Morre Lentamente Marta Medeiros

Cerca de 15177 frases e pensamentos: Morre Lentamente Marta Medeiros

Quero a felicidade de fazer você feliz
Quero sorrisos inesperados
Quero morar nos teus silêncios
Quero flagrar um olhar apaixonado
Quero ser parte dos teus planos

Voe alto, moça!
O céu é o limite.
Existe um infinito a tua espera...
E por onde for, seja flor!

Achei que minha face que ia queimar.
Não sei se foi o vinho ou seu jeito de me olhar.

A vida é bela,você está nela.

Se os heróis envelhecem imagine nós pobres mortais.

Esqueço do mundo quando estou lendo... o livro fala e a mente voa.

Palavras são diamantes para o meu coração.

Quem mais eu amo é que mais me decepciona...

Nada é mais pacato do que o coração de uma mulher madura.

⁠Quem nunca pensou em desistir quando o cansaço lhe bater tão forte que você pensou que fosse morrer?Mas saiba que é possível descansar em um Deus que pode mudar a sua história e fazer tudo novo!Creia e receba a cura para a tua alma em Nome de Jesus!

"Meu Amor Por Te Não Morreu Não Teve Fim, Sobreviveu Oque o Mundo Ofereceu."

Inserida por JhonneMDK

⁠Quando semente eu for no teu jardim, por amor, regue-me, e para sempre continuarei a florir em ti.

Inserida por Leilocaaa

Muitos que vivem merecem morre, e muitos que morrem merecem viver, pode resolver essa charada?

Tudo passa, você vai ver, tudo passa. Ela tinha razão. A vida dá um jeito de manter a gente vivo mesmo quando a gente morre de dor.

Carla Madeira
Tudo é rio. Rio de Janeiro: Record, 2021.

Dia dos Pais foi ontem, é hoje, será amanhã...
Todo dia se ama um pai.
Pai nunca morre!

Se o diabo amassa o pão, você morre ou você come?
Eu não morri e nem comi, eu fiz amizade com a fome

⁠Depois que morre, todo mundo fica bonzinho!

O amor nunca sofre morte natural. Ele morre por cegueira, por erros e por traições. Ele morre de cansaço, de desânimo, de máculas.

Um dia a gente morre, vai pro céu; e Deus dá então pra gente um par de asas pra conhecer o mundo inteiro!

Lygia Fagundes Telles

Nota: Trecho de carta ao também escritor Erico Verissimo, escrita em 9 de setembro de 1941.

Essa poesia não é minha
A poesia nunca é do poeta
O mesmo só é canal que aponta
A porta do desejo.

Das desapontadas dores de sua alma
Em fina figura que se vai na tinta
É a imagem do que lhe fura a alma
Um fingidor e suas mentiras.

A poesia nunca morre,
O poeta sim,
Ele morre de amor
Ele vive um poema que não é dele.

Muitas vezes a dona ou o dono está longe
Mas bem perto de seu coração.
E nesse coração ele se contenta
Com a mentira de uma esperança vazia
Sobre o peso da saudade na rejeição
E do desejo que lhe afagar a alma,
Assim ele se despede em seu coração.