Motivação

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Acredite se quiser: a sua fé faz proezas;
Só não sai das tristezas aquele que não quer.

Se vier o dia, eu trabalho;
se vier a noite, eu descanso;
se cair a chuva, eu canto;
se nascer o fruto, a Deus eu agradeço:
Quatro coisas não posso deixar de fazer na vida:
trabalhar, descansar, cantar e agradecer a Deus.

Trabalhar para Deus é o maior investimento da nossa alma.

A realização profissional é uma satisfação do seu trabalho
ou uma terapia.

Uma mentira, duas mentiras, três mentiras; se eu continuar acreditando no mentiroso, ele ganhou mais um amigo.

Os homens trabalham pelo dinheiro, mas se trabalharem
para Jesus o salário será duplamente recompensado.

Uma liderança positiva, que apresenta sinais de coerências em seus relacionamentos, conquista a confiança de seus liderados.

Um verdadeiro líder põe seu coração naquilo que faz
e acredita.

Mantenha as distrações e divagações longe do ritmo de seu trabalho, mantendo o foco nos valores de seus ideais.

Batalhe para conquistar, se possível com fé, os propósitos
que sustentam a sua perseverança.

Tiro ao alvo precisa ter um propósito: acertar e conquistar o centro das decisões.

Conquiste sempre a mira do seu alvo, retirando o peso inútil das flechas e ajustando o seu arco com firmeza.

Trabalhar pelo dinheiro e viver a vida vazia, para mostrar aos outros que tem, é engordar a sua alma nos pecados
e deixar herança para os vivos repudiados por ele.

Não seja um trabalhador ou estudante relapso e negligente: sua força de vontade, dedicação e seu talento podem gerar a uma carreira ou proposta promissora, inspirada pela sua criatividade.

Quando o lugar onde você trabalha não luta por você,
Significa que aquele lugar não é para você.


Se valorize, o que parece ruír
é o recomeço de um novo ciclo e grandes mudanças!


Se abrace!

"O fracasso ou o sucesso na realidade não existem, o que existe é o trabalho feito, dele depende o resultado..."

QUEM ACREDITA APENAS NO QUE VÊ, VIVE À MARGEM DO QUE NÃO CRÊ.

O AMOR NÃO PRECISA SER ETERNO PARA TER SIDO INFINITO

Não amamos porque acreditamos que será eterno; amamos porque, enquanto existe, é verdadeiro. Talvez tenhamos passado tempo demais confundindo amor com permanência, como se somente aquilo que chega até o fim pudesse provar que um dia foi verdadeiro. Mas a vida não funciona assim. Há coisas que duram uma existência inteira e nunca chegam a tocar profundamente a alma, enquanto outras atravessam nossa história por alguns anos, alguns meses, às vezes por um único instante, e deixam dentro de nós uma eternidade.
O tempo mede a duração das coisas, mas não mede a profundidade delas.
Um abraço pode durar segundos e permanecer conosco durante décadas. Uma conversa pode acontecer numa tarde qualquer e mudar para sempre a maneira como enxergamos o mundo. Uma pessoa pode caminhar ao nosso lado apenas durante uma parte da estrada e, mesmo depois de partir, continuar existindo na pessoa que nos tornamos.
Talvez esse seja um dos grandes equívocos humanos: acreditar que o fim de alguma coisa invalida tudo aquilo que veio antes.
Não invalida.
Uma história que terminou não necessariamente foi uma mentira.
Um amor que acabou não necessariamente deixou de ter sido amor.
Uma presença que se transformou em ausência não apaga os dias em que foi companhia.
E uma despedida jamais possui o poder de voltar ao passado e destruir aquilo que foi verdadeiro.
Somos nós que, feridos pelo fim, às vezes tentamos reescrever o começo.
Dizemos: “Se terminou, então nunca valeu a pena.”
Mas talvez tenha valido justamente porque aconteceu.
Talvez o valor de uma experiência não esteja na promessa de permanecer, mas na capacidade de nos transformar enquanto permanece.
A própria vida nos ensina isso o tempo inteiro.
Nenhum pôr do sol permanece no horizonte para provar que foi bonito.
Nenhuma primavera exige eternidade para justificar suas flores.
Nenhuma música precisa tocar para sempre para nos emocionar.
E nós mesmos somos passageiros.
Como poderíamos exigir eternidade justamente daquilo que nasce entre seres feitos de tempo?
Amar, portanto, talvez seja um dos atos mais conscientes de coragem.
É olhar para alguém e, mesmo sem possuir qualquer garantia sobre o amanhã, escolher dizer: hoje estou aqui.
Não porque sei quanto tempo teremos.
Não porque tenho certeza de que nada mudará.
Mas porque aquilo que sinto neste momento é verdadeiro.
E talvez seja isso que torne o amor tão assustador e tão belo.
Quem ama verdadeiramente aceita, mesmo sem perceber, a possibilidade da perda.
Aceita que um dia o abraço poderá faltar.
Que a cadeira poderá ficar vazia.
Que a voz poderá sobreviver apenas na memória.
Que certos lugares poderão doer porque alguém já esteve ali.
Mas ainda assim escolhe amar.
Porque viver tentando evitar toda futura saudade seria também evitar todas as grandes presenças.
E então chegamos ao paradoxo mais bonito do amor:
aquilo que não conseguimos conservar para sempre pode permanecer para sempre dentro de nós.
Há pessoas que partiram e continuam participando de nossas decisões.
Há amores que terminaram e ainda vivem na delicadeza que aprendemos com eles.
Há mãos que já não podemos tocar, mas que continuam, de alguma maneira inexplicável, segurando partes de nossa história.
Talvez a eternidade do amor nunca tenha significado duração.
Talvez signifique consequência.
Signifique poder dizer: “Depois de você, alguma coisa em mim nunca mais voltou a ser como antes.”
Isso é permanecer.
Porque algumas pessoas não ficam em nossas vidas.
Ficam em nós.
E talvez seja por isso que não devemos perguntar apenas quanto tempo um amor durou.
Devemos perguntar o que ele fez conosco enquanto existiu.
Se nos ensinou ternura.
Se nos tornou mais humanos.
Se nos fez conhecer uma parte de nós mesmos que desconhecíamos.
Se houve verdade naquele abraço, naquela espera, naquele cuidado, naquele simples desejo de que o outro estivesse bem.
Se houve, então aconteceu.
Foi real.
Foi nosso.
E nenhum calendário poderá diminuir isso.
Um dia tudo aquilo que hoje seguramos terá que ser solto. Essa é uma das poucas certezas que a existência nos oferece.
Mas até esse dia chegar, temos uma escolha:
podemos passar a vida com medo de perder ou podemos ter coragem de viver profundamente aquilo que ainda temos.
Eu prefiro acreditar na segunda possibilidade.
Porque talvez, no final, a vida não nos pergunte quanto conseguimos conservar.
Talvez apenas nos pergunte:
“Enquanto esteve em suas mãos, você soube amar?”
E se pudermos responder que sim, talvez finalmente compreendamos:
o amor não fracassou porque terminou.
O amor cumpriu sua existência porque, enquanto esteve ali, foi verdadeiro.

Muitos acreditam que, na vida, a batalha sempre foi vencer os outros.
Mas a batalha mais difícil é vencer a si mesmo.


Muitos, quando se perdem nas próprias sombras, entram em desespero.
Dominar o caos da própria mente é um dos obstáculos mais difíceis que podemos enfrentar.


E, quando conseguimos retomar o controle, encontramos novas forças e esperança para continuar.


O mundo vai tentar te quebrar. Vai rir das suas quedas e das suas derrotas. O mal que há no mundo deseja a sua queda, porque essa é a obra da escuridão.


Mas aquele que aprende a dominar o caos dentro de si não se intimida diante da escuridão.


Mesmo quando ela surgir em sua vida, a luz de Jesus Cristo pode iluminar o seu caminho, renovar suas forças e ajudá-lo a superar qualquer sombra.


Quem busca a luz e nela permanece pode enfrentar qualquer obstáculo, até mesmo aqueles que existem dentro de si.


Porque, no fim, a maior vitória não é vencer o mundo.


É vencer a si mesmo.


Ronan Helio de Souza

“Trabalhar com o que se gosta é uma missão difícil, mas não impossível. Gostar do que se faz, porém, é uma dádiva, uma bênção. Quem faz o que gosta é criança; o adulto faz o que precisa ser feito, não escolhe. A sobrevivência impõe a obrigação de fazer o que precisa ser feito, não há escolhas.”

(Furtado, Brunno)
03/08/2025)