Morre Lentamente Marta Medeiros
Na ciência um autor nunca morre. Ele sempre permanece vivo (com suas teorias) em nosso objeto de pesquisa.
Pandemia:
Tempos de dor e aflição
Morre gente, falta pão
Um quer ir
Outro ficar
Confusão se alojou,
O povo se separou
O hospital saturou
A morte se apresentou
Vidas ceifou
Mas a vacina chegou
Uma luz no tunel brilhou.
Vacina para todos já!
A tartaruga sabe aproveitar todo o tempo do mundo p chegar onde quiser, já o apressado morre antes de começar.
“Todo dia, morre um romântico na cidade.
A sua grande maioria, morre pela indiferença, uns de amor, outros de saudade.
Sinto, que aos poucos estou morrendo, morro pelas mãos da ausência, daquela beldade.
Rogo aos céus, para que ela não me mate.
Já não existe em mim, o pujar de outrora, aquele sentimento da puberdade.
O amor é como fogo, e quem não o alimenta, vai perdendo seu calor, a sua claridade.
Talvez, já não exista mais o brilho no olhar, talvez nossos corpos, já não mais baile ao som da valsa, da intensidade.
Sei que sangro, e ao coração que ama, fazer sofrê-lo, é maldade.
Aquele beijo, que a tempos me ressuscitaria, hoje, parece-me, rouba a minha vivacidade.
Hoje, encontraram meu corpo, frio, sem alma, sem ela, normalidade.
Hoje, estou morto, pois todo dia, morre um romântico na cidade…”
O homem morre neste mundo, porém há um meio, de seus pensamentos e ideologias ficarem, se forem sólidas e de acordo, com as leis de Deus.
Quando o homem que tem má fama morre muitos dizem já foi tarde, porém ao morrer o justo a tristeza é grande e alguns dizem em seu íntimo, poderia ter sido era outro.
A árvore da vida produz bons frutos; a árvore seca morre sem deixar sementes para reproduzir nas próximas estações.
O peixe morre pela boca e muitos se tornam vítimas de uma pescaria medíocre para serem produtos de uma sociedade alimentada por propósitos egoístas.
O homem sem propósitos trabalha para aposentar e morre aposentado, ignorando que a vida eterna só se alcança com as obras divinas.
O homem que desvia a sua alma da obediência a Deus
está cavando um poço profundo para cair e morrer nele.
Considerando que tudo envelhece e a humanidade morre, nada fica para contribuir para próxima geração, porque o estilo, a cultura e os interesses serão outros.
