Morre Lentamente Marta Medeiros

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Morte do Artista

Quando morre um homem,
a vida segue no sangue,
à sombra das gerações,
na memória que existe,
na existência suprimida,
no eco da lembrança que persiste.

Quando morre um artista,
seu corpo é palavra,
acorde metafísico,
sua ausência,
presença indomável.

E no silêncio do século
sua alma repousa
até que outra mão desperte o imponderável.

Sua obra vira fogo,
matéria inextinguível,
atravessa o tempo,
se faz eternidade.

A saudade aperta, mas o amor vivido nunca morre.
Chorar não é fraqueza; é a alma lembrando que amou de verdade.
O silêncio da perda é pesado, mas cada lembrança é luz no peito.

Todo dia, pra alegria do Brasil, morre um ladrão e nascem dois.

“Pouco a pouco, o céu morre. Tudo vai ficando cinza.”

⁠A alma não nasce, ela não morre ela é eterna.

Se engana quem acredita que o amor de verdade não acaba!

Não só acaba, como ele também morre.
Vai morrendo aos poucos com a falta de diálogo, com a falta de compromisso, com a falta de reciprocidade, com a falta de cumplicidade, com a falta da verdade;

E para fechar o caixão!?
Ele morre de vez com a falta de respeito e da fidelidade!

Talvez por isso seja tão difícil, amor de verdade que dure uma vida inteira;

O homem precisa ser capaz de prover, proteger e morrer por amor, enquanto a mulher precisa ser sábia, para honrar e edificar.

O sentido da vida não é sobreviver, é significar.
A maioria nasce, cresce, trabalha, sonha e morre — mas poucos entendem por que estão aqui.
O verdadeiro sentido não está em possuir muito, nem em evitar a dor, mas em viver de um modo que o céu se manifeste através da gente.

Tudo aquilo que amo, morre no instante em que nasce.

Sobre a Vaidade da Sabedoria

A sabedoria não leva a nada.
Como morre o tolo, morre o sábio.
Tudo o que o sábio sabe é, em última instância,
para alimentar a própria vaidade —
para poder se orgulhar do que supõe ter entendido.

É verdade que, às vezes, a sabedoria o livra
de certos abismos onde o tolo cai sem perceber.
Evita-lhe perigos, enganos, precipícios.
E o tolo, ignorante de tais ciladas,
paga caro — muitas vezes com a própria vida,
morrendo antes da hora,
ceifado pela própria inconsequência.

Contudo, nem isso é razão suficiente
para que o sábio receba honras imerecidas
por seu árduo trabalho em busca do saber.
Pois todo conhecimento, por mais vasto,
se perde no tempo e no espaço,
como areia que escapa por entre os dedos
do homem que acreditava segurá-la.

"Enquanto corremos atrás do urgente, o essencial morre de fome."

Tenho dó do homem
Que sofre — sozinho.
Luta sozinho,
Morre sozinho.


Tenho dó de quem vive só —
Come só,
Dorme só.


Temo pelo homem que sabe.
Ser consciente é carregar o mundo.
Mesmo que o mundo não seja dele.

“Quando a relação depende só de corpo, ela morre junto com o desejo.”

Por amor:
Se mata.
Se morre.
Se afasta.
Se isolamos
Se sofre.
Se enlouquece.
Qual a origem e a função dessa gosma chamada amor?

⁠PRINCÍPIOS DA SERENIDADE

‎1. Princípio de imortalidade do Sujeito:


‎O Homem não morre, o que morre são as suas condições de existência, tais como o seu Corpo, a sua Mente, a sua Consciência ou Personalidade e os seus bens materiais!

‎2. Princípio de estado da Atenção do Sujeito:


‎O Homem deve viver no estado da Atenção, e recorrer ao estado do Pensar e da Reflexão apenas momentaneamente para melhorar alguma condição da sua existência ou da existência dos outros Homens!

‎3. Princípio de igualdade dos Sujeitos:


‎Todos os Homens são iguais, a diferença está nas suas condições de existência, tais como o seu Corpo, a sua Mente, a sua Consciência e os seus bens materiais!

‎4. Princípio de projeto de vida do Sujeito:


‎Cada Homem deve ter o seu próprio projeto de existência secular e concretizar o seu projeto a seu próprio ritmo em harmonia com as normas socialmente estabelecidas!





‎5. Princípio de serviço voluntário do Sujeito:


‎Cada Homem deve procurar servir um propósito universal no seu próprio ritmo através de um serviço voluntário de melhoria das condições de existência da sociedade em que o seu Organismo se encontra inserido!

‎Estes Princípios são Interdependentes!

⁠Todo mundo morre. É a vida.

Fome...
Uma têm e morre por causa dela.
Outra não têm e a leva para morar em sua casas.

Sobre a ditadura da beleza

O que é de alma não morre, adormece.

O artista nunca morre.

Sua essência não é efêmera, sua arte o torna eterno.

Adoro ser Mulher...
Este ser meio enigma
que sangra e não morre
que carrega no ventre outra vida
que alimenta a sua cria
que se doa, que briga, chora...
Adoro ser esta mulher inteira
que saboreia a vida
que tempera o amor
com doses de encanto
usa a alquimia dos cheiros e sabores
para encantar seu homem
Sou mulher guerreira
sou mulher amada
que ama por amor
que levanta e vai a luta
que despreza a mentira
que olha nos olhos
sem vergonha de ser feliz
Sou mulher...
sou meio bagunçada
sou tímida ate certo ponto
que já viveu tristezas
que disse adeus sem querer
que chorou num cantinho
por medo da vida
que se sentiu um bichinho acuado
assustado, que pediu colo um abraço
Sou mulher... Com todas as limitações,
com todas as dificuldades ...
Que chegou a idade madura
sem se deixar apodrecer
valorizando tudo...
As dores, as alegrias...
Parabéns a mim e a todas as mulheres
que de uma maneira doce é muito
mais forte que muitos homens ...
Elaine Coletti

Morre aos poucos quem ainda não encontrou seu amor-próprio e dedica sua vida a amar outra pessoa.
No final nos perdemos em nós mesmos...o tempo passa e ficamos sozinhos. Sem nunca nos termos nos amados de verdade.
Um vazio existêncial rasga o nosso ser e sem saber quem de verdade somos.
Esse vazio vem desde sempre. Quando não aprendemos a nos amar de verdade.
Não acreditamos em nós e precisamos de validação para se amar de verdade.
Jacqueline Goulart