rodava no salão com seu vestido lindo
Eli apaixonado por sambá ouvindo
e ele apaixonado por samba ouvindo
dançava no salão com seu vedtido lindo
Elí apaixonado por sambá ouvindo
e ele apaixonado por samba ouvindo
girava no salão seu vestido lindo
Na estrada olhos firmes no infinito,
E para onde eu vá levarei,
O teu olhar e este teu rosto bonito...
Cigana dos olhos verdes,
Catarina do meu encanto,
Sinto escorrer o pranto,
Pelo meu rosto de emoção,
Vou te dar o meu coração,
Pra ter um pouco de sorte,
Pra te amar até a morte,
Cigana dos sonhos meus...
Neste rosto angelical, estão esculpidos duas pedras preciosas, duas pepitas verdes, e nesses lábios rosas naturais úmidos pelo desejo, sinto imensa vontade de beija-los com loucura. Me sentir perfumado pelos teus longos e soltos cabelos dourados como o sol que te aquece na nudez do teu lindo corpo sensível e aveludado assim identificado pelos raios do sol em uma linda tarde de domingo, todos os pontos e curvas, em qualquer lugar deserto. Eu não queria ser o teu dono e sim te ter somente para mim.
Fazia tempo que não chorava como ontem dentro do carro... As lágrimas quentes, queimando o rosto conforme eram atraídas pela gravidade...
Entre o Silêncio e a Luz
Há retratos que não revelam um rosto,
mas desvendam uma alma.
Na quietude de um quarto envolto em sombras suaves,
alguém ergue a câmera, não para capturar o mundo,
mas para encontrar aquilo que o mundo não vê.
O instante parece comum:
uma manhã qualquer,
um tecido repousando sobre os ombros,
a luz atravessando a janela sem fazer alarde.
Mas a beleza verdadeira nunca chega fazendo ruído;
ela se acomoda devagar nos detalhes.
Há cansaços escondidos sob a delicadeza,
histórias guardadas entre os fios dos dias,
lembranças que aprenderam a permanecer em silêncio
para não interromper o curso do tempo.
E, ainda assim, existe uma força:
uma força que não grita,
não disputa espaço,
não precisa provar nada.
Ela habita os corações que continuam a acreditar,
mesmo depois das despedidas,
mesmo após os sonhos adiados,
mesmo quando a vida exige coragem
para recomeçar sem garantias.
A lente aponta para fora,
mas acaba revelando o interior.
Porque toda mulher que aprende a sobreviver às próprias tempestades
carrega no olhar uma espécie rara de luz:
aquela que não vem do céu nem do sol,
mas das cicatrizes transformadas em sabedoria.
Talvez seja isso que torna certos momentos eternos:
não a perfeição da imagem,
mas a verdade escondida nela,
a capacidade de permanecer inteira
num mundo que tantas vezes tenta fragmentá‑la.
E enquanto o tempo segue seu caminho inevitável,
ela permanece ali, entre o silêncio e a luz:
colecionando instantes,
costurando esperanças,
transformando ausências em poesia.
Porque algumas pessoas não atravessam a vida apenas vivendo,
elas atravessam‑na iluminando.
E, sem perceber, tornam‑se a mais bela fotografia
que o próprio destino foi capaz de revelar.
Hoje é meu aniversário, mas o espelho se recusou a me devolver meu rosto. Ele reteve meu antigo eu em suas profundezas, como a água retém um sino submerso. Recebi isso como misericórdia. Finalmente, uma superfície que me lisonjeia com semelhança. Ainda assim, algo pairava ali, pálido e inacabado, com a expressão de alguém cuja alma fora entregue ao mamífero errado. Cuja boca é algo ancestral que não dizia nada de forma bela. Um manual de instruções silencioso, pré-mãe, pré-boca, pré-maçã-com-uma-mordida. coreografia que herdei de estrelas que nunca assinaram NDAs, Deus vazou através de mim em pequenos lugares ilegais. o pulso. a garganta. o hematoma sob o pensamento. o café sussurrou você não é real e eu mordi a língua por estar tão convencido. o sangue chegou com seu seu pequeno argumento vermelho. Eu pretendia ascender hoje, mas a roupa suja tinha outros planos. Lá jazia ela, em seu parlamento úmido de versões inacabadas de mim mesma, todas as minhas vestes escuras votando unanimemente contra a transcendência. Dentro de mim, uma delicada engrenagem começou a reportar de Deus a Deus, a apresentar queixas ao divino: encarnação imprópria. sensação excessiva. proximidade demais. portas demais se abrindo para dentro. O céu considerou o caso não urgente. No mercado, uma criança olhou para mim e disse: "Você não é daqui". Não perguntei onde era "aqui". As crianças ainda se lembram dos guardas da fronteira do invisível. Eu estava entre os abacates e os biscoitos sem glúten, sentindo minha antiga tristeza alienígena tentar competir com os preços dos produtos orgânicos. A caixa examinou minha aura duas vezes, recusada por densidade insuficiente. Tentei rezar, mas a oração voltou. Então, curvei-me diante da torneira mais próxima e a chamei de Deus. Ela batizou meu pulso. Santa dos pequenos vazamentos. Padroeira das mulheres encontradas ajoelhadas diante de uma torneira comum, no limite de suas forças. O tempo volta a embriagar-se, cambaleando pelo meu celular, carregando as alucinações de ontem, apagando as velas antes mesmo de as acender. A cada aniversário, ele chega com um bolo numa mão e a lâmina oculta da contagem na outra.
Eu não fui convidado para o meu próprio devir. Isso me pareceu justo. Quem pode estar presente no exato momento em que a semente se divide e a escuridão se torna raiz? Quem pode permanecer presente enquanto o invisível se revela dentro do ser vivo? O algoritmo me confundiu com um anúncio. Cliquei em mim mesma sem querer e agora devo US$ 14,99 por mês por autoconhecimento premium. Ninguém me explicou o custo da consciência. Os termos eram confusos. O período de teste gratuito durou meus trinta anos. O botão de cancelamento estava escondido atrás de uma ferida da infância. E três posts patrocinados. Para regulação do sistema nervoso. Em algum lugar Uma versão paralela de mim está rindo tanto que cai da simulação antes de seu desejo se realizar. Que bom para ela. Vou apagar as velas dela também. Apagarei as velas para cada eu que enterrei sem cerimônia. Para aquela que aprendeu a sorrir com lobos nos lábios. Que entregou sua inocência ao altar errado enquanto o quarto se reorganizava em torno do crime. Para aquela que deixou o mundo tocá-la de forma errada e ainda assim fez brotar um segundo sol sob a cicatriz. Hoje é meu aniversário. O espelho continua em branco. A torneira continua sendo um deus. A roupa suja continua formando um pequeno culto doméstico no canto. E eu estou aqui, seja lá o que "aqui" signifique. Hoje é meu aniversário. O espelho continua em branco. A torneira continua sendo um deus. A roupa suja continua formando um pequeno culto doméstico no canto. E eu estou aqui, seja lá o que "aqui" signifique. Envelhecendo lindamente no paraíso errado, viva o suficiente para perturbar o silêncio, terna o suficiente para não ser poupada de nada, rindo com a boca cheia de velas, fazendo um desejo impossível após o outro, até que toda a maldita simulação se esqueça quem programou quem.
Nas minhas sombras de madrugada não vejo mais meu rosto.
No espelho vejo meu reflexo buscando um paradigma neste imenso mundo.
Às vezes não somos vistos como apenas mais um na multidão, pois não tenho rosto lindo nem sou apenas relevo o conhecimento e busco aprender.
Conhecido apenas pelo meu ser, sigo meu ser num caminho solitário. Não busco a Glória daqueles que são obras do ocaso, tendo o simbolismo sua dádiva.
Arremeto cada sonho num mundo atroz.
Alienação por interesse.
Está sendo vigiado e localizado...
Seu rosto é filmado todos os dias.
Sua rotina é monitorada...
Seu celular te ouve sabe seus gostos e opiniões.
Seus desejos e pedidos sao feitos pela inteligência artificial.
Seu rosto é copiado em formato digital.
Sua voz é gravada e replicada...
Suas digitais são colocas num banco de dados.
Seu sangue e seu biótipo é armazenado em um arquivo em um HD externo.
Então Alienação intelectual é uma crônica social e moral.
Aonde está senso natural da liberdade.
Os vídeos abrem novos horizontes do paradoxo da pobreza intelectual.
Ate aonde caminhamos ate os passos são expostos pela IA...
Podemos contemplar as grades da gaiola.
Aplaudem discursos leves, mas rejeitam qualquer palavra que fira o orgulho; viram o rosto para verdades que arrancam máscaras.
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