Motivos de Amar uma Mulher

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Escolher o que sentir mediante a uma traiçâo , ofensa , injustiça ou difamaçâo é complicado, mas sabermos como agir mediante ao que sentimos em relação a estes de corações vazios é uma virtude de quem coloca Deus a frente da situação. As pessoas que nos ferem são sempre aquelas que teve a nossa confiança nas mãos, são sempre aqueles que se fizeram de amigos, são sempre aqueles que um dia nos cobriu de afetos e teve a nossa total atenção. É por isto que dói tanto , é por isto que desequilibra o nosso coração . Neste vai e vem da vida, nestes desencontros de sentimentos bonitos e amor verdadeiro aprendi que quem da troco é comerciante, e que o nosso silêncio tem uma força maior do que qualquer palavra de afronta. As vezes precisamos engolir a seco certas coisas e nos continuarmos sem nos perdermos de nós mesmos e sabermos que a paz é a nossa cama, e estarmos bem é o nosso jeito mais sincero e honesto de revidar a quem quer seja. O que satisfaz o nosso ofensor é a nossa indignação , é a nossa ira, é a nossa raiva , é o prazer dele saber que nos atingiu , mas o que satisfaz a Deus é a nossa confiança n'Ele , e a nossa certeza de que quando Ele toma nossa causa por sua, d'Ele vem a resposta ... Aquieta-te.

Quando você olha para uma árvore e percebe a calma da árvore, você também se acalma. Você se conecta a árvore num nível muito profundo. Você sente uma unidade com tudo que percebe na calma e através dela. Sentir a sua unidade com todas as coisas é amor.

Eu sou uma pessoa excitável que só entende vida liricamente,
musicalmente, em quem sentimentos são muito mais fortes que a razão.
Eu estou tão sedenta para o maravilhoso que só o maravilhoso tem poder sobre mim.
Qualquer coisa que eu não possa transformar em algo maravilhoso, eu deixo ir.
Realidade não me impressiona. Eu só acredito em intoxicação, em êxtase,
e quando vida ordinária me algemar, eu escapo, de uma maneira ou de outra.
Nenhum muro mais.

Anaïs Nin

Nota: Diário de Anaïs Nin, 7 de julho de 1934

Nada prejudica mais uma amizade do que conhecer a rotina intestinal de alguém

A amizade é como uma flor que, quando plantada com carinho, crescerá e virará uma linda flor.

Sorte é ter ela na vida. Ela não é daquelas mulheres românticas por natureza, mas uma demonstração de amor vai fazer ela fraquejar.

Ela não sabe cozinhar, mas vai se esforçar para fazer o seu prato preferido. Se não ficar bom, ela vai rir. Quando ela ri eu tenho vontade de chorar, não por tristeza, mas sim porque cada gargalhada é uma nota musical que me faz querer dançar.

Ela é tudo o que eu queria, e nunca soube que tive. O acelerar do coração é normal, e a falta dela é um vazio igual à morte. Espero que alguém seja tudo aquilo que nunca fui, que a trate bem, porque se partir o coração dela, vai perder - la para sempre.

Quem dera eu pudesse ter lido o futuro...

Eu não consigo imaginar nada mais satânico do que essa própria ideia: uma força do universo dizendo que, se você se tornar feliz e saudável, a coisa que você mais ama fazer no mundo não será mais prazerosa.

Quando a vida te der uma limonada, faça limões. A vida ficará tipo: “O quê?”.
(Phil)

Ela é como um gato de rua, vem e vai quando quer. Não fica presa a um lugar ou a uma pessoa.

A coragem é uma das principais qualidades humanas, é apartir dela que podemos ganhar outras qualidades.

Eu escolhi ser um vilão.
Ser bonzinho é uma coisa nojenta, seguir ordens de religiões, ser controlado mentalmente pelo governo, fazer pose de bom moço o ano inteiro e ser movido por hipocrisia?
Prefiro logo ter um pensamento anti-robótico, ser ignorado por pessoas só pelo meu ponto de vista, quando abro a boca para dizer minhas verdades tapam os ouvidos e contradizem com palavras vazias.
É, me vejam como anti-cristo, digam que minhas ideias são alucinógenas e continuem nessa útopia feijão com arroz.
Enquanto somos brutalmente enganados e saqueados, aplaudam os lobos que eu cuspo neles e mesmo assim vocês ainda querem meu fim.
Eu defendo o caos, por que essa ordem só existe para apedrejar e esse progresso só há nas contas bancarias dons bons moços.
A Revolução não tem lado politico, Fomos divididos não por pensamentos, mas por classes.
Então veste sua mascara de anti-heroi e vai pra rua matar um lobo a dentadas.

Eu precisava urgentemente de uma bebida. Era sábado, a cidade inteira estava bêbada.

Aproximou-se uma jovem horrenda do Exército da Salvação e me perguntou, sem mais rodeios: Que dirá você no Juízo Final?
Respondi: Reservo minha defesa para o dia da audiência.

George Orwell
ORWELL, G., A FIlha do Reverendo, Editora Nova Fronteira, 1985

Aposta

Menina meiga com sorriso encantador,
Despertou em mim, uma pontinha de amor.

Como pode ser tão meiga e, ao mesmo tempo, tão bela,
Como um sorriso que cativa,
Eu não sei mais o que é não pensar nela.

Os dias passam, os dias vêm,
E eu não consigo esquecer, nem encontro uma forma de tentar não te querer.

A questão é saber, a onde isso vai dar,
Ou será que até isso, a gente vai ter que apostar?

Que se aposte muitas coisas,
Ou até mesmo 1 milhão.

Só não vamos tentar apostar,
O sentimento do nosso coração!

Cultivei de sorrisos uma vida-jardim;
em cada canteiro plantei um sorriso enfim,
Ah..de tanto sorrir pra vida,a vida floriu pra mim...

Ao invadir a privacidade de uma pessoa, você não está dando prova de amor, mas de obsessão.

Uma empresa que visa o lucro é, não apenas falsa, mas também irrelevante. O lucro não é a causa da empresa, mas sua validação. Se quisermos saber o que é uma empresa, devemos partir de sua finalidade, que será encontrada fora da própria empresa. E essa finalidade é criar um cliente.

Já amei, já sofri, no final de tudo eu sorri e estou amando mais uma vez, sofrendo mais uma vez e sorrindo mais uma vez, porque é assim mesmo, todos amam, todos choram, todos sorriem, a vida te ensina a ser assim.

Entendo porque sempre colocam a culpa em mim. É claro, sou uma estrela, e a culpa é das estrelas.

Bem, e daí? Daí, nada. Quanto a mim, autor de uma vida, me dou mal com a repetição: a rotina me afasta de minhas possíveis novidades.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.