Moradores de Rua

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O medo segue os nossos sonhos, menina linda eu quero morar na sua rua, você deixou saudade. quero te ver outra vez, você deixou saudade.

Ela é como um gato de rua, vem e vai quando quer. Não fica presa a um lugar ou a uma pessoa.

A menina de vestido rosa
Joga bolas verdes
Nos gatos pretos
Na rua cinza
E um dia de céu azul
E nuvens brancas
E sol amarelo

Sabem o que também dá medo? Andar sozinha de noite na rua. Mas nós, mulheres, seguimos em frente. Peguem o medo pela mão e continuem vivendo.

O dia que eu coloquei meu passarinho no dedo, levei ele pra rua e ele não quis ir embora, mesmo podendo voar, eu entendi o que é liberdade. É querer estar junto mesmo com milhares de outras possibilidades lá fora. É poder ir e querer ficar.

“No entanto, se existe alguma coisa que me motiva a sempre sair na rua e mandar esses sinais sem destinatário, é o fato de eu acreditar nas coincidências absurdas que se escondem por detrás de todas essas esquinas. De alguma forma, lá no fundo, eu sei que vou tropeçar em ti, mais cedo ou mais tarde. Sei que não vai haver distração capaz de tirar o teu olhar do caminho do meu. Algo vai acontecer, e os nossos sinais vão se coincidir, vamos colidir de forma tão violenta que a nossa vibração vai ser uma só. Vamos ressonar, pra todo mundo ouvir e voltar a acreditar que as “melhores pessoas do mundo”, de fato, existem. Aí eu virei aqui pra contar que o destino realmente existe, e que muitas das nossas melhores histórias são escritas a quatro mãos, de olhos fechados, e sem revisão ortográfica. Quando eu digo que o futuro é agora, quero dizer que o final dessa história depende do começo, da primeira linha, da primeira palavra.”

A escola da vida é a rua.

Mentira é uma rua de mão única, voltar atrás é contra as leis, e se você insistir, pode até acabar levando uma multa.

Chuva a compor
A poesia
Dança na rua como bailarina.

Valter Bitencourt Júnior
Aprendiz: Poesias, frases, haicais e sonetos, 2021.

A Criança Que Ri na Rua

A CRIANÇA que ri na rua,
A música que vem no acaso,
A tela absurda, a estátua nua,
A bondade que não tem prazo -

Tudo isso excede este rigor
Que o raciocínio dá a tudo,
E tem qualquer cousa de amor,
Ainda que o amor seja mudo

o que é feito de ego
Na rua dos tolos gera frustração

Saudade da infância
De terra na mão
Brincadeira de roda
Correr na rua
Pés descalços
Birra pro banho
Muita bagunça
Pouca importância
Nenhuma preocupação

A vida é feita de escolhas
Como no final de uma rua, você tem dois caminhos pra seguir.
Você olha pro um lado e vê um caminho cheio de pedras e do outro lado flores
Você não pensa duas vezes, escolhe o caminho mais fácil ou aparentemente mais fácil.
O caminho das flores, ai você anda e de repente descobri que no final da rua tem um precipício.
E logo fica sabendo que no final da rua das pedras escondia-se o paraíso
Voltar? Será que seria a melhor opção? Não sei.
Pra voltar você perderia seu tempo e não se esqueça passaria pelo caminho das pedras cheio de tubulação.
Tem duas opções a ser escolhida, voltar atrás e correr os riscos, afinal fugir dos problemas não faz com que eles sejam resolvidos.
Ou pular de cabeça do alto do precipício e rezar pra que tenha asas escondidas no fundo da alma.
A uma terceira opção também, sentar na beira do precipício e ver a vida passar.
Eu to aqui sentada.
Afinal não tive coragem de voltar e não acredito que tenho alma quanto mais asas.
“Enquanto a vida passa eu aqui sentada na escada vendo o sol se pôr”

Anderson, não se expresse em voz alta. Isso diminui o QI da rua inteira.

Ela vive pro topo, linda, se valoriza e tem critério
Na rua ela é só certeza, por dentro ela é só mistério.

Tenho medo de acabar me tornando uma dessas velhas bêbadas e roucas que ficam vadiando pela rua da amargura assediando rapazinhos...

Eu saio e caminho por um momento
Cantando pela rua.
Eu sopro um beijo, eu dou um sorriso
Para todos que eu conheço.
Eu me compro uma cerveja ou duas
Só pra deixar meu peso para trás
Às vezes eu fico tão bêbado
Eu posso apenas cantar como uma criança, sim
Ooh, ooh.


Eu fico bêbado e rio muito,
Há algo que eu escuto.
Meu cérebro se perde, minha mente esquenta,
A música toca em meus ouvidos.
Eu escuto a música...

Aprenda a selecionar. Coração não é panfleto de rua, pra se entregar ao primeiro que passa.

Quem me vê caminhando na rua, de salto alto e delineador, jura que sou tão feminina quanto as outras: ninguém desconfia do meu hermafroditismo cerebral. (...) Penso como um homem, mas sinto como mulher.

Eu queria ter nascido, numa casa perto da sua. E ser aquela menina que brincava com você na rua... Assim eu não correria o risco, de chegar atrasada na sua vida.