Monólogos impactantes para treinar expressão e sentimento
Você é meu poema,
Sonho escondido em meus versos que se fez presença,
Se materializou em sorrisos largos,
Em pensamentos sinceros,
Em cafunés de palavras de madrugada,
No som da tua voz fazendo concerto e canção dentro de mim,
Girassol,
Sinto seu calor e energia, Quilômetros de separam nossos corpos,
Mas, não existem limites para Alma,
Onde o corpo é apenas um instrumento temporário,
Vou fazer uma coleção de você,
Em canto,
Encanta,
Em poesias,
Te versifico,
Dá mais vontade de te ter comigo, Meu coração infla,
Feito balão de gás hélio,
Flutua, voa pra perto de ti,
Não há distância.
Eu Amo,
Em Amor de Alma,
Eu Amo,
Sem troca,
Sem retorno,
Simplesmente Amo,
Porque o Amor vive em mim e transbordo,
Em elogios,
Largos sorrisos,
E choros de emoção,
Por essa razão,
Me nomearam xavequeira,
Se é por Amor,
Aceito a condição.
Existem pessoas que jamais entenderão a complexidade do meu ser,
Não gosto do raso,
Do fútil,
Em ideias mergulho,
Meu vestuário preferido é o caráter e inteligência,
Pois tenho o vislumbre de saber,
Que o corpo é apenas o instrumento temporário da alma.
Eu gosto mesmo é das diferenças,
O óbvio não me atraí,
Gosto da complexidade dos detalhes,
Vestida de lupa em olhares,
Vejo o que ninguém vê,
Escrevo histórias que ninguém lê,
Sou um paradoxo,
Um Caos,
Um mundo paralelo,
Desconexo,
Inverso aos versos que escrevo.
Onde não há recíprocidade,
Somente espaçamento se faz,
Voraz,
Devora todo entendimento,
Te desfaz,
Em Vazio,
Oco,
Solidão em presença,
Que é a pior ausência que se pode existir.
Não morda a maçã,
Suas curvas,
São o triângulo das bermudas,
Fruto proibido,
Tem tirado meu juízo,
Meu sono,
Meu chão,
Sei que posso me perder,
Teu sorriso kriptonita,
Onde o verde da esmeralda,
Se transforma em vermelho sangue,
Dessa boca feito doce,
Que não me cansaria de beijar.
Mas,
Não morda a maçã,
Ela é fruto proibido,
Que me faz perder o juízo,
Incansavelmente,
Não consigo descansar,
Perco os sentidos,
Só em te olhar.
Não morda a maçã.
Eu não te mereço..
Poisé!
Possuo um ser querer,
Tão são querer,
Que acalma,
É um ser quem tão querer de Alma,
Que quando à de se perder,
Perderá a Alma,
Num grande Salve-se quem puder!
Se é se quer.
Letícia Del Rio.
Poesia da Madrugada.
Inspiração. Girassol.
Você foi pra mim o maior arrependimento de mim,
Gostaria de ter amanhecido em você.
Meu cérebro não te esquece,
Embora meu corpo se insista em te conhecer,
Coração,
Quase perdendo-te em razão.
Quem sou eu agora?
Além de um grito de desejo contido na imensidão da madrugada,
Em resposta o silêncio,
Tão profundo,
Que desaguar-me-ei,
Em transbordar-me
Ao meu próprio espectro,
Invenção de mim,
Sombra amargável,
Como o próprio amargo,
Opróbrio,
Fel,
Rasguei o dia,
Amanheci,
Leito frio,
Cama vazia,
Saudade da história infinda,
Nunca vivida entre você e eu.
A solidão,
Não é o físico,
Posso estar em meio à multidão e estar só,
Companhia tem conexão com recíprocidade,
Só.
Nós,
Poetas e poetisas,
Representantes de arte em palavras,
Em pinturas feitas em formato de letras,
A nossa escrita um desabafo da alma,
Afetando outras almas,
Empatia,
Quem diria?
Valor inestimável,
O Amor vale mais que qualquer tesouro desse mundo,
Ele é profundo,
E eu me afundo.
Sempre remédio,
Despejar a Alma em versos,
Doses homeopáticas do meu eu,
Derramadas em papel e caneta,
Como quem segura a calda de um cometa,
Viajando em Universo intrínseco,
Transformando palavras em cores,
Se esvaziando de todas as dores,
Transbordando de si.
Me faço em versos para amenizar o profundo caos desse mundo,
Meu âmago, meu eu,
A arte é fuga,
Numa realidade confusa.
Com o tempo aprendi a não me apegar
Aprendi a deixar pra lá e aprendi que querer é uma droga...
Tal como a busca de ser desejada em si...
mas foi tarde que descobri que ambas viciam...
e que uma vez viciada, difícil desapegar! Difícil não desejar!
MERDA
(in Quando tu te foste)
