Morre Lentamente Marta Medeiros
O valor da vida
Aproveite a sua vida bem, ajude alguém.
Aproveite os momentos e os sentimentos.
Aproveite as oportunidades da vida.
Aproveite por que a vida passa rápido, como um pulo de gato.
Aproveite a sua família, instituição divina.
Aproveite os momentos com Deus e com os amigos.
O tempo pode ser o seu aliado ou inimigo.
Aproveite ao máximo, isto te digo meu amigo.
Nesta Terra as coisas são transitórias.
Deixe para os seus filhos heranças e histórias.
Não heranças e histórias fracassadas, mas, bem humoradas e contadas.
Deixe um legado moral, intelectual e espiritual.
Quem vem de um coração e de uma mente racional, que não medita no mal.
Deixe certezas e bons exemplos, de um homem, ou de uma mulher de fibra, determinação e coragem.
Dê passagem para os outros viverem e aprenderem com a sua vida.
Dê bons exemplos do bem para com o próximo.
Deixe a sua vida ser lida, como um livro ou um poema.
Fica o dilema: Qual será este belo livro ou poema que eles lerão?
A igreja deve ser como um hospital, deve tratar doentes espirituais, a igreja que não cuida, orienta, ensina, disciplina, ajuda, ora, evangeliza, discipula, motiva e prega contra o pecado, e à favor da santificação e intimidade com Deus, deixa de ser igreja e passa a ser um mero local de atração e divertimento.
15/02/2021
Mesmo quando o exército das angústias vencer as batalhas dos sonhos... e o mar da felicidade se transforme num deserto de tristezas... o amor florescerá nos corações daqueles que acreditam que os caminhos da vida poderão ir bem mais além do que os limites da morte.
Tempestade
Vento frio que me traz a solidão,
Sofrimento que habitou meu coração,
Ferimento lavado com a chuva,
Nem me sobraram os sonhos, foram estragados pelas mágoas,
Se hoje meu Rosto tem lágrimas,
Saiba que a culpa é sua.
Vento frio que me trouxe a solidão,
Coração magoado desde então,
Ferimento cicatrizado com o tempo,
Só me sobraram as mágoas,
Naquele dia enxugaram minhas lágrimas, e aquelas mãos não eram as suas.
Não retribuo o sentimento de quem me desgosta e desconsidera. Contudo me entristeço quando é alguém que, ao contrário, tem todo o meu respeito, afeto e admiração. Vou assimilando até esquecer.
(...) é oportuno refletir sobre a educação enquanto fetichismo contemporâneo. Para o trabalhador a educação escolar transformou-se no ‘passaporte’ para o mundo do trabalho e, quanto melhor a instituição de ensino (normalmente privada), maior é a garantia de realização profissional. Nesta mesma linha de pensamento, da mesma forma com que a educação teria se transformado num fetiche, os estudantes formados para o mercado de trabalho transformaram-se em objetos para o capital. Desta forma, o pensamento marxista sobre ‘fetichismo da mercadoria’ e ‘coisificação do operário’ estaria numa versão atualizada para o século XXI em que se presencia a o ‘fetichismo da educação’ e a ‘coisificação do trabalhador’.
Janiara de Lima Medeiros (2020)
... busco provocar à reflexão sobre o 'fetichismo da educação'
e o fenômeno da
'coisificação do trabalhador'...
... prazerosos são os momentos compartilhados com pessoas que fazem questão da nossa presença porque gostam da gente do jeito que realmente somos...
Repudio os que levantam a bandeira do cristianismo mas são os primeiros a agirem com críticas e condenações, contrariando o ensinamento pacificador.
Um coração apodrecido pela frustração procura enxergar o mau e, ainda que em tom suave e com palavras brandas, profere sua perversidade.
O cabelo pode não estar na moda, mas neste universo cheio de fakes e fantasias que deturpam a realidade, a palavra de um homem é uma das suas maiores riquezas.
Muitos homens são ambiciosos por riquezas materiais mas não pelo imaterial. Desconsideram o valor da autoanálise e a grandeza da humildade para mudar de pensamentos e atitudes, conforme necessário.
Hoje é dia de "fervo" no Rio de Janeiro: final de feriadão, carnaval, sol, praia, bebida gelada e animação.
Eu aqui, separando doações... eu sei que o pouco que consigo distribuir não vai resolver os problemas que afligem nosso redor: covid, desastre em Petrópolis, guerra na Ucrânia, entre outras tantas guerras que nos são anônimas e fragilizam, enfraquecem e desfalecem homens com ou sem fé em Deus.
Indiferença, individualismo, ambição, irresponsabilidades... consequências de um mundo selvagem em que a racionalidade humana é orquestrada pelo instinto animal de "sobvida": sob a vida do outro.
Postei numa página pública nesta semana um curto diálogo, resultado da reflexão sobre a selvageria do mundo e que posso ser perdoada por acreditar que o mal triunfará no final. Mas, que mal? Que final? Também não seria egoísmo entender que minha linha de pensamento é real. De qual realidade? Sob qual perspectiva de verdade? As verdades são temporais. Por isso até receio achar que possa estar certa. É muito ruim pensar demais... quando publiquei meu primeiro livro, meu pastor já me aconselhara sobre as questões político-filosóficas: podemos controlá-las ou sermos dominados nesta luta em que o maior inimigo está nas nossas mentes. Então a minha disciplina diária é manter a fé acima da política (social) e da filosofia (individual) e, desta forma, não acionar o gatilho que desencadeia uma nova crise do meu transtorno do espectro do autismo. Entender que, embora em grau leve, não sou normal levou algum tempo. Mas aceitar que o que me paralisa fisicamente esquenta muito a minha mente é paradoxal.
Portanto, exercer a fé significa controlar o que há na fronteira entre o consciente e o inconsciente.
"Não pare de lutar" foi a mensagem que tocou no meu coração: "Nunca falte a vocês o zelo, sejam fervorosos no espírito, sirvam ao Senhor. Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. (Romanos 12:11-12)"
Foi quando lembrei-me de Ludmila Ferber e sua canção "Nunca pare de lutar" gravada anos antes de ter seu câncer diagnosticado, em 2018. Teve uma vida digna, ética e seguiu os valores cristãos. Em 2019 sua fé consolidou forças para gravar "Um novo começo". Sua missão nesta terra terminou em 2022. E uma das riquezas que nos deixou além de suas realizações como humana, mulher, real, foram suas poesias em forma de canção. Melodias que aquecem alma, trazem força ao coração cansado e a mensagem de eternidade com o nosso Criador. Não tenho medo de morrer.
Ludmila foi uma boa pessoa como tantos que passaram por este mundo em suas diferentes terras, culturas, religiões e saberes. Então acredito que há homens bons. Mas há os maus: os que mantém o ciclo dos fins e dos recomeços porque são atraídos pela ganância e seus corações corruptíveis podem não admitir, mas estão envolvidos numa grande conspiração. Só que são estes os envolvidos que estão no poder e perpetuam o câncer social.
Se estou fantasiando? Não creio. Os pensadores não são aqueles que revelam a ilusão de algumas verdades, mas os que sugerem a verdade das ilusões. Por isso acredito que Jesus foi, de fato, o maior pensador e agradeço pela herança que deixou à humanidade.
Não sou cristã temendo ir para o inferno. Tento viver esses ensinamentos porque acredito que conduzem à uma vida melhor. No entanto, busco não me guiar pela religiosidade mas pela espiritualidade em que preconiza “o temor ao Senhor como princípio à Sabedoria”.
Tenho receio de não conseguir deixar nada de aproveitável para os que ficarem, pelo tempo em que ficarem por aqui. Afinal "quod in vita facimus, in aeternum resonat" - o que fazemos em vida ecoa pela eternidade (Maximus, O Gladiador).
Tenho sede de conhecimento, de reler a vida por meio do pensamento crítico, da inquietação à pesquisa e da disseminação do conhecimento.
