Morto Vivo
Soneto: O Milagre
O milagre de Natal é vivo, respira e sente
Conhece seu lugar em cada coração
Daquele que o roga em oração e comhunhão
Milagres acontecem de repente, sem aviso
Chega como se estivesse a nos visitar
Em passos sutis, radiante, envolto em luz Santificada
E estando em nós, adorna nossa alma
E decidi ficar por sabedoria e nela faz seu ninho
Pois conhece sua valia e compromisso
E doa o bem e a cura, sem nada exigir
Entrega esperanças, envolto num amor miaor
Se achega, se acomoda, observa e se apresenta
Momento em que o sentimos e vivemos sua benção
E rogamos, seja por nós, para um amigo... um necessitado
O milagre opera magnânimo, gestando nobreza e encantos
Em estado de Graça, com a alegria de uma criança
Puro, iluminado, solenemente bem vindo!
O seguro de Deus não cobre perseguições contra a língua de Satanás, porque ele ainda está vivo; mas lhe encoraja para resisti-lo na fé.
Não existem médiuns ou padroeiros quando há um Mestre que fala ao vivo para as multidões e em vários lugares ao mesmo tempo.
O que desce à sepultura não verá a sua evolução ou o vivo a sua reencarnação, uma vez que a ressurreição dos mortos é o encerramento de sua jornada na terra e o princípio da sua eternidade.
O homem é barro, mas dentro do cristão mora o Espírito Santo, porque ele é o santuário do Deus vivo.
O deus de Moabe aceitava filhos mais velhos para sacrifício vivo como livramento dos seus inimigos e o deus deste mundo aceita vários sacrifícios mórbidos de cristãos para livrar suas almas das mãos de Deus.
Toda padaria oferece pão todos os dias; mas, todas as horas Deus lhe oferece o Pão vivo que está nos Céus, que alimenta a sua alma para a vida eterna.
O mundo já morreu há muito tempo e, mesmo assim, eu continuo cada vez mais vivo, feliz e abençoado no meio dos mortos.
O relógio do mundo em que eu vivo só anda para trás, porque a minha vida está adiantada 7 tempos em relação aos mortos na fé.
A religião que ordena orar pelas almas dos mortos, em nome da misericórdia divina, acaso o Pai vivo ouve e aceita tamanho pecado de ofensa?
