Motivação

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Acreditar em algo não faz disso verdade.

Comemore sempre as suas conquistas, sem querer comparar com as conquistas alheias.

Porque a vida não é uma corrida, e sim uma jornada de cada um!

Justifique o seu problema ao seu chefe ou coordenador da empresa onde trabalha.

Não conte as horas trabalhadas, conte as metas alcançadas.
Porque o tempo, por si só, não constrói é o sentido que damos a ele que define o valor do esforço. Trabalhar muito não é o mesmo que evoluir. É possível estar ocupado a vida inteira e ainda assim não sair do lugar. O que importa não é o quanto se faz, mas o porquê e o para quê.

“Um líder não é lembrado pelo que conquistou, mas pelo que despertou nos outros.”

Não permita que o narcisismo doente de alguns faça você acreditar que é pequeno ou menos importante. Siga firme em sua jornada, mesmo sem aplausos ou validação de quem você julgava essencial. A vida é única e pertence apenas a você. Quem realmente te ama estará ao seu lado. Presente, mas nunca no comando.

Precisamos navegar para conquistar mundos, mas com precisão na aventura de navegar.
O marujo navega com conhecimento de seu destino e dos riscos envolvidos. É assim que ele alcança o destino!
Digo mais: aqueles que dizem "eu vou tentar" já antecipam sua falha.

O homem que não acredita em nada, nunca terá um propósito e sempre será um indivíduo que vaga sem destino.

O trabalho danifica o homem

Não, você não leu errado, o título dessa crônica está correto. Brinquei com um ditado popular que todo mundo conhece, até confesso que concordo com ele até certo ponto, mas existem as entrelinhas e são nelas que mora o problema.

Ninguém é maluco aqui de invalidar as benesses que o trabalho nos proporciona, na verdade os frutos do trabalho, todo mundo precisa comer, se vestir, se divertir e ter uma vida digna. Porém, há coisas obscuras, mas nem tão obscuras, elas estão “na cara” como falam por aí. Sensações que todos possuem, mas que mantemos guardadas porque o status quo não vê com bons olhos quem reclama, quem fraqueja, quem admite suas limitações.

De tanto trabalhar para ganhar a vida estamos perdendo a vida para o trabalho, jornadas extenuantes e esgotamento tomam conta de nós. Um nome chique para algo hediondo “Burnout” que em bom português significa que o seu trabalho está te mantando.

Cansaço, irritação, desmotivação e estresse crônico são alguns dos sintomas desse mal que assola muitos trabalhadores. No início a pessoa acredita que é foi só uma preguicinha que lhe acometeu, uma indisposição. Mas, como uma bola de neve a situação aumenta e fica insustentável, nosso corpo pede socorro.

Eu sempre brinco e digo “a espécie humana foi feita para catar umas frutinhas, comer e depois tirar um longo cochilo seguido de um banho de igarapé”. Nosso corpo clama para que voltemos a nossa origem.

"A verdadeira liberdade não se conquista com espadas, mas com o domínio da mente."

Não tente me convencer a acreditar na sua verdade;
Existem versões, e dentre elas
pode-se dizer que todas são uma verdade absoluta.

"Qualquer que seja o tamanho do obstáculo, nada é impossível, quando se tem motivação para vencê-lo. A motivação é o dínamo que gera energia para nossos ideais ".

“Na conquista de um território não vale a perda de um continente.”...

Prefiro acreditar nas palavras juntas aos olhos.

Uns dizem: "Você poderia fazer isso, poderia fazer aquilo..."
Mas quem trabalha sabe: a gente faz o que dá resultado.
Aqui não é sorte nem adivinhação, é estratégia, marketing e público.
Quem não entende de algoritmo acha que é só postar. Quem entende sabe que cada passo é calculado. Por isso quem vive disso se apoia.
Aqui ninguém tem vida fácil. Todo influencer tem suas batalhas nos bastidores.
Não existe "vida ganha"' aqui. Todo dia é uma guerra contra o algoritmo e a desistência.
Sorte? Sorte é ter força pra continuar mesmo quando nada acontece.
Não existe "tempo certo", existe compromisso.
Quem espera o momento perfeito fica para trás. Sucesso não é sobre ter tempo, é sobre fazer mesmo sem ter.

A pior derrota é aceitar os limites do corpo quando a mente ainda acredita na vitória

SORVETE DE CAFÉ E DESTINO




Dois que se encontraram no tempo errado, mas ainda acreditam que o tempo pode-se redimir.




Um domingo qualquer, um convite, um encontro e um sorvete de café. Com eles vieram as mãos tremendo, a ansiedade, um olhar, um sorriso e um beijo. As mãos tocaram a nuca, e uma boca chegou até aquela curva, selando ali uma intenção. Os olhos dele percorreram o corpo dela, sentindo cada centímetro da alma. Os olhos dela revelaram tudo o que ele queria saber, e os dele mostraram o quanto aquele momento era importante. O instante foi valioso para ambos, uma mistura de querer mais e respeitar o que viria depois.




Pessoas intensas tendem a sentir tudo ao extremo. Não medem sentidos, desejos ou vontades, não se importam em temer, apenas mergulham. Vão ao fundo sem precisar cavar e sentem… Sentem a vida explodindo por entre os poros. É sensorial, é tato, é gosto. É a língua passando pelos lábios, a boca ficando seca, a voz embargada tentando expressar o que a alma já gritou em silêncio, o encontro de tudo o que já existia em algum universo.




Os corpos se encaixam, sentem as mãos tocando cada pedaço possível e extraindo reações. A mente viaja nas possibilidades vindouras. Essas almas pareciam buscar-se há uma eternidade. A consciência de que não devem ficar longe transcende qualquer universo. Mas o tempo é implacável e dita as regras, define a hora, onde e até quando.




É ele quem determina o nascimento, a morte, as vitórias e as derrotas. O tempo mede tudo, e apenas ele sabe quanto durará o percurso. Há, contudo, um tempo de espera. Esse tempo dirá se tudo será vivido nesta vida ou na próxima. O amanhã é incerto, mas carrega a esperança. Dizem que, quando se quer algo profundamente, o tempo caminha a favor, ou te desafia a provar o quanto está disposto a ter, e se esse “ter” vale a tua determinação.




Quanto se aguenta esperar? Até aquele momento havia apenas a ideia, mas ao provar a realidade, uma teia de acontecimentos se moveu no universo, colocando o tempo em alerta. É fato: eles querem e precisam. Mas o tempo aplaca o desejo e o testa. O tempo exige espera, e nessa espera as provas virão. Testarão o quanto desse sentimento sobreviverá, o quanto o desejo resistirá, o quanto de maturidade será exigido. Quantos monstros precisarão matar para viver o desejo real que anseiam?




É preciso cultivar, amadurecer, fortalecer, e se, ou quando, isso acontecer, será eterno. Precisam passar pelas provações que virão. E só assim, depois de vencidas todas as etapas, poderão sentir que valeu a pena e que era exatamente como imaginavam. Ou… só o tempo ganha.

Segundo a mitologia grega, existem quatro formas de amor: o romântico e passional, o fraterno, o familiar e o incondicional. Ainda segundo os mitos, amadurecemos ao viver um amor ao alcance das mãos , mas que nem sempre pode ser tocado ou visto.




Assim como no mito de Eros e Psique, que simboliza, segundo Jung, o processo de individuação, a jornada da alma rumo à totalidade. As tarefas de Psique representam provas internas que desenvolvem discernimento, coragem e autoconhecimento.

A união final entre Eros e Psique expressa a integração entre consciente e inconsciente, masculino e feminino, resultando em uma consciência mais plena e em um amor verdadeiro.

Em síntese, o mito mostra que o amadurecimento da alma ocorre por meio do amor, da dor e da integração dos opostos, caminho essencial para uma vida mais consciente e autêntica.




Caso contrário, a alma se entrega à melancolia e à depressão.

A melancolia reflete a perda do objeto de amor e a dificuldade de criar vínculos afetivos. O melancólico vive um luto constante e precisa amadurecer por meio de relações verdadeiras que fortaleçam o ego.




A depressão representa o vazio interior e a falta de profundidade no contato consigo mesmo. O depressivo precisa voltar- se para dentro e reencontrar o sentido da própria alma.

Ambos podem se curar através do amor maduro: o melancólico ao doar-se, e o depressivo ao amar-se.




Resta, então, a esperança de que, no final de toda a jornada, eles vençam o tempo e possam, enfim, ser imortalizados no amor.




Ana Cláudia Oliver- 27/10/2025

Tem pessoas que acreditam em bruxas e fantasmas, mas não conseguem acreditar em si mesmas!

A grandeza não está no que se mostra, mas no que se conquista em silêncio. O tempo revela o que o esforço constrói.

CONQUISTA


E eu estou ainda por aqui.
Não desembarquei do envelope.
Viajo lentamente, enquanto observo quem me ultrapassa a galope.
E, entre um minuto e outro, já nem sei se eu estou viajando — ou se a viagem sou eu.
Onde estaria o que de fato criei, para chamar de meu?
Porque, a cada frame que passa, menos certeza tenho dessa ideia de conquista.
Não que eu seja perfeito: de defeitos, tenho uma lista.
Também nunca me faltou bravura — nem no ringue, nem na pista.
Eu não sei chegar sozinho; minha vista é altruísta.
E, ainda que só, eu quisesse chegar… seria uma mentira. Eu posso explicar.
Na verdade, eu nem sei se realmente saí.
Pois, ao me ver em busca de coisas novas,
parece que fiquei. E gostei.
Ou talvez eu fui e voltei. Não sei.
E essa é a minha maior alegria: não me completar.
Sim.
Se eu já tivesse chegado, talvez, o restante da minha viagem fosse a dor mais angustiante que teria.
Ao passo que tenho muitas. Algumas de longos dias. Mas todas bem administradas.
E o tempo — que para muitos é um tormento — se assustou em me encontrar viajando para dentro.
Foi a principal estação onde parei, fiz faxina, entrei em guerra e venci.
O meu maior inimigo: eu.
Depois de me reconciliar comigo,
fui apreciando o belo que em mim foi feito, mas que eu desaprovava.
E, admirado de meu estado de maturação interpretativa, tive certeza.
Depois tive dúvida.
Ainda deu tempo de sentir na pele a volta da minha humanidade.
Esta esteve endurecida.
Mas, a dádiva do servir a emudeceu —
para não julgar, para não comentar,
apenas para dirigir.
E eu, que achava que poderia chegar,
me vi levando outros de carona.
A viagem para dentro de mim,
ao invés de me dar um mapa,
me deu pessoas, responsabilidade, serviço, deontologia.
E um sentimento de complétude sem completar.
Mas eu, sobre mim?
Parece que não vai dar.
Pois, até aqui ou ali, não cheguei.
Na verdade, eu, de mim mesmo nunca cheguei —e, se estou em algum lugar,
tenho plena certeza de que fui sempre conduzido.


Sérgio Júnior