Monstro

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O verdadeiro monstro não é movido pelo ódio. É movido pelo amor.
E por isso, é poderoso.

Quando entenderes que o monstro não precisa dar sequer um passo para te alcançar, ali serás um homem.

A arma mais eficiente contra o monstro voraz do mercado de trabalho é o ensino e a instrução. Sem qualificação, o profissional será devorado por Tifões e Leviatãs.

Parte de mim é um monstro adormecido, silencioso, impossibilitado, caído sem reação.
Outra parte é uma ponte frágil, suspensa entre a carga e o conflito,
vivendo o dilema de ser meio razão e metade partida,
onde nem mesmo o amor encontra equilíbrio.

Mesmo invisível, um monstro é capaz de inspirar temor;
pois, em muitas mentes, é a ignorância que se aloja —
a ausência de compreensão da realidade em sua essência...

O monstro não é apenas uma criatura de muitas cabeças.
Ele é a metáfora viva da humanidade quando se deixa dominar pelo vazio.
Entre tantas vozes, é a ignorância que grita mais alto,
e, sob seu comando, todas as outras se calam ou se confundem.
A ignorância não destrói com violência imediata,
mas com a corrosão lenta daquilo que poderia florescer.
Ela apodrece ideias, sufoca sonhos,
transforma sabedoria em silêncio e esperança em cinzas.
Cada cabeça que poderia pensar, criar, questionar,
se perde em um labirinto de fúria muda,
alimentada pela podridão que se espalha como veneno.
E assim, o monstro cresce, não pela força,
mas pela submissão daqueles que se deixam governar pelo vazio.
Ignorar é abdicar da luz.
É permitir que o monstro reine,
não porque seja invencível,
mas porque muitos se ajoelham diante da sua sombra.

Antigamente, quando me olhava no espelho, via apenas um reflexo distorcido. Era como se um monstro estivesse me olhando e idealizando uma versão branda e pacificadora, sabendo que eu tinha capacidade de ser e agir como tal, mesmo movido por raiva, amargor, vingança e ódio. Eu estava aprisionado em mim mesmo. A mudança psicossocial e psicológica foi fundamental na minha transformação como ser, mesmo quando pensei que era o meu fim e que não haveria mais saída. Hoje, o monstro está preso e não pode mais me ferir, nem ferir os meus. Sinto minha libertação; o aprisionamento dele me traz paz, confiança, honestidade e amor-próprio. Essa libertação trouxe um alívio imenso, um crescimento pessoal e profissional. Que esta mensagem seja um símbolo de esperança⁠

✍🏻O medo é o pequeno monstro que volta e meia sai da caverna e logo se esconde com medo do Grande Monstro, imaginado e desenhado pelos seres humanos mais astutos e ambiciosos.
🤦🏼‍♀️✍🏻🕉️♾️☯️😞🕊️

Odeio essa culpa que me consome, mas morro de medo do monstro que me tornaria sem a presença dela.

" O monstro dentro de mim, olhou para si mesmo e se assustou"

Às vezes não é o monstro que é grande, às vezes o porrete que temos para matar o monstro que é pequeno.

O monstro não é brabo e também não é grande...
Pense sempre que você que é um frouxo, isso vai lhe dar uma grande vantagem na hora da briga...

Meu Monstro Interior vive adormecido


Mudo, calado, quase sempre entorpecido


Observando e absorvendo as lutas diárias


Não querendo alimentar-se de raiva, ódio e carne em muitas navalhas.


Lutar é sempre preciso... e eu sei não há abrigo... no peito do meu inimigo.


Saído do conto de um livro de terror não posso libertar meu Monstro Interior...

Todos nós guardamos um monstro o que nos diferenciamos dele é que o "domesticado" .

MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL




Cap. IV: Como São Chamados: Monstro ou Deus?


Todo ser humano carrega um monstro dentro de si.


Um monstro invisível aos olhos alheios, mas dolorosamente perceptível às emoções de quem o abriga. Nenhum instrumento é capaz de detectá-lo. Ele habita os recantos mais obscuros da alma, nutrindo os desejos mais vis e orientando as ações mais destrutivas.


Chamam-no de “deus”, mas esse deus não cria mundos, não concede vida, não oferece consolo. Apenas consome. Apenas destrói. Reina soberano sobre o caos interior de cada indivíduo.


Esse monstro manifesta-se por meio de conflitos, ódios, exclusões, cobiças, luxúrias, ciúmes, invejas e desprezos.
Não pede licença. Impõe-se.


E, em troca, oferece algo: a promessa de auxiliar-nos na realização de nossas ambições desde que entreguemos a consciência em sacrifício.


A inveja, por exemplo, não se limita a corroer; ela propõe um pacto. Sugere o caminho mais curto para a ruína daquele que mais se destaca.


A “deusa inveja” apodera-se do coração humano e o converte em predador.
Nada permanece fora de alcance: matar, trair, manipular, sacrificar os próprios aliados; tudo em nome da autopreservação, tudo em nome de si mesmo.


O ser humano criou deuses, fetiches, sistemas de crença, na tentativa de dominar a si próprio — e fracassou.


Agora, essas entidades imaginárias conduzem a sua ruína.


Todos querem parecer heróis. Todos querem ser vistos.


Mas ninguém admite agir movido pela vaidade. O elogio é uma droga que inflama o ego; a vergonha, uma coleira que aprisiona a vontade. Ambos são grilhões.
No início, todos tentam resistir ao monstro que os habita. Logo, porém, percebem que esse monstro constitui a própria essência. E rendem-se. A emoção prevalece. A razão cede. Resta, então, a obstinação cega — destrutiva.


Não se deve mudar ninguém. Cada ser escolhe o que é: ou o que merece ser.


Assim, o monstro nasce da escolha livre daquilo que se decide ser.


O ser humano é um resíduo. Uma aberração ambulante. A sua existência é uma sentença: uma enfermidade. E, por isso, está condenado ao sofrimento. Nada o salvará: nenhum deus, nenhum amor, nenhuma sociedade.


O mesmo miserável que se viu ameaçado pelos seus semelhantes criou a polícia para se proteger. E a polícia — essa encarnação da lei — tornou-se, hoje, um dos seus mais cruéis inimigos. Finge proteger enquanto reprime. Finge servir enquanto saqueia.


O mesmo desgraçado elegeu um governo para guiá-lo e protegê-lo. E agora rasteja sob o peso daquilo que criou. O poder que ergueu o esmaga. O monstro que alimentou o devora.


E agora ele vive...


Reclamando;
Mendigando dignidade;
Carregando uma existência miserável, hostil e inútil.


O ser humano é incapaz de aprender com o próprio erro.


Repete, repete e repete — como um tolo fascinado pelo próprio fim, governado pelos monstros (ou deuses) que ele mesmo engendrou.

Eu penso em falar,
sou o que quer,
ajo como sou,
mas eu sou quem quer?

Me dita monstro,
Monstro não sou,
Mas monstro reconheço;
Pois dele sou vinda.

Seu jeito faz quem sou,
Sou triste pelo jeito,
Jeito esse sou,
De querer amor seu,
e não despeito.

Sou inocente,
sei que não sente,
mas sente quem eu sou,
E não acha coerente.

Amor sou,
Não sei do seu,
Mas sou mais,
Do que poderia dar.

" É preferível morrer lutando contra o monstro que o inimigo criou do que ser devorado pelo monstro que a passividade pode alimentar."

A Bela e o Monstro.
Nesta ilusão aqui e pelo mundo fora tudo é lindo tudo é próspero mais um fim de ano chegou a hora dos fogos de artificio por tudo o que é sítio onde haja habitante. Os senhores da pólvora batem palmas e enchem a conta bancária, entretanto a activista Greta Thunberg assiste, tira fotos bebe uns sumos canta cantigas suecas de alegria e prosperidade e no final ela e todo o mundo vão dormir como se nada tivesse sucedido

Não posso sucumbir à melancolia — esse monstro noturno que nos vigia sem descanso, esperando o mínimo gesto de fraqueza para invadir o que ainda resta inteiro em nós. Sei que ele ronda. Sei que respira atrás de mim quando caminho pela casa silenciosa. Mas não lhe devo reverência. A melancolia exige joelhos; eu ofereço coluna.


E há dias em que o desespero se insinua no corpo como febre: o amanhã se esconde, o dia seguinte perde o rosto, a existência inteira parece um quarto escuro. Mas sigo. Não por esperança — essa palavra envernizada — mas por teimosia. Por força. Por desafio. O futuro não precisa prometer nada para que eu avance. Basta que exista.


Poeta ou homem comum, não importa: todos carregamos a mesma condenação. A consciência — essa lâmina autônoma que nos enfrenta sem pedido, sem permissão, sem dó. Ela não nos observa: nos disseca. E cobra de nós o sentido que nunca lhe devemos.


Ela pergunta, com insolência: por que continuar? Onde repousa a coragem humana? O que sustenta o passo no meio do caos?


E a resposta não está no conforto, nem na fé, nem em algum alicerce secreto. Está no movimento. Na recusa em tombar. No ato bruto e insubordinado de permanecer, mesmo quando nada, absolutamente nada, garante o chão.


O caos é vasto. A consciência é cruel.
Ainda assim, eu existo.
Isso basta. Isso é tudo.

teu nome? ele ecoa com suavidade, com uma ternura gentil demais para um monstro que se esconde por trás de um sorriso e sangue compartilhados. e eu? eu continuo a sangrar, a me ferir cada vez mais por sua causa.