Motivação

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Adapte-se rápido, evolua sempre: estratégias flexíveis geram conquistas extraordinárias.

Trabalha duro e faz sentir o teu nome. Aposta mais, aposta menos — e lembra-te: quem não soma, some.

O homem não está satisfeito nunca.Mas é isso que te faz conquistar, construir, destruir, abandonar um lado e começar outro ...

Quando o soberbo cai, tudo que ele acreditava cai com ele. Diferente da gente que tem fé e esperança.
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O trabalho gera salário.

Muita gente acredita que escrever sobre os próprios sentimentos alivia a alma, mas deveria experimentar fechar a porta do quarto, ajoelhar -se à beira da cama e falar tudo para Deus, abrir o coração com total sinceridade. Isso não apenas alivia, mas verdadeiramente liberta a alma!

Promessas pra quê?
Se ninguém compra, ninguém acredita, ninguém sustenta.
A vida não aceita cheque sem fundo,
ela cobra — e cobra caro.
Com juros, correção, e sem prazo de carência.
Cada palavra dita sem ação vira dívida.
Cada sonho abandonado vira cobrança.
E quando o boleto chega, não adianta fugir:
a vida é credora implacável,
ela não esquece, não perdoa, não atrasa.
Então, que se fale menos e se faça mais.
Porque promessa não paga conta,
mas atitude constrói futuro.

✍🏻Quem acha que dinheiro é capim, que nasce sem plantar, devia trabalhar na própria plantação, assim valorizava cada centímetro de terra e cada gota d'água. Até aprender que o tempo dos outros, igual ao de todos, é um tesouro que também tem fim.
✍🏻🧿🔮🕉️♾️⚛️☸️

A ignorância perpetua na mente dos tolos, que acreditam que tudo sabem, mas nada entendem.

Minha cabeça é muito forte, trabalhei muito para ser assim. É uma coisa boa que tenho, não só o futebol, mas a cabeça bem centrada.

Neymar Jr.

Nota: Trecho de entrevista para a ESPN, em janeiro de 2022.

⁠Se você não acreditar em seu potencial, na sua capacidade de superar seus medos, traumas e ansiedades, desculpa, mas sua vida vai ser em vão aqui na Terra.

Você é maior do que este momento, ainda que agora isso pareça impossível de acreditar.

Você acreditaria que seus pais ou alguém muito mais velho que você já foram mais jovens como você(s) em gerações anteriores a sua?!

Crítica à desigualdade e à impunidade


Aqui é o Brasil. país onde o trabalhador honestamente sustenta a família com um salário mínimo, a realidade se torna insuportável quando a elite do poder judiciário vive à margem do esforço que mantém a nação de pé. Ver quem julga e decide sobre a vida alheia desfrutando de privilégios desproporcionais é um insulto à dignidade do trabalho e à ideia de justiça. Essa disparidade não é apenas econômica; é moral e institucional, corroendo a confiança pública e transformando o tribunal em símbolo de distância entre lei e povo.


A imagem de magistrados que parecem alheios ao labor cotidiano — que recebem muito mais sem que isso se traduza em serviço público visível ou em responsabilidade efetiva — é vergonhosa e perigosa. Quando a autoridade se confunde com conforto e o dever com indiferença, a democracia empobrece. A justiça deixa de ser um ideal e passa a ser um privilégio reservado a poucos, enquanto a maioria paga a conta com suor e sacrifício.


Exigir transparência, prestação de contas e critérios claros de remuneração não é ataque; é defesa da própria noção de Estado de Direito. É preciso restaurar a proporcionalidade entre responsabilidade e recompensa, valorizar o trabalho produtivo e punir a opacidade que alimenta privilégios. Só assim a palavra “juiz” voltará a significar imparcialidade e serviço, e não um sinônimo de distância e impunidade.


A luta é por respeito ao trabalho, por instituições que reflitam os valores que proclamam e por uma sociedade onde o esforço do pobre não seja o alicerce do conforto de poucos. Que a indignação se transforme em mobilização cívica, em leis mais justas, em fiscalização efetiva e em políticas que coloquem a dignidade humana acima de privilégios.

O Abismo da Justiça e do Trabalho


Num país marcado pela desigualdade, o trabalhador pobre carrega nas costas o peso de um salário mínimo que mal sustenta sua família. Ele acorda cedo, enfrenta transporte precário, cumpre longas jornadas e volta para casa exausto, apenas para descobrir que o fruto de seu esforço não lhe garante dignidade.


Enquanto isso, uma elite togada desfruta de privilégios que beiram o escárnio. Juízes, em sua maioria, recebem salários e benefícios que multiplicam por dezenas o que ganha um trabalhador honesto. A contradição é gritante: quem produz riqueza, quem mantém o país funcionando, é tratado como descartável; quem deveria zelar pela justiça, muitas vezes se acomoda em um pedestal de privilégios.


A semelhança entre o trabalhador e o juiz deveria estar na honra do serviço prestado à sociedade. Mas a realidade é vergonhosa: de um lado, suor e sacrifício; do outro, pompa e ostentação. O contraste não é apenas econômico, é moral. É a prova de um sistema que valoriza mais o poder do que o esforço, mais o status do que a dignidade.


Esse abismo não é apenas uma injustiça social — é uma ferida aberta na consciência nacional. Enquanto o trabalhador é esmagado pela sobrevivência, a classe privilegiada se afasta cada vez mais da realidade, perpetuando um modelo que humilha quem realmente sustenta o país.

Pedidos de Natal


Se for para pedir um presente neste natal,
Que seja forças para acreditar que tudo vai dar certo
Independente dos dias em que
eu me sentir sozinho e mal,
Que eu lembre que de mim,
Deus está sempre perto.


Se for para pedir um presente neste natal,
Que seja coragem para arriscar
Independente dos desafios que vier,
Que o medo de tentar, não consiga me intimidar,
Que nada possa abalar a minha fé.


Se for para pedir um presente neste natal,
Que seja sorrir mais ao invés de querer chorar
Que tudo possa ficar bem,
Independente de qualquer coisa,
Que eu não desista de acreditar.


Se for para pedir um presente neste natal,
Que seja foco e determinação
Que a esperança esteja sempre ao meu lado,
Para-me ter a certeza que dias melhores virão!

⁠Sobre malhação: algumas pessoas quando malham se olham no espelho e acreditam que a imagem refletida lhe constitui, esquecem-se que quem as olha lhe enxerga segundo sua constituição cultural. A beleza e a feiúra são relativas.

Enquanto houver uma criança com frio, fome e medo; não há possibilidade de acreditar que existe ética!

PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO

Há na sociedade moderna uma demanda inestimável de talentos que se acotovelam em busca de uma chance. Quem quer de fato essa chance, tem que se renovar como profissional, sob pena de virar estátua. E não adianta ninguém – executivo nem artista; escritor nem atleta; médico, professor nem pedreiro – achar que sabe o suficiente para se dar ao luxo de viver dos resultados de sua estagnação, a menos que os resultados advenham de aposentadoria.
Todo profissional que se leve a sério precisa progredir como tal. Isto não sendo mais possível, quiçá viável, será bem-vinda uma troca de função (dentro da mesma área, para não machucar o orgulho vocacional nem gerar insatisfação, com vistas à infelicidade). Só poderemos nos manter no meio, se tivermos consciência de que o mercado até reconhece o que fomos, às vezes homenageia, mas invariavelmente nos contrata pelo que somos.

EU E MEUS INHOS

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Apesar das palestras motivacionais que me recomendam a troca de cada "inho" por um "ão" do tamanho do infinito, confesso que sou do tipo que adora um "inho", tanto na vida profissional quanto na pessoal. Se isto, por si só, é um sinal de acomodação, devo confessar que sou irremediavelmente acomodado. Também pudera: moro na roça, tenho vida lenta, trabalho três dias por semana e quase sempre recuso trabalhos extras (como dar palestras motivacionais) que me renderiam em poucas horas mais do que a minha remuneração mensal.
Escolhi me aquietar com um salariozinho de educador, morar numa casinha nos fundos de um quintal cheio de plantinhas, cuidar de minhas filhinhas até que sejam filhonas e não me matar para viver. No meu cantinho, tenho tudo que mais quero: tempo para compor versinhos, bater um papinho com os vizinhos acomodados como eu, criar uma cachorrinha, ler um romancezinho, escrever meus livrinhos e ouvir uma musiquinha de quando em vez. Às vezes, até fazer um amorzinho com quem não despreze um sujeito anti-competitivo; com ambições distorcidas; sem carrão, mansão, "contona" bancária, comendas, fama, influência, status, nominatas.
Agora com licença; preciso tirar uma sonequinha, pois não sou de ferro e meu planinho de saúde não cobre terapias para corrigir problemas que um bom soninho corrige. Ademais, preciso mesmo cuidar bem do corpo e da psique, uma vez que decidi não adoecer física e mentalmente numa peleja insana para pagar, entre outros itens, um grande plano de saúde que não poderá juntar os cacos de quem terá se matado ou simplesmente não vivido exatamente para viver, dentro desse conceito massificado que se tem de vidão.
Cá com os meus botões, e para ninguém ouvir: vidão, mesmo, é a vidinha que levo neste mundinho particular onde vejo o nascer e o pôr do sol, tenho as rédeas do tempo e sei exatamente quem sou. Até mesmo porque não me confundo com toda essa gente que disputa entre si esse campeonato interminável de quem é mais. Mas isso é uma escolha minha... e não me torna especial... inclusive para minhas filhas, que certamente optarão por não serem acomodadas igual ao pai... e às quais desejo todo o sucesso.