Muda que quando a Gente Muda
Quanta realidade produtiva deixamos de incorporar à nossa vida quando investimos arrojadamente nas sedutoras fantasias e mentiras ineficazes que apesar de serem úteis emocionalmente, porque preenchem vazios interiores, são extremamente prejudiciais ao nosso desenvolvimento intelectual, bem como, em algum momento, pesarão nas nossas consciências. Mas se tudo é aprendizado, perder tempo também é lição.
"O equívoco da Mudança..."
"Acredito que ninguém mude por alguém, mudamos, quando mudamos de casa, de emprego, de cidade, de profissão e não de personalidade, essa foi moldada desde criança, você consegue melhorar saindo da zona não saudável para a saudável, se conhecendo, se aceitando, se MOLDANDO"
"A dor só dever ser sentida quando perdemos alguém que amamos e que nos amou de verdade ou quando não amamos a nós mesmos, e não quando acreditamos que amamos alguém e que esse nos ama, mas que só nos magoa, desrespeita, nos submete a ser o que não somos, a viver como não queremos, a aceitar o que não precisamos..."
A verdadeira mudança de um país ocorre quando se aprimora as ferramentas de construção da subjetividade de seu povo.
Nenhuma profissão é inferiorizada quando é registrado o reconhecimento da importância maior da profissão de professor, mas, ao contrário, é confirmada a própria grandeza de todos por não esquecerem como se tornaram insignes profissionais em suas profissões também.
Aprendi a ser muito boa nisso – dizer uma coisa quando estou pensando em outra, agir como se estivesse ouvindo quando não estou, fingir estar calma e feliz enquanto, na verdade, estou completamente descontrolada. É uma das habilidades que aperfeiçoamos quando crescemos.
Todos nós somos alquimista quando usamos o choro como pedra filosofal no processo de transformação da dor em lágrima.
Nunca se julgue um miserável, quando se tem o coração a transbordar de Amor.
Pobre é todo aquele que a única coisa que tem para oferecer é dinheiro.
Não mendigo carinho, atenção ou amor! Não insisto com ninguém. Quando eu quero, mas não sou cachorro.
num mar de morte
seus sonhos estão nus
numa expressão
que mundo rejeitou
quando ninguém te amou
seus momentos tornaram
as sombras que acompanham
a sobriedade de enormes instantes
derramado num copo de vinho,
a torrencial torna se seu julgo
nesse estado primitivo,
e tudo torna se atenuante
nos braços da extrema unção,
deixando a luz morrer, momentaneamente...
sendo refém de seu algoz...
profundos seres do esquecimento
em teus lábios o reflexo de outras horas
a felicidade colocada no futuro
esplendido ar que se transpõem
em brumas a atormenta ganha um aroma
do teu corpo sensações tão atroz,
que brilho da noite contribui no estado de escuridão...
barulhos contribuem num abraço frio da madrugada,
gemidos de prazer relutam no sabor de amantes
desvaire nas sombras o ador...
infinito o preludio que insiste em viver
outras metamorfose dada por seu corpo.
a paixão atenuantes assombram as memorias
translucidas e revoltas de um sentido abandonado...
um raio de luz expressa agonizante sonho
que paira entre tantas dimensões...
brutalmente esqueço me a tomou em minha profunda solidão.
A ignorancia se encontrou com a estupidez, quando se acham competentes ao ofenderem a simplicidade!!!
Até quando os cadeirantes viverão apenas como um visitante em suas Paróquias, nunca imaginamos que ao decorrer da nossa caminhada teríamos que viver como Cristãos clandestinos Paroquiais, compreendi que nem tudo somos limitados, de outra forma nós não damos passos em nossas vidas Cristãs por falta de apoio tanto da Comunidade Paroquial quanto a Comunidade Familiar, e perceber que as pessoas são insensíveis e passíveis a nossa Missão de cadeirantes machuca quem quer apenas servir e agradar o Senhor!
