Morango
Eu estou sem tempo para perceber que eu quero não te querer.
Talvez amar seja aprender a viver para me conhecer
A vida longa para se viver.
Onde esta você
Quero acorda e sorrir sem sofre
Acreditar que nasci para viver e não para sofrer.
Amor eu amo você
Tem dia que a safadeza me domina, mas tem dia que só um bolo de chocolate com cobertura de morango basta.
Sussurra baixinho me perco
Me embolo me agito me fala baixinho
Meu beijo lambido morango nervoso
Do começo do dia
Ingredientes:
01 coco ralado;
01 prato (fundo) de açúcar;
01 pacote de gelatina sabor morango;
05 ovos;
açúcar cristalizado para confeitar.
Preparo:
Dissolva a gelatina, seguindo as instruções da embalagem.
Junte os outros ingredientes e leve ao fogo brando, numa panela grossa, mexendo sempre até a massa se soltar da panela.
Coloque num prato untado, deixe esfriar bem.
De preferência, no dia seguinte, enrole os doces na forma de moranguinho.
Passe pelo açúcar cristalizado e coloque em forminhas prateadas
O gosto do teu veneno,ainda não consegui prover.
Não sei se tens sabor de morango,porque ainda não pude te amar.
Dou minha vida por te não irei me entregar.
Mas cedo ou mais tarde,um dia eu vou te amar...
Meu amor esta se acabando, resta apenas um gole de suco de morango pra mim esqueçer aquela pura doçura de saborear uma cor vermelha com o doçe do amor.
Em ocasiões especiais.
Idolatria ao morango do amor.
Aplausos para quem em forma de meme.
Falou o que seus pais tentaram te dizer.
E entrou por um ouvido e saiu pelo outro.
E no planalto, os olhos do líder estão marejados.
Devido ao tarifaço!
Enquanto nos vãos centrais.
As crianças continuam na rua.
Sem eira nem beira.
Excluídos de tudo.
Sem lei, sem aulas.
Sem proteção.
Essa é a realidade.
Da nossa nação!
Ergamos a bandeira brasileira 🇧🇷
Teus olhos são raios de luzes, morango no mel, estrela cadente, caramelo no fel;
Seus olhos soletram canções de lá ra lá lá lá lá, e em segredo se fecham espreitando o nosso beijo, sem hora pra terminar;
Seus olhos piscaram dentre olhares, luzes que cintilavam, sem mais os meus, sem mais poder te cantar,
fosco, parado e frio, esperando por toda vida o seu olhar...
O PRIMEIRO BEIJO
Me lembro com encanto
Meus lábios beijando os seus
Tinha sabor de morango com gotas suaves de mel
Seu beijo me transportou,
Dançando a valsa do amor
Num ritmo de alucinar
ao mesmo tempo na terra
Pelo brilho sereno da lua
Nas grandes ondas do mar
Te teus abraços e beijos
Sempre vou me lembrar
Como melaço de cana caiana
Meus lábios impregnar
Com todo amor e carinho
No rolar de nossos corpos
No amor serei fiel
Pois quem ama neste mundo
Merece de ouro maciço
Divino e lindo troféu
Impossível esquecer o sabor dos beijos teus
Naquela noite em festa
O primeiro beijo
Que você me Deu
morango.
Morango tem uma coisa curiosa, parece frágil, mas nunca passa despercebido.
Talvez seja a cor. Aquele vermelho vivo, quase exagerado, como se tivesse sido feito para chamar atenção mesmo quando está perdido no meio de tantas outras frutas. Talvez seja o contraste entre o doce e o azedo, entre aquilo que parece delicado por fora e aquilo que permanece na boca depois da primeira mordida.
Eu nunca gostei de morango.
E talvez seja justamente isso que torne tudo mais bonito.
Porque, antes de você, morango era só uma coisa que eu não gostava. Não fazia questão, não procurava, não sentia falta. Se estivesse na minha frente, provavelmente eu deixaria para lá.
Até você aparecer e, de algum jeito, me fazer gostar.
Não sei exatamente quando aconteceu. Talvez tenha sido aos poucos, como quase tudo que realmente muda a gente. Um dia eu provei. Depois outro. E, quando percebi, aquilo que antes eu não gostava já tinha se tornado uma das pequenas coisas que eu gostava.
E agora eu gosto de morango.
Só que existe um problema nisso.
Eu gosto de morango e lembro de você.
E talvez você tenha percebido hoje.
Ou talvez não.
Porque eu passei o dia inteiro falando de morango para você.
Morango pra cá.
Morango pra lá.
Uma hora era sobre comer morango, outra era sobre gostar de morango, outra eu simplesmente dava um jeito de colocar morango no meio da conversa.
E você não entendeu.
Achou que eu estava falando de morango.
E eu estava.
Mas não estava só falando de morango.
Esse era o jogo.
Você funciona assim pra mim, como o morango hoje.
E o morango?
Ai vem na cabeça o morango, falo sobre o morango, penso no morango, o morango hoje como foi pra você.
É como se o morango tivesse instalado numa parte lá, e fica chato, repetitivo, e porque você tá falando do morango o dia inteiro? porque você escreve sobre o morango o dia inteiro?
nem você mesma se fosse um morango iria querer ouvir falar do morango o dia inteiro.
Imagina como deve ser para as pessoas que me ouvem falar de morango.
A graça estava justamente em deixar a palavra passar pela sua frente o dia inteiro sem explicar por que ela estava ali. Eu queria ver se, em algum momento, você perceberia que eu estava tentando dizer alguma coisa sem realmente dizer.
Porque, para qualquer outra pessoa, era só uma fruta.
Para mim, era você disfarçada de fruta.
E talvez seja engraçado pensar que eu passei o dia inteiro te falando de morango sem falar de você nenhuma vez.
Ou melhor, falando o tempo inteiro.
Penso nas coisas que você gosta, nos pequenos detalhes que talvez nem perceba que deixou pelo caminho. Na maneira como certos sabores parecem ter sido feitos para você, nas pequenas preferências que foram ficando conhecidas por mim quase sem perceber.
E morango acabou entrando nesse lugar.
Talvez porque tenha a mesma contradição que você carrega. Uma coisa bonita, doce, quase delicada, mas que também sabe ser intensa. Que não precisa fazer esforço para ocupar espaço. Que basta aparecer para mudar alguma coisa ao redor.
E existe uma parte engraçada nisso tudo.
Porque eu posso olhar para um morango hoje e pensar que é só um morango. Posso cortar, comer, deixar de lado. Mas em algum momento vou lembrar que existe uma pessoa que fez aquela fruta significar alguma coisa diferente.
Você me fez gostar de uma coisa que eu nunca gostei.
E talvez você nem saiba o tamanho disso.
Porque algumas pessoas passam pela nossa vida e deixam fotos. Outras deixam frases. Outras deixam lugares.
Você deixou tudo isso, incluindo gostos novos.
Deixou pequenas preferências espalhadas em mim, como se tivesse colocado um pouco de você em coisas que continuam existindo mesmo quando você não está.
E talvez, se algum dia ler essas palavras, vá entender imediatamente.
Talvez você entenda e finalmente perceba que eu estava tentando te contar uma coisa.
Que quando eu dizia morango, eu queria que você pensasse em você.
Que quando eu insistia em morango, talvez estivesse esperando que você percebesse a coincidência.
Que eu nunca gostei de morango.
Mas você me fez gostar.
E agora eu gosto de morango.
E por gostar de morango, eu lembro de você.
Talvez seja justamente por isso que eu não precise dizer seu nome.
Porque morango já basta.
Você sabe.
Eu sei.
E, no fim, existem coisas que só fazem sentido para duas pessoas. O resto do mundo pode olhar e enxergar uma fruta vermelha, bonita, doce, comum.
Eu olho e vejo tudo aquilo que, de alguma maneira, ficou associado a você.
O gosto.
A cor.
As coisas que você gosta.
E aquela brincadeira que você não entendeu .
Talvez agora entenda.
Talvez tenha entendido e só tenha fingido que não.
Mas tudo bem.
Alguns jogos são melhores quando a outra pessoa demora para descobrir a resposta.
E a minha resposta foi simples:
morango.
Porque eu nunca gostei de morango.
Até você.
E agora, toda vez que eu gosto de morango, eu lembro de você.
A vida não é um morango; a minha está mais para batata hahaha.
Que seja uma batata-doce.
E vamos que vamos.
Força 💪 foco 👁️ e muita Fé 🙏
☕ 🍠
A ONÇA, O URSO E O MORANGO.
Há uma profunda lição escondida nesta singela narrativa.
Um homem encontra-se suspenso entre dois perigos inevitáveis. Acima dele, um urso feroz ameaça sua vida. Abaixo, seis onças aguardam o instante de sua queda. Não existe saída fácil. Não existe segurança. Não existe garantia de sobrevivência.
E, no entanto, em meio ao terror, ele percebe um morango.
Um fruto simples.
Pequeno diante da imensidão dos problemas.
Insignificante diante da ameaça da morte.
Mas real.
Ao levar o morango à boca, ele experimenta algo extraordinário: a vida continua acontecendo naquele instante.
O urso não desapareceu.
As onças não fugiram.
O barranco continuou perigoso.
Mas o sabor do morango também era verdadeiro.
Assim é a existência humana.
Quase todos carregamos preocupações acerca do amanhã. Há contas a pagar, enfermidades a enfrentar, saudades que machucam, conflitos familiares, decepções afetivas, inseguranças e receios quanto ao futuro. O urso e as onças mudam de forma, mas estão sempre presentes.
Muitas vezes acreditamos que somente seremos felizes quando todos os problemas forem resolvidos.
Entretanto, a vida raramente nos oferece um período completamente livre de dificuldades.
Quando vencemos uma preocupação, surge outra.
Quando ultrapassamos uma prova, uma nova experiência nos convida ao crescimento.
Se condicionarmos nossa felicidade à ausência de desafios, talvez jamais a encontremos.
O morango representa aquilo que ainda existe de belo, mesmo quando tudo parece ameaçador.
Representa o sorriso de uma criança.
A voz de um amigo.
A chuva sobre a janela.
O abraço sincero.
A oração silenciosa.
Um livro inspirador.
A paz de uma consciência tranquila.
O perfume de uma flor.
O nascer do Sol.
Os pequenos milagres cotidianos que frequentemente ignoramos por estarmos excessivamente concentrados nos perigos.
Sob a ótica espiritual, essa história nos recorda que a vida não é feita apenas das provas que enfrentamos, mas também das bênçãos que recebemos durante a caminhada.
Quem aprende a perceber os morangos espalhados pelo caminho desenvolve gratidão.
E a gratidão não elimina as dificuldades, mas ilumina a maneira como as atravessamos.
Os desafios continuarão existindo.
Os ursos continuarão rugindo.
As onças continuarão esperando.
Mas também continuarão existindo morangos amadurecendo nos galhos da existência para aqueles que conservam a sensibilidade de percebê-los.
Não adie a alegria para um futuro incerto.
Não espere que tudo esteja perfeito.
Não aguarde a ausência das tempestades para contemplar o céu.
O melhor instante para viver, amar, agradecer e ser feliz é este que pulsa agora diante de você.
Olhe ao redor. Talvez o seu morango esteja mais próximo do que imagina. E a vida, silenciosamente, esteja convidando você a saboreá-lo.
O Limão é azedo e eu gosto
O abacaxi é azedo e eu gosto
O Morango é azedo e eu gosto
De gente azeda, tenho medo.
Com o regaço todo colado
raptar o Morango-bravo
dos teus sedutores lábios
e pôr os corações disparados.
Beber da tua fonte os beijos
que nos façam refundados,
orgulhosos de ser exagerados
e ostentar os desejos alucinados.
Percorrer a tua cartografia
para com ardor gamahuchar
o dulçor do teu cálice
sem nenhum dedo de brincar.
Dar um intenso beijo de pomar
até colocá-lo para flutuar,
para se entregar nos braços
e a gente de vez se enrabichar.
