Morte Transformação
Quando a bonança repentinamente se transforma em Tempestade, não há morte para os conectados na Vida!
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru. (...)
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem passa os dias reclamando do seu azar ou da chuva incessante. (...)
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um feito muito maior que o simples fato de respirar.
Nota: Adaptação de trechos da crônica "A Morte Devagar", de Martha Medeiros. Muitas vezes é erroneamente atribuída a Pablo Neruda.
...MaisNa pós-modernidade, Deus não morre; ele se transforma em múltiplas vozes que ecoam no silêncio da tradição.
A MORTE, é uma Transformação Quântica da Matéria, em Pura Energia... Chamem isso de 'Espírito', se quiserem!!! Rolemberg.
" Nada se perde, tudo se transforma", inclusive o corpo físico quando morre. E a consciência, essa que é a "cereja do bolo", não poderia ascendente a outros planos de energias mais sutis?
Os limites onde uma vida acaba e outra recomeça poderiam ser, sim, uma boa estratégia do universo para dar uma nova oportunidade àqueles que não completaram seus ciclos de vida aqui na Terra, permitindo-lhes corrigir seus erros. Ou será que todos serão condenados para sempre ao "fogo do inferno" de seus próprios pecados?
Fica aí o questionamento !
A morte é simplesmente o fim.
Ela não transforma, não conduz, não prepara.
É o encerramento total do ciclo,
o ponto em que nada mais se prolonga.
Não há caminhos ocultos,
nem sentidos posteriores a serem buscados.
A morte existe para fechar,
para afirmar que tudo o que tinha tempo
chegou ao seu término.
Reconhecer isso não é negar a vida,
é aceitar que todo ciclo
se encerra exatamente onde termina.
Toda transformação psíquica real tem estrutura de luto: exige que algo morra para que outro algo emerja. Prosperidade, amadurecimento, criação — nenhum desses processos poupa o sujeito do desconforto que precede a reconfiguração interna. O abandono precoce, a fuga no primeiro sinal de resistência, não é fraqueza banal — é mecanismo de defesa do ego que prefere a estase ao risco da perda. E quando o sujeito para à margem do próprio caminho, o que emerge não é apenas frustração: é o ressentimento, essa forma encoberta de autoagressão que encontra no outro a culpa que não suporta habitar em si.
As cinzas transformaram
de maneira pressentida
o céu no lago parado da morte,
não sei mais a diferença
quando faz Sol ou chove.
Os meus sentidos andam
endurecidos e me pego
a cada dia gostando
menos de tudo o quê
estou testemunhando.
Perdi as contas de quantas
vezes mastiguei e engoli
a minha própria língua
por tomar noção que
muita coisa virou cinza.
Ler as notícias e insistir
em olhar para o céu
continua sendo um engano,
o Apocalipse está
dominando os pulmões.
Só sei que choro por dentro
e os pássaros cantam
de desespero antes
mesmo do Sol raiar
e não sei mais e como falar.
A verdadeira morte. Transformação de si mesmo. Com mudanças extremamente essenciais no modo de experimentarmos o UNIVERSO.
Essa mania que as pessoas têm de quando morre alguém, elas tentarem os transformar em herói é ridículo. Um cantor que mal faz sucesso se tornou o rei da sua categoria, uma atriz que estava no sofá havia anos era a dama das telenovelas, um professor que pouco fazia seu trabalho tornou – se o grande mestre, o amigo que nem era notado na turma virou ‘o cara’, a namorada que era como uma cabeça de bacalhau, agora era a dona de todas as aparições, destaque em holofotes. Na verdade não é nada pessoal, mas é que faz pensar que essas pessoas só tiveram algum valor depois que partiram, ou quando estão no ultimo suspiro de vida. Temos é que parar com isso, endeusar quem não esta entre nós, independente do que eram que façamos isso em vida, para não termos nenhum remorso do ‘e se... ’ Não temos que perder para dar valor, é valorizar pra não perder.
Tão poderosos sentimentos que os dominam também os transformam, e assim já imaginam que morrem para renascer os gênios da natureza, como sátiros.
Sabe, quando se perde qualquer valor da morte a vida se transforma em um escorregador com pura diversão e não esqueça de rir
Hahahahahahahahahhahahahaha
A vida se transforma em morte e é como se essa morte tivesse possuído essa vida o tempo todo. Morte sem aviso. Em outras palavras: a vida pára. E pode parar a qualquer momento.
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