Momentos: frases que inspiram
Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…
Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.
Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.
A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.
Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.
A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.
Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.
E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.
Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.
A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.
São nos momentos em que não conseguimos revidar nem carinhos, que mais precisamos deles.
É justamente aí que eles revelam sua natureza mais alta.
Quando não conseguimos revidar — nem gestos, nem palavras, nem presença —, o carinho deixa de ser troca e se torna sustento.
Não vem como troca nem pagamento, mas como abrigo.
Não exige força, apenas permite existir.
Há dias em que a alma está tão cansada que até o afeto pesa nas mãos.
E, ainda assim, é nesses dias que ele se faz mais necessário: não para ser devolvido, mas para nos lembrar que continuamos dignos, mesmo esvaziados de nós mesmos.
O carinho verdadeiro não se ofende com o silêncio, não cobra performance, não exige reciprocidade imediata.
Ele sabe esperar…
Espera o outro se reinventar, se restaurar.
Sabe cuidar enquanto a gente reaprende a sentir.
São nos momentos em que não conseguimos revidar nem carinhos, que mais precisamos deles.
Há dias em que o peso da vida nos rouba a leveza.
Dias em que o silêncio substitui as palavras, o cansaço vence a disposição e até um gesto simples de afeto parece impossível de ser devolvido.
É justamente nesses momentos que costumamos ser mal interpretados.
Vivemos em uma cultura que espera reciprocidade imediata.
Se alguém sorri, espera um sorriso de volta.
Se abraça, espera ser abraçado.
Se demonstra amor, espera que o amor seja retribuído na mesma intensidade.
Mas a verdade é que nem sempre a ausência de resposta é ausência de sentimento.
Muitas vezes, ela é apenas o reflexo de uma alma exausta.
Quem está ferido nem sempre consegue acolher.
Quem está sobrecarregado nem sempre consegue demonstrar gratidão.
Quem luta batalhas invisíveis pode parecer frio, distante ou indiferente, quando, na realidade, está apenas tentando sobreviver.
É um paradoxo da condição humana: justamente quando mais precisamos de compreensão, paciência e carinho, é quando menos conseguimos oferecê-los de volta.
E é aí que o afeto deixa de ser uma troca para se tornar uma escolha.
Amar alguém apenas quando ele consegue corresponder é relativamente fácil.
Difícil — e profundamente humano — é permanecer presente quando o outro não tem forças nem para retribuir.
É compreender que existem fases em que o amor precisa ser sustentação, não recompensa.
Isso não significa aceitar relações desequilibradas para sempre, nem justificar toda ausência de cuidado.
Significa apenas reconhecer que há momentos em que a melhor forma de amar é enxergar além do comportamento, percebendo a dor que muitas vezes se esconde atrás dele.
Talvez a maior prova de maturidade emocional seja essa: entender que algumas pessoas não estão nos negando carinho; elas apenas perderam, por um tempo, a capacidade de demonstrá-lo.
E, às vezes, um gesto de afeto oferecido sem a exigência de retorno é exatamente o que permite que alguém reencontre o caminho de volta para si mesmo.
Para as nossas
velas machucadas, quase todos os ventos são
tempestades.
Há momentos em que não é o mundo que se torna mais cruel; somos nós que, marcados pelas perdas, pelas decepções e pelas diversas agruras, passamos a sentir-nos ameaçados a cada rajada de vento.
Uma vela rasgada não distingue a brisa do vendaval.
Ela apenas se lembra da última vez em que quase se partiu.
As feridas têm essa capacidade de alterar nossa percepção.
O que antes seria apenas um desafio passa a parecer um desastre.
Uma palavra soa como rejeição.
O silêncio parece abandono.
Uma mudança se transforma em medo.
Não porque a realidade tenha mudado, mas porque a dor nos ensinou a esperar o pior.
No entanto, viver não é encontrar um mar sem ventos.
É aprender, aos poucos, a costurar as próprias velas.
Cada remendo representa uma experiência transformada em sabedoria, uma lágrima convertida em coragem, uma queda que nos ensinou a navegar com mais consciência.
Talvez o maior sinal de cura seja justamente este: quando voltamos a reconhecer que nem todo vento veio para destruir.
Alguns chegam para mudar a direção, outros para acelerar a travessia, e há aqueles que apenas lembram que o barco ainda está vivo, ainda flutua e ainda pode alcançar novos horizontes.
Que tenhamos paciência com as nossas velas machucadas, mas que não nos esqueçamos de repará-las.
Porque, quando a alma se fortalece, até as tempestades deixam de ser apenas ameaças e passam a revelar a força que nunca imaginamos possuir.
Para as nossas
Velas Machucadas, quase
todos os Ventos são Tempestades.
Há momentos em que não é o mundo que se tornou mais cruel; somos nós que chegamos diante dele carregando feridas que ainda doem.
Então, qualquer palavra parece agressiva, qualquer silêncio parece abandono, qualquer mudança parece ameaça.
O vento, que para outros poderia ser apenas brisa, em nossas velas rasgadas transforma-se em tempestade.
Talvez por isso devêssemos ter mais cuidado ao interpretar aquilo que nos acontece.
Nem todo vento veio para nos derrubar.
Alguns chegam justamente para nos tirar do lugar onde permanecemos tempo demais.
O problema é que, quando estamos machucados, confundimos movimento com perigo e liberdade com perda de controle.
Há feridas que não aparecem no corpo, mas alteram a maneira como navegamos.
Após certas decepções, passamos a desconfiar até da esperança.
Após algumas perdas, começamos a chamar de prudência aquilo que, muitas vezes, é apenas medo.
E, para não sofrer novamente, construímos uma espécie de abrigo dentro de nós — seguro, silencioso e, às vezes, solitário demais.
Mas nenhuma embarcação foi feita para permanecer eternamente ancorada.
É preciso reconhecer as próprias feridas sem permitir que elas se tornem bússolas.
Curar-se não significa esperar que o mundo deixe de soprar; significa fortalecer as velas para que nem todo vento pareça uma ameaça.
Talvez a Maturidade Emocional esteja justamente nisso: aprender a distinguir tempestades de ventos necessários.
Entender que algumas mudanças assustam, mas não destroem.
Que algumas partidas doem, mas abrem caminhos.
E que nem tudo aquilo que nos tira do lugar está nos tirando de nós mesmos.
Porque, no fim, a vida continuará soprando.
E talvez a nossa tarefa não seja pedir ao vento que seja mais brando, mas cuidar das nossas velas para que elas voltem a suportar a viagem.
É tanto Conservadorismo Fabricado e Espremido que sai por entre os dedos.
Há momentos em que uma ideia deixa de ser convicção e passa a ser embalagem.
Ganha rótulo, slogan, pose e até uniforme.
Fala-se tanto em defender valores que, às vezes, pouco resta dos próprios valores por trás de tanta necessidade de demonstrá-los.
O conservadorismo, quando nasce de uma reflexão sincera sobre aquilo que se deseja preservar, pode significar prudência, respeito às tradições, responsabilidade diante das mudanças e apreço por princípios que atravessaram gerações.
Mas, quando é fabricada — sobretudo — às pressas para atender a conveniências políticas, transforma-se em outra coisa: uma identidade pronta, apertada à força sobre pessoas que talvez nem tenham tido tempo de perguntar o que realmente estão defendendo.
E quanto mais se espreme uma ideia para caber em discursos inflamados, mais ela perde substância.
Sai por entre os dedos aquilo que deveria permanecer: o diálogo, a coerência, o respeito ao contraditório e, sobretudo, a liberdade de pensar.
Talvez o problema não esteja em ser conservador, progressista ou qualquer outro espectro.
O problema começa quando o rótulo passa a pensar pelo indivíduo.
Quando a pessoa deixa de examinar uma ideia porque ela veio do seu lado e passa a rejeitar outra apenas porque veio do lado oposto.
Uma sociedade madura não precisa de cidadãos apaixonados por etiquetas.
Precisa de pessoas capazes de conservar o que merece ser conservado, mudar o que precisa ser mudado e, principalmente, reconhecer que nenhuma corrente política possui o monopólio da verdade.
Porque, no fim, quando o conservadorismo é apenas fabricado, espremido e exibido como identidade, talvez seja justamente aquilo que deveria ser preservado — a capacidade de pensar por conta própria — que acaba escorrendo por entre os dedos.
Tem momentos onde percebo muito claramente que nunca vou encontrar alguém como eu, e nem que seja capaz de me entender em algum nível. Eu sempre vou estar sozinha. Sempre será assim. Mesmo que houvesse milhões de pessoas aqui, ainda estaria completa e absolutamente só.
- Marcela Lobato
Existem momentos que não voltam e pessoas que depois de algumas experiências jamais voltam a ser as mesmas e se recusam a olhar para trás.
A vida é feita de contrastes.
Há momentos em que tudo parece incrível, e outros em que o mundo pesa demais.
Há dias em que o sol brilha forte,
e dias em que até a luz parece cansar.
Horas em que sorrimos sem motivo,
e outras em que o silêncio nos ensina a chorar.
A vida é assim, um equilíbrio frágil entre o belo e o doloroso.
Às vezes, ela nos coloca diante de alguém que nos fere,
para que possamos entender mais sobre ela… e sobre nós mesmos.
Mas também, de forma silenciosa,
ela te mostra alguém maravilhoso que sempre esteve ali, bem ao seu lado, alguém que te ensina, com gestos simples, como a vida deve ser realmente vivida.
Afinal, a vida é assim.
Momentos de outubro
Era noite eu te vi,
te olhei, me apaixonei e percebi,
que meu coração te queria,
mas eu não quis...
Coração brigou comigo,
me fez te procurar,
me deu um sorriso,
acabei de me apaixonar...
De repente,
de um olhar não correspondido,
te vejo em minha frente,
amando um amor bandido...
Numa praça cheia de flores,
pra esquecer eu luto,
me lembrei ontem e hoje,
aqueles momentos de outubro!
"Há momentos em que a concorrência entre Céu e Inferno parece tão grande: são as Tentações!"
Frase Minha 0326, Criada no Ano 2009
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Ausentar-me-ei por alguns momentos. Serei banhado, perfumado e arrumado pelas Minhas Governanta e Babás. Tudo para receber bem (e mesocliticamente) o Ano que chega. Se a Mega Sena da Virada sair para Mim, vocês nunca saberão, pois continuarei até mesmo aqui, apesar de Bilionario, Hum!"
TextoMeu 1249
🎇🤫💲
0241 "Em alguns momentos é bastante recomendável, pela eficiencia: calar a boca quando alguns abrem a boca!"
0326 "Há momentos em que a concorrência entre Céu e Inferno parece ainda maior: são as Tentações, que devem ter sido aprimoradas!"
2067 📜 "Não digo Sim, não digo Não, muito pelo contrário. Em alguns momentos e para certos interlocutes eu digo mesmo é Nada. Nadica de Nada!"
2349 📜 "Verdade só existe uma, sei e divulgo. Mas... Há momentos em que tenho certeza de que Certas Verdades são mais Verdades do que Outras 'Verdades'!"
2473 📜 "Há momentos em que só Literatura me interessa. Os Clássicos da Literatura. Não abro mão e não troco nem pelas Minhas Lagostas Grelhadas. E saibam que sou doido pelas ditas Grelhadas!"
2474 📜 "E há momentos em que meu interesse é exclusivamente por Filmes. Cinema, não, Filmes! Acredito que, entre Meus Conhecidos e também entre 'Meus Desconhecidos', acredito que sou o sujeito que mais gosta de Filmes"
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