Momentos Alegria Fernando Pessoa
"Meu coração se tornou uma granada e se explodiu em mil pedaços ... Fico sem saber para onde ir ..sem saber o que eu faço "
É a partir do caos que surgem as ideias mais geniais da humanidade.
O caos é, definitivamente (e portanto), uma fonte inesgotável de criatividade.
Precisamos repensar uma discussão política a partir do momento em que ela passa a ser mais pelo azul ou vermelho do que pelo verde e amarelo.
NÃO IMPORTA O QUANTO QUEIRAS, COM OU SEM CULPA, NÓS NÃO PODEMOS!
TODOS FAZEMOS AS NOSSAS ESCOLHAS... O MAIS DIFÍCIL É VIVER COM ELAS!
POR MIM.
...as vezes parece-me que as ruas guardam um universo paralelo ao que a maioria dos humanos entendem e enxergam. Há vidas esquecidas, ignoradas. Há histórias perdidas, na obscuridade do preconceito, que são perceptíveis apenas àqueles que aprenderam, e ainda aprendem que, a essência não se limita à aparência...
O medo é comum na realidade tão violenta que atualmente nos envolve, mas não deve ser, em hipótese alguma, desculpa para a ausência de educação, a estupidez, a indiferença, o descaso com o caráter, que é atributo especificamente Humano...
Que a humanidade não se perca... Que não se perca a humanidade...
O que vemos é importante, mas o que não vemos é essencial; quase sempre fundamental para compreendermos o que está além das aparências!
A carência é responsável por uma fração muito significativa das estúpidas escolhas do Ser Humano. O preocupante é que essas escolhas são conscientes.
E quando a natureza se calar no entardecer,
O grito soará retumbante de um coração amante.
Clamores e quimeras que outrora se perderam
no ardor de um simples beijo.
... relampejos.!
Orações e devaneios em busca de equilíbrio sobre a linha do desejo.
Vida sagaz. Incrédulo passado. Futuro obscuro.
Em cada olhar, a eternidade.
Em cada olhar; (eu) vivificado.
Em cada olhar um martírio cortando minha alma.
Lágrimas
Lágrimas da vida que me agride...
Lágrimas do amor que já não vivo...
Lágrimas da dor que agora sinto...
Lágrimas do poeta que me invade...
Lágrimas, apenas...
sou doutras coisas
Sou doutras coisas
fiz o meu barco com guitarras e com folhas
e com o vento fiz a vela que me leva
sou pescador de coisas belas, de emoções
sou a maré que sempre sobe e não sossega
Quando caíres e estiveres no chão, abrace-o. Pois todo voo e até mesmo o mais alto arranha-céu partiram do chão.
