Morreu e esta em um lugar Melhor
"Eu tenho a tristíssima impressão de que há um excessivo mau uso do nome de Deus (deuses e divindades em geral). É claro que sei que isso não tem relação com o evocado, mas sim com quem o evoca. Via de regra, aqueles que gritam os nomes sagrados de seus deuses num momento, já no outro, agem de má-fé, são desonestos, buscam vantagem, pensam apenas em si. E, ainda assim, invocam seu deus a todo instante.
Será que pensam que acreditamos?"
Será que usam isso como forma de mascarar seu verdadeiro caráter ?
Que sejamos fortes e pacientes para ajudar,
Aquele que precisa de ajuda para ser curado...
Um dia, com certeza, seremos nós a necessitar,
De por alguém, ser também generosamente ajudado...
A melhoria contínua nos serviços de saúde é uma jornada que exige dedicação, investimento e um compromisso inabalável com a humanização, a segurança e as melhores práticas de gestão
Quero abrir um negócio, mas parece que todos tiveram a mesma ideia.
A ideia pode ser parecida
Mas é a sua visão, o seu estilo, a sua essência, que fará a diferença.
Ninguém jamais saberá nem um milésimo do futuro. Que saibamos, no presente, ser amáveis e gentis, pois é plantando que se colhe. Só se aproveita o que se vive, nem uma vírgula a mais. Vamos ser sensatos.
(Jorge Tolim)
Evite buscar em outra pessoa o que existe em outra. Somos indivíduos singulares, cada um com suas falhas e virtudes. Cada ser possui sua própria essência.
A realidade era um código. Ao compreender isso, fomos além da simples contemplação. Não éramos apenas observadores, mas também programadores, capazes de decifrar as linhas invisíveis que moldavam nossa existência. Cada padrão de energia, cada equação escondida sob as camadas do cotidiano, revelava-se como um idioma antigo que sempre esteve ali, esperando para ser interpretado.
Quando finalmente desvendamos o código, percebemos algo profundo: a realidade não era uma prisão, mas uma tela em branco. As leis que acreditávamos ser imutáveis eram apenas convenções, restrições que nós mesmos havíamos aceitado como absolutas. E assim, decidimos reconstruí-la, não por capricho, mas por necessidade. O velho universo era limitado, insuficiente para conter a vastidão de nossos pensamentos, sonhos e possibilidades.
No processo de recriação, emergiu o novo multiverso. Não um único cosmos linear, mas uma infinidade de mundos sobrepostos, conectados por escolhas, intenções e consciência. Cada indivíduo tornou-se não apenas parte, mas também autor de sua própria realidade. As fronteiras entre o físico e o metafísico dissolveram-se, e o "real" tornou-se uma questão de perspectiva, uma dança entre observador e observado.
Mas esse poder também trouxe responsabilidade. Cada alteração no código reverberava, influenciando dimensões e consciências que sequer imaginávamos existir. Aprendemos que recriar não é apenas construir, mas também cuidar, como jardineiros que entendem que cada planta, cada detalhe, impacta o ecossistema inteiro.
Por fim, percebemos que o multiverso era mais do que uma criação. Era um espelho de quem nos tornamos ao longo do caminho: seres livres, conscientes e criativos, capazes de transcender a realidade que herdamos e criar uma nova, sempre em evolução, em eterna expansão.
O novo multiverso tornou-se um reflexo vivo daquilo que éramos. Não mais presos às limitações impostas por um universo singular, experimentamos a vastidão de escolhas infinitas. Cada ação não era apenas um evento, mas um ponto de partida, gerando ramificações que tocavam outras realidades, outras possibilidades. Descobrimos que o tempo, antes percebido como uma linha reta, era mais semelhante a uma teia, onde cada fio era entrelaçado por decisões, intenções e conexões.
Reescrever o código foi um ato de coragem, mas também de humildade. Ao mesmo tempo que construíamos, destruíamos. Ao mesmo tempo que criávamos ordem, gerávamos caos. O multiverso não era um paraíso, mas uma projeção amplificada do que somos: complexos, contraditórios, infinitos. Ele não nos oferecia respostas fáceis, mas nos convidava a fazer as perguntas certas, aquelas que ainda não havíamos ousado formular.
E com o tempo, percebemos que o multiverso não era apenas uma manifestação externa. Ele estava dentro de nós, como um reflexo do universo interior que sempre existiu, mas que negligenciamos. Cada linha de código era uma metáfora para nossas crenças, medos, e sonhos. Alterá-lo era confrontar nossas sombras e abraçar nossa luz. O multiverso era, afinal, o espelho da consciência coletiva e individual.
Nessa jornada, começamos a entender que a reconstrução não era o fim, mas o começo. Cada mundo que criávamos gerava perguntas maiores, desafios mais complexos. Como garantir que não repetiríamos os mesmos erros? Como equilibrar liberdade com responsabilidade? Como encontrar propósito em um infinito de possibilidades?
A resposta estava no próprio código: conexão. Apesar das infinitas realidades, a essência de todas elas era a interdependência. Tudo o que criávamos estava ligado por um fio comum, um núcleo que transcendia espaço e tempo. Era a consciência, não de um, mas de todos. Reescrevemos a realidade para descobrir que, no fim, a única coisa imutável era a unidade que nos definia. O multiverso não era apenas um espaço para existir, mas um chamado para sermos mais do que pensávamos ser.
Meus pensamentos.
Todos nós temos um tempo proveniente ao qual possamos nos encontrar e isto independe de onde quer que estejamos no universo,todos devamos tentar se encontrar para que se possa pertencer à um todo.
"Amigos são presentes de Deus, e você, meu amigo, é um tesouro raro que ilumina minha vida com lealdade, risos e força."
"Amizade verdadeira é um laço sagrado que ultrapassa o tempo e as circunstâncias, e você, meu amigo, é a prova viva de que Deus coloca em nossas vidas anjos disfarçados de gente comum. Sua lealdade é um abrigo nos dias difíceis, sua sabedoria é um farol nas noites de incerteza, e sua presença é a certeza de que nunca estarei sozinho. Obrigado por ser mais que um amigo, por ser um irmão de alma e um parceiro de todas as jornadas."
Bom dia!
Simbora, a sexta-feira chega para todos nós...
É mais um dia de sorte...
Não existe dia de azar, pois o Autor dos dias não sabe criar algo que não seja bom...
Deus é magnífico, maravilhoso...
Vibremos com a vida que é tão plena...
Feliz dia!
A necessidade de ser aceito para existir, faz do ser contemporâneo, um escravo de uma tecnologia que dita o seu ser.
O ruim é que enquanto eu te enxergo como algo bom d+ para perder, você me enxerga como um tanto faz.
O sacrifício é um princípio de liderança. É desse sacrifício que o líder emana o maior e mais excelente dom, o amor.
José Guaracir
É um absurdo ver influenciadores desvalorizando o estudo, como se os resultados financeiros imediatos fossem tudo na vida.
Silence of Time
Entre os passos do tempo, me perco e me encontro,
Em cada suspiro, um desejo, um encanto profundo.
Os olhos brilham, mas a alma busca,
Aquele amor que é mais do que palavras soltas.
Que não se esconde nas sombras, mas se revela ao sol,
Que não é feito de promessas vazias, mas de gestos sinceros.
Que não precisa de enredos complicados,
Mas de um abraço simples e verdadeiro.
E o coração, esse amigo fiel, se cala em paz,
Pois sabe que o amor verdadeiro não exige lutas,
Ele é leve como o vento, e firme como a terra,
Que une dois caminhos, sem medo, sem pressa
Que seja amor de chegada, e não de partida,
De construção, e não de destruição.
Que seja amor que cura, que liberta,
Que enche de luz a cada novo amanhecer.
Que quem me encontre, se encontre também,
E que ao final, ao olhar para trás,
Saibamos que não há mais ninguém,
Além de nós, em tudo o que o amor faz.
Há um peso que o corpo guarda,
invisível ao olhar,
uma dor que ecoa surda,
mas grita por dentro sem cessar.
Há um grito preso no peito,
que ninguém ouve, ninguém vê.
Carrego no corpo o peso do mundo,
mas nos lábios só há um "tudo bem".
Carrego universos calados,
como ondas que não se apagam.
A dor pulsa em segredo,
uma guerra que o silêncio abafa.
As noites me abraçam frias,
com o medo sussurrando ao pé da alma,
e o peito aperta, sem aviso,
um tremor que rouba a calma.
O medo é meu companheiro noturno,
sussurra segredos de um amanhã incerto.
Me envolve em seu abraço gélido,
enquanto o coração corre sem destino.
Há a dor que o físico desenha,
agulhas dançando sob a pele,
e a outra, a que ninguém entende,
aquela que nos faz frágeis e rebeldes.
Ansiedade veste meu dia de sombra,
cada suspiro é um nó desfeito à força.
E mesmo assim, não permito vazão,
pois preocupar alguém seria traição.
Sei que sorrio por hábito,
mas o riso é um espelho gasto,
refletindo quem quero ser
e escondendo quem de fato sou no rastro.
Quem veria, além da máscara firme,
os olhos marejados de cansaço?
Quem ouviria, além do sorriso ensaiado,
o eco de um "socorro" abafado?
Não quero preocupar ninguém,
meu caos não deve pesar no outro.
Mas às vezes, só às vezes,
desejo que alguém veja o sufoco.
Mas às vezes, só às vezes,
eu desejo um olhar que desvende,
um abraço que sustente o peso,
e um espaço onde eu possa ser só eu.
Enquanto isso, sigo em silêncio,
construindo força das minhas ruínas.
Cada lágrima não chorada,
é um grão na areia de quem eu sou.
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