Mortal
Sou mortal, sujeito a erros, graças a Deus
Sou repleto de sonhos e todos os dias cuido de regar cada um deles
Amo sem medidas, despejo bons sentimentos
Não me acostumo com negligência e sou avesso a ausências
Não partilho da intolerância e nem de fanatismos
Vou a luta, se preciso, por um amor
Me entrego imparcial ( ..talvez, seja esse o meu mal...)
Mas também sei voltar, quando o amor que receber não mais me bastar
Aprendi a escutar e entender o vão das palavras
E me proteger, de alguma forma, em territórios alheios
Posso sofrer, por vezes, de incoerência, mas nunca de inconsciência
Respeito alguns limites necessários, e extrapolo os válidos.
Não vivo apoiado em aparências
Mas sobrevivo, sem vacilar, e pretendo continuar erguido, mesmo durante as minhas impermanências.
O que importa é que, como todo mortal, um dia terminarei o show da existência no pequeno palco de um túmulo, diante de uma platéia em lágrimas.
livro O vendedor de sonhos
de Augusto Cury
Sob a pressão das preocupações e das tristezas sobre a nossa mortal condição, pessoas de todas as épocas, e em todos os países, usaram algum tipo de ajuda às suas consolações morais: vinho, cerveja, ópio, brandy ou tabaco. Considero portanto que a proibição de destilarias é - economicamente, financeiramente, comercialmente, medicinalmente e até moralmente - uma medida mais bem intencionada do que bem pensada. É muito sacrifício por mero preconceito.
O amor é uma amostra mortal da imortalidade.
Traição
A traição dói
E essa dor é mortal
Ela só vem de quem a gente nunca desejou o mal.
Dói a traição
Muda a nossa rota
Muda a nossa direção
E a gente que acreditava estar indo no caminho certo
Se percebe na contramão.
A emoção mortal
“-A maior dor do ser humano
É perceber que não é valorizado pelas pessoas que ele mais ama..
-Sim, só perceber ..”..
Para viver neste mundo
você deve ser capaz
de fazer três coisas:
ame o que é mortal;
o aperte
contra os seus ossos, sabendo
que a sua própria vida depende disso;
e depois, quando chega a hora de deixá-lo ir,
deixe-o ir.
Meu olhar mortal me assusta,
As pessoas correm,
Enquanto egoístas vivem,
Os que se fecham comigo morrem.
"Eu rogo para ser um simples indivíduo sujeito a errar como qualquer outro mortal. No entanto, que eu tenha humildade suficiente para confessar meus erros e corrigir meus passos."
Tenho meus defeitos, como toda mortal. Entretanto, o meu diferencial, sem falsa modéstia, reside na minha capacidade de autocrítica assídua, de modo a identificar potenciais de mudanças necessárias à minha personalidade. É dessa forma que evoluímos: analisando introspectivamente o "eu" que limita a nossa evolução no sentido lato sensu da nossa breve existência terrena.
Sou portadora de memória,
hostil mortal do meu descanso, meu repouso.
Ao abrir dos olhos
me auto-preparo para uma nova dor,
nuvens de decepção.
Destarte, venho preconizar minha alegria!
Sem alarde,
isto despertaria os dispostos a me amargurar.
Alcancei meu propósito.
Redobrei minhas forças ao perceber,
que virtude e benevolência
sempre sofrerão perseguição
por parte daqueles que carregam nódoa vergonhosa
e optam por cobiçar o que o outro tem
ao invés de buscar melhorias e avanços.
O bom é vítima da inveja,
o mau não sabe o que é passar por isso.
Quando tentaram me denegrir,
parei pra pensar por que não sentia vontade
de fazer o mesmo com a mesma pessoa.
Entusiasmei-me ao entender o motivo.
Não se destrói um coração oco,
uma cabeça vazia,
uma personalidade sem conteúdo,
um caráter leviano.
Hoje, todas as bazófias
que se criam contra mim, são inválidas.
A verdade e tranqüilidade que cultivo,
é superior a tudo isso.
Embora eu sofra a escuridão
nesta vida mortal,
isso não é algo tão difícil;
porque, se me falta a luz,
tenho a vida celestial.
Pois, quanto mais cego é o amor,
mais dessa vida ele proporciona
conservando a alma em total abandono,
vivendo sem luz na escuridão.